Geração de Valor

Quando você apresenta sua ideia, dão risadas.

No dia em que você resolve implementar, criticam.

Depois de seu sucesso se perguntam: “mas como?”

Em seguida, tentam imitar.

Quando fracassam, dizem que você teve sorte.

Alguns vão te admirar. Outros vão se corroer de inveja.

Uma parte, vai querer aprender com você, outra parte, vai dizer que você é burguês.

Depois de chegar ao topo, você vai chegar a algumas conclusões:

1. Vale a pena não seguir a boiada;

2. A sociedade é hipócrita;

3. Os que te chamam de burguês são invejosos e gostariam de estar no seu lugar;

4. Só vale a pena ajudar quem quer ser ajudado;

5. Uma única pessoa que corresponde compensa todas as outras que foram ingratas.

6. Compartilhar vale a pena.

7. Nenhum sucesso justificará o fracasso de sua família. Não é necessário escolher. Dê conta dos dois.

8. Dinheiro é muito bom, mas é menos do que as pessoas imaginam.

9. A simplicidade compensa.

10. Não vale a pena viver em função do que as pessoas pensam sobre você.

11. Se possível, evitar a fama.

12. Simplificar a vida compensa.

13. Se tem um dinheiro que vale a pena gastar é com viagens com a família.

14. Falando em gastar, sempre menos do que se ganha. Colocar o dinheiro no seu devido lugar. Ele deve trabalhar pra você e jamais o contrário.

BOA SEMANA A TODOS

Post publicado no Geração de Valor por Flávio Augusto da Silva.

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SENHORES PASSAGEIROS

Nem sempre você terá todas as respostas sobre como chegará a realização de seus projetos. Mas tenha isso em mente:

1. Inicie a sua jornada mesmo sem ter todas as respostas sobre como chegará à realização de seus projetos. Muitas vezes, fazemos muitas descobertas no meio do caminho;

2. Afaste-se de propostas que firam a sua consciência e seus princípios;

3. Tenha a coragem de entrar por portas diferentes daquelas que você idealizou originalmente;

4. Nesta viagem, você é o roteirista e protagonista de sua vida, portanto, não se comporte como figurante de seu próprio filme;

5. Selecione bem os companheiros dessa viagem. Estar mal acompanhado pode te levar por outros caminhos e roteiros dos quais não terá retorno;

6. Seu troféu não vai cair do céu. Vontade de parar e as dúvidas farão parte das tempestades que você enfrentará. Não perder de vista o que te levou a jornada é fundamental para ter forças para prosseguir na hora da tempestade;

7. Não se abata com as críticas. Para não levar uma vida corriqueira é preciso fazer escolhas ousadas e contra o fluxo comum;

8. Inspire-se em vencedores. Admire, copie, inspire-se, aprenda com os erros e se for possível, aborde-os e pergunte, procure aprender sempre com os que passaram pela mesma jornada e não ficaram pelo caminho;

9. Se for para se comparar que não seja para ficar se lamentando de forma melancólica. Não caia na armadilha da inveja ou da autopiedade. Se a comparação for inevitável, que seja para encorajar-se e para olhar no espelho e dizer com convicção: eu também sou capaz.

10. A vida é uma só pra ser escravizado pelo medo. A propósito, todos os viajantes sentem medo ao percorrerem terras estranhas. No entanto, uns se acovardam e acabem não saindo do seu quintal. Já outros encorajam-se por saber que ao ficarem parados, de fato, não correm o risco de viverem na mediocridade, porque isso será uma certeza tal quanto 1 + 1 = 2. Logo, entre a certeza da mediocridade e o risco de sair em busca de seu próprio caminho, com esta nova percepção, o risco deixa de ser um problema, mas sim uma possibilidade e acaba se transformando numa oportunidade.

BOM DIA E BOA VIAGEM

Post publicado no Geração de Valor por Flávio Augusto.

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SE É DE SEU COSTUME SE OFENDER COM A VERDADE, SEM OS ARTIFÍCIOS DO GÊNERO POLITICAMENTE CORRETO, POR FAVOR NÃO LEIA. SE DECIDIR LER, VOCÊ PODE ATÉ DESCURTIR A PÁGINA, MAS NÃO RECLAME DEPOIS NOS COMENTÁRIOS.

Aceita qualquer coisa? Fique tranquilo, a vida vai lhe dar qualquer coisa.

O que você busca é apenas sobreviver? Ok, isso não é tão difícil. Você vai conseguir sobreviver.

Quer o melhor? Trabalhe por NADA menos que isso, sem planos B, e você terá alguma possibilidade de conquistar o melhor.

Qual é a fonte que define o rumo do destino de cada um?

Mentalidade medíocre gera resultados medíocres. Mentalidade vitoriosa maior as chances de conquistar resultados acima da média. A razão é simples: uma mentalidade vitoriosa persegue, como o ar que respiramos, os meios para alcançar o conhecimento necessário até consegui-los. Sem essa mentalidade vitoriosa, restam apenas justificativas, coitadismos, vitimismos e falta de iniciativa.

Onde aprender a ter uma mentalidade medíocre? Na escola, na religião mecanizada, nas rodas de bar, nos discursos de campanhas eleitorais, na televisão, na maioria das timelines das redes sociais, na universidade… a mentalidade medíocre está por toda parte, já que desde cedo fomos catequizados na escola que o bom é estar na média. MEDIOcridade é estar na média.

Onde aprender a ter uma mentalidade vitoriosa? Na realidade, a pergunta está mal formulada. A pergunta correta seria “COM QUEM aprender a ter uma mentalidade vitoriosa?” Com os que chegaram lá, com os que não seguiram as massas, com os que não ficaram apenas na teoria e colocaram corajosamente o seu conhecimento na prática. Somente é possível aprender como ter uma mentalidade vitoriosa com os vencedores. No lugar mais alto do pódio não existe espaço para teorias vazias e discursos baratos. O passaporte para subir neste lugar que poucos alcançam são os resultados concretos e não diplomas pendurados na parede.

Alguns pensam assim: “Mas Flávio, como vou ter acesso a essas pessoas vitoriosas. Isso é muito difícil e geralmente elas são inacessíveis”. Para ter acesso a essas pessoas, com a tecnologia, basta ter acesso ao que essas pessoas pensam, como elas se comportam e como lidam com as adversidades que fazem com que o ser humano comum desista de seus projetos. Como é o comportamento dos vitoriosos? Isso é o que importa. Através de materiais biográficos, redes sociais e conteúdos produzidos por eles, você tem acesso a essas pessoas como nenhuma outra geração teve esta oportunidade.

Pra finalizar, peço mais uma vez que por favor não se ofenda. Para os que ainda não entenderam, vou ser mais claro. Para fazer 1 milhão de reais em 1 ano, trabalhando honestamente, eu precisaria apenas de 30 mil reais de capital inicial em qualquer cidade do Brasil para iniciar pequeno com um projeto empresarial e crescer gradativamente ao longo do tempo. Como? Já falei aqui em meus posts várias vezes. Não importa o produto ou serviço. Isso é secundário. A essência dessa certeza que tenho e coloco na prática através de meus empreendimentos é que tento transmitir aqui pra vocês todos os dias. Aí está o valor que POUCOS conseguem sequer alcançá-lo e o tratam de forma limitada como se fosse uma teoria sensacionalista.

O conhecimento que distribuo diariamente aqui em meus textos e vídeos está permeado dessa convicção que contraria o modelinho medíocre que essa sociedade apresenta aos jovens, condicionando-os a resultados pífios e fazendo-os ainda acharem que tudo isso é normal. Antes de tudo, é preciso sair da conformidade. Sem isso, tudo continua na mesmice.

A prova do que estou escrevendo é que desde que fundei o GV em 2011, vendi uma empresa que havia fundado há 18 anos por cerca de 1 bilhão de reais (2013) e, de lá pra cá, em menos de 2 anos, comprei outra empresa nos EUA que já vale mais do que a primeira que vendi no Brasil no ano passado. Além disso, outras empresas que fundei no último ano também já decolaram. Essa é a diferença…

Não sou filósofo, teórico ou escritor de auto-ajuda. Sou um empresário que saiu do zero e que não me conformo em apenas desfrutar de minhas conquistas, o que seria legítimo. Ninguém será capaz de me convencer do contrário. Você pode fazer o mesmo, uma vez que se livre da mentalidade tóxica, medíocre e requentada distribuída pela sociedade e costumeiramente aceita de forma passiva pelos jovens.

O sucesso é uma ciência exata que todos podem aprender. Aprender a SER primeiro para depois FAZER e por consequência TER.

Meu sonho é conseguir transmitir esta certeza para mais pessoas. Não tenho o que reclamar, pois muitas já tem colocado em prática e colhem resultados por isso, mas infelizmente, outros acham que os textos são motivadores e bonitinhos, mas parece que ainda estão presos a boiada e entorpecidos pela ilusão da estabilidade, mergulhados em referenciais que são muito abaixo do desejável e que por isso, entram e saem das semanas sem sair do lugar. Desperdiçam o seu potencial, usando os textos do GV apenas como entretenimento massageador da alma para deixar o seu cérebro ainda mais obeso. Sim, conhecimento não colocado em prática produz obesidade cerebral. Por isso, acabam não usando este conteúdo como combustível e conhecimento para transformarem os seus sonhos em realidade. O que falta? Apetite. E estando sem fome, conformam-se com migalhas.

Em 2014, fez 3 anos que estou aqui todos os dias, 365 dias por ano, dias úteis, fins de semana e feriados, fielmente, enviando-lhe uma mensagem. O que quero em troca? Apenas ter a certeza de que sua vida seja transformada assim como transformei a minha. Estou devolvendo para o mundo um pouco do que aprendi.

Eu não sou melhor do que você. Então, por que não descobrir que o mundo é muito mais do que aquilo que lhe foi apresentado?

 

Post publicado no Geração de Valor por Flávio Augusto.

É por isso que admiro o trabalho do Flávio Augusto, ele não se contenta em só atingir o objetivo, mas ele busca incondicionalmente que você também conquiste o seu objetivo. 

Seguir bons exemplo nos fazem crescer. 

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O que eu faria se tivesse 18 anos

Shutterstock

Um GV perguntou recentemente: “Flávio, se você tivesse minha idade (18 anos), com seu conhecimento e experiência, o que você faria?

Respondi:

1. Jamais teria um emprego.

2. Venderia algum produto. Qualquer um: picolé, bala, bombom, relógio, pão etc. Identificaria o produto com o qual mais me identifico e estudaria tudo sobre ele.

3. Jamais me envolveria com pirâmides.

4. Numa segunda fase, depois de conquistar um pouquinho de capital, criaria modelos recorrentes de venda desse produto, tipo um serviço de entrega de pães todas as manhãs com consumidores associados. Me dedicaria a vender esse plano. Tudo sem muito capital, mas que me permitissecomeçar pequeno e sonhar grande e com escala.

5. Viveria com não mais do que 50% do que ganhasse para ampliar meu capital de giro.

6. Me dedicaria a estudar todas as fases do processo a fim de começar a fabricar meu próprio produto e investiria em minha própria marca.

7. Ampliaria meu mix de produtos.

8. Criaria canais de distribuição alternativos, por exemplo, franquias, online, venda direta, B2B etc.

9. No auge da companhia, venderia para um fundo, banco ou concorrente, embolsando uma enorme liquidez.

10. Com 5% do capital conquistado, começaria tudo de novo e investiria os 95% em investimentos conservadores em moeda estrangeira.

Sabe quais são os problemas mais frequentes?

1. O sistema de ensino convencional não prepara para nada isso.

2. A sociedade discrimina os que começam esse tipo de jornada, mas bajula os que chegam ao final dela.

3. As pessoas têm medo de sair do quadrado.

4. Você raramente terá apoio se disser que não quer mais seguir a boiada.

5. Capital é bom, mas é possível conquistá-lo vendendo.

6. Pessoas convencionais têm preconceito com vendas.

7. Muitos, ao conquistarem seu primeiro sucesso, querem logo comprar um carro zero como sinal de status e, em vez de ampliarem seu capital de giro, ampliam suas dívidas.

8. Outros ficam apegadas e por isso perdem o timing para vender seu negócio.

9. Lucro não é pecado e sonhar não é para alienados.

10. Você vai atrair interesseiros. Saiba quem é quem nesse game.

O mais legal é que muitos desavisados quando leem isso acham que é tudo teoria e logo abrem o bocão para dizer: “Falar é fácil, mas a prática não é tão simples assim”. Bem, nos últimos 20 anos, fundei uma dezena de empresas. Comecei minha vida vendendo relógios do Paraguai e, em seguida, vendi curso de inglês. Hoje, vendo empresas. Não, não é nada simples, mas uma coisa eu tenho a certeza: se eu tivesse 18 anos de idade com o conhecimento que tenho hoje, certamente não seguiria a boiada nem o modelinho convencional para o qual a grande multidão é diariamente treinada dentro das escolas e universidades.

 

Post publicado no Portal Administradores por Flávio Augusto.

 

Agora eu repasso essa pergunta para você meu caro leitor.

O que você faria se tivesse 18 anos e com a experiência do empresário Flávio Augusto?

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SÓ ACERTA O ALVO QUEM O ENXERGA

O ápice do sucesso de um empreendedor não acontece quando ele começa a ganhar o lucro de seu negócio; nem quando ele é reconhecido pelo público; nem quando sua empresa aparece nos jornais, quando a sua marca passa a ter evidência e tampouco quando se torna líder de seu mercado.

O ápice do sucesso de um empreendedor acontece quando o reconhecimento da empresa que ele criou é tão grande a ponto do mercado se dispor a pagar para adquiri-la. Ou seja, o empreendedor alcança o ápice de seu sucesso quando ele vende o seu negócio, realizando o lucro do patrimônio que construiu.

Nos EUA, por exemplo, empreendedores que vendem o seu negócio logo são reconhecidas por pessoas comuns, pois já há uma percepção madura da população sobre o que representa esta conquista.

No Brasil, lembro-me que logo depois que vendi minha empresa no ano passado, numa das maiores transações da história do setor de educação, algumas pessoas me perguntaram, preocupadas: “Mas Flávio, por que você vendeu a sua empresa? Você está passando por algum problema?” rss

Todos nós estamos sempre vendendo alguma coisa. Empregados vendem a sua hora para uma empresa em troca do salário. Outros vendem os seus produtos ou serviços através de suas empresas. Num outro patamar, empresários vendem ações de suas companhias. Mas no topo, criadores de modelos de negócios venderão para o mercado os empreendimentos bem sucedidos que criaram.

Enxergando em perspectiva, o que você está vendendo agora? Horas, produtos, ações ou empreendimentos?

 

Post publicado no Geração de Valor por Flávio Augusto.

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Como abrir uma empresa passo à passo

Vídeo muito bom, eu recomendo para quem pretende abrir uma  empresa e não sabe como.
Valeu Seiiti Arata e Flávio Augusto por postar esse vídeo.