Você é disperso?

“Como? O que você disse? Estava pensando em outra coisa…”

É muito comum que qualquer pessoa fique dispersa em algum momento durante o dia. Afinal, são inúmeras, as tarefas cotidianas e quase infinitos, os pensamentos que povoam nossas mentes diariamente.

Mas uma boa dose de dispersão pode atrapalhar sua produtividade no trabalho e consequentemente sua carreira. Você pode, por exemplo, não ter prestado total atenção na tarefa que seu chefe passou na parte da manhã e, agora, está perdendo seu tempo tentando lembrar o que foi dito ou decidindo se vai perguntar a ele. E perguntando ou não, você fica prejudicado profissionalmente.

Atenção e foco são, de fato, vitais para a realização de um trabalho bem feito e imprescindíveis para sua eficiência, que é fazer sua obrigação da forma esperada, mas sem desperdício de tempo, dinheiro etc. E quando a produtividade é medida, fica mais fácil notar que há uma diferença entre os colaboradores mais concentrados e os dispersos.

Há várias causas para a dispersão. Geralmente, quando alguém está com um “problema de tempo presente”, quer dizer, tem uma situação difícil ou conflitante atual (como problemas de relacionamento ou doença na família etc.) é muito comum manter a atenção no problema e não no que acontece ao redor.

Mas há um tipo de dispersão que pode ser resolvido muito facilmente e é a que ocorre quando alguém está lendo, estudando ou até recebendo instruções verbais.

O educador e filósofo L. Ron Hubbard investigou o campo da educação por três décadas. Neste período ele examinou o processo do aprendizado por completo, incluindo a habilidade de aplicar o que foi ensinado. E como resultado, Hubbard isolou e identificou as três barreiras ao estudo que impedem a compreensão de qualquer assunto.

Cada barreira causa específicas reações físicas e mentais nos estudantes, como dispersão, sono, tédio, raiva, tontura e até dor de cabeça, entre outros sintomas.
Normalmente, estas reações são muito bem notadas pelos estudantes, pais e professores. O que nunca tinha sido descoberto antes era a razão dessas manifestações, nem como resolvê-las.

Um indivíduo começava a estudar, por exemplo, ficava disperso e sentia sono; achava então que deveria tomar café ou tirar uma soneca. A verdadeira causa da dispersão e do sono nunca tinha sido antes revelada.

Hubbard escreveu: “A única razão pela qual uma pessoa desiste de um estudo, fica confusa ou incapaz de aprender, é porque deixou passar uma palavra que não foi compreendida. Todo assunto que estudou e abandonou continha palavras que deixou de definir.”

E esta situação pode ocorrer também no ambiente profissional quando o colaborador se depara com uma palavra que não entende completamente em seu material de trabalho ou em ordens de superiores. Ele vai ficar disperso, confuso e, consequentemente, incompetente.

Então, cada vez que você se sentir disperso no trabalho, ou nos estudos, alcance o “Pai dos Inteligentes” (dicionário) e esclareça bem a palavra que não compreendeu. Experimente e veja como ficará mais competente e produtivo!

Post publicado no Portal Administradores por Lucia Winther.

Deixe o seu comentário aqui embaixo!

Anúncios

Entre o querer e o realizar

Estamos no final de 2014 e eu lhe pergunto: você se recorda do que planejou para este ano? O mês de dezembro simboliza o término de um ciclo. Tendencialmente, utilizamos seus últimos dias para refletirmos sobre o que nos aconteceu e pensamos sobre o que queremos para próximo ciclo. Criamos expectativas, ficamos empolgados para começar a pôr em prática tudo o que queremos. O novo ano vem, os dias vão e… o que acontece?

Proponho que você retorne no tempo, mais precisamente até 31 de dezembro do ano passado. Quais eram suas expectativas? O que você desejou para 2014? Fez algum pedido? Planejou realizar alguma coisa? Agora caminhe em sua linha do tempo em direção ao dia de hoje. Caminhe lentamente. Recorde o que já viveu até agora. O que você fez em janeiro? E fevereiro? Percorra cada mês, identificando suas realizações. O que aconteceu? O que você fez até agora colaborou para a realização de tudo o que você sonhou naquele dia 31 de dezembro?

Eu gostaria que todos os respondentes desta pergunta dissessem que sim, mas a realidade é bem diferente disso. Venho observando ao longo de alguns anos, em treinamentos, sessões de coaching e nos meus relacionamentos pessoais, que mais de 70% das pessoas não conseguem concretizar seus objetivos.

O que há entre o querer e o realizar? O que precisamos fazer para transformar nossas intenções em ações?

Observaremos alguns fatores que direcionam para o alcance de objetivos, sejam eles pessoais ou profissionais:

1. Identificar o que se quer: por mais óbvio que este item possa parecer, é imensa a quantidade de pessoas que não sabe exatamente o que quer. Saber onde você quer chegar é pré-requisito para iniciar sua caminhada na direção de seus objetivos. Imagine, agora, que você alcançou seu objetivo… Onde você está? O que está fazendo? Visualize cada detalhe e perceba como você se sente tendo alcançado o que queria.

2. Ter uma expectativa otimista em relação ao que se quer: existem dois tipos de fatores que influenciam na realização de um objetivo: os externos e os internos. Os fatores externos são aqueles sobre os quais não temos controle: as outras pessoas, o ambiente, regras, fatores sociais, etc. Fatores internos são aqueles cujo domínio está em nossas mãos: nossas crenças, atitudes, motivações. Boa parte do insucesso no alcance de objetivos se deve a fatores internos.

O nome disso? Autossabotagem! Henry Ford afirmou que “se você acreditar que pode ou se acreditar que não pode, você está certo”… Suas crenças determinarão boa parte do sucesso de suas ações. Pense, neste momento, em que você acredita? Mapeie todas as palavras e frases que você diz para você mesmo sempre que pensa no seu objetivo. Existem perspectivas negativas? Identifique-as e as substituas por afirmações positivas sobre você mesmo e sobre sua capacidade de merecer e conquistar seu objetivo. Faça deste um exercício constante. Sempre que as crenças limitantes surgirem, providencie que sejam substituídas imediatamente por outras que possam lhe impulsionar na direção que você quer.

3. Declarar claramente o que se quer: desenvolver um objetivo e um planejamento detalhados é a forma mais eficaz de ter clareza sobre o que se quer e como fazer para chegar lá. Coloque suas ideias em um papel. O que você quer? Como? Quando? Onde? Com quem? Por que você quer? Qual a importância disso pra você? O que você ganha alcançado este objetivo? E o que você perde? Ah, sim… pois toda escolha implica em uma renúncia. Sempre que você escolhe um caminho, você está deixando de escolher outro.

Do que você está disposto a abrir mão para conseguir o que deseja? O ser humano busca se aproximar do prazer e se afastar da dor. Buscamos o prazer de conseguir o que queremos, mas sem a dor do caminhar. Pelo que você está disposto a passar para alcançar seus sonhos? Planeje cada passo. Mapeie riscos e possíveis formas de contorná-los. Identifique meios para avaliar se o seu plano está favorecendo o alcance de seus objetivos, para o caso de ser necessário o ajuste de rumo. Tenha seu plano em um local onde possa visualizá-lo constantemente. Declare para você mesmo e para os outros onde você quer chegar.

4. Arriscar-se na direção do que se quer: arriscar é ousar fazer. Significa mobilizar-se física, mental e emocionalmente. É fazer acontecer. Você já possui um plano. O que está esperando pra colocá-lo em prática? É de Soren Kiekegaard, filósofo e teólogo dinamarquês do século XIX, o texto que diz: “Pessoas que não arriscam, que nada fazem, nada são. Podem estar evitando o sofrimento e a tristeza. Mas assim não podem aprender, sentir, crescer, mudar, amar, viver…” Ao longo do caminho, pode ser que você duvide de sua capacidade, pode ser que você acredite que é melhor continuar onde está. Se você persistir até que os primeiros resultados apareçam, verá o quão gratificante é saber que você pode chegar onde quiser!

5. Agradecer e perdoar: você chegou onde queria! Lembre-se de agradecer por suas conquistas. Agradeça ao Universo, a Deus ou ao que mais faça sentido para você. Agradeça às pessoas que fizeram parte da sua jornada. E perdoe. Perdoe a si mesmo por qualquer falha. Perdoe aos outros e peça perdão, se for necessário. Saber agradecer e saber perdoar são algumas das habilidades que nos tornam merecedores das mais nobres conquistas.

6. Avaliar o processo: faça uma retrospectiva de tudo o que você fez para chegar onde chegou. Reveja seu plano de ação. Lembre cada passo, o que foi seguido à risca, o que precisou ser adaptado, erros e acertos. Se possível, escreva suas percepções. Identifique o que você faria de novo e o que não repetiria. Além de poder viver a alegria de se realizar, vivencie o prazer de poder aprender com sua jornada.

E você? O que tem feito para se sentir realizado? Sugiro que comece mapeando o que você realmente quer. Uma longa caminhada sempre começa com o primeiro passo…

Post publicado no Portal Administradores por Mariana Vidal.

Deixe o seu comentário aqui embaixo!

Eduque seu filho apesar da escola

iStock

Faz sentido, até o ensino médio, gastarmos tanto tempo memorizando a tabela periódica, aprofundando-se em conceitos de análise sintática, decorando nomes de rios, montanhas e cidades da China, dentre outras informações que serão “deletadas” de nosso cérebro logo depois da famigerada prova?

A maior contradição não está em utilizar esse tempo para acumular essas informações pouco práticas sob o ultrapassado pretexto da importância dos conhecimentos gerais, mas, sim, em não utilizar todo esse tempo para estudar o que de fato faria mais sentido para a vida das pessoas.

Por exemplo, até o final do ensino médio, considero que todos os alunos deveriam aprender, com aulas semanais durante todo o ano, sobre esses assuntos abaixo:

1. Direito do consumidor – Saber sobre seus direitos não é exclusividade de um advogado. Uma sociedade que sabe sobre seus direitos não será ludibriada e se tornará um regulador orgânico das práticas utilizadas no mercado.

2. Educação financeira – Será possível mensurar o tamanho da importância para uma pessoa saber administrar seu dinheiro? Saber investir seus recursos? Saber se comportar diante de seus instintos consumistas? Educação financeira deveria ser ensinada desde o jardim da infância.

3. Primeiros socorros – Conhecimentos sobre o assunto podem salvar vidas a qualquer momento e em qualquer lugar.

4. Oratória – Falar em público é um fantasma para muitos, mas isso não precisava ser assim. Oratória é uma questão de treino, de prática que não se adquire aleatoriamente em apresentações eventuais de trabalhos. Oratória se aprende com técnicas e prática. Adultos penam em sua vida porque desperdiçaram seu tempo por não aprenderem o que de fato seria útil para sua vida.

5. Inteligência emocional – Mais importante do que os problemas inevitáveis da vida, é como reagimos a eles. Em geral, a população é analfabeta emocional, ficando refém de sua ansiedade e fragilidades, das quais se acostumou a ficar refém. Desenvolver mecanismos e ferramentas de gestão das emoções é fundamental para se tornar um profissional bem sucedido, um empreendedor de sucesso e um pai ou mãe equilibrados.

6. Produtividade – Porque países com a Alemanha têm uma carga de trabalho menor que a brasileira e produzem mais? Não é por acaso. Há processos, cultura produtiva e foco. De novo, isso não é uma coincidência, mas sim resultado de técnicas e uma cultura produtiva.

7. Assistência social – Assistência social no Brasil é logo associada a programas governamentais ou de ONGs específicas. No entanto, a consciência social é algo que pode ser ensinada desde cedo. Cargas horárias de trabalhos voluntários em programas sociais, seja em comunidades carentes, hospitais, asilos, dentre outros projetos, deveria fazer parte da formação dos jovens brasileiros. Como seria a sociedade se todos os alunos, até o final do ensino médio, aprendessem sobre esses temas que estão muito mais relacionados ao nosso estilo de vida atual?

Aprisionamos nossas crianças em salas quadradas, cubículos onde eles se sentam enfileirados para receber de forma passiva um conteúdo vindo muitas vezes de um professor desmotivado, mal pago e, frequentemente, frustrado, sustentado apenas pelo seu ideal já cansado e sem esperança, questionando a vida e estressado com crianças e adolescentes a cada dia mais de saco cheio desse modelo.

Se a criança é questionadora e não tem paciência para esse modelo longe de sua realidade, a moda agora é considerá-la doente, com TDAH, e recomendar que a criança seja drogada com Ritalina. O Brasil já é o segundo consumidor dessa droga no mundo.

Há alguns dias, postei um conselho que dei a meu filho falando sobre o que penso sobre a universidade. O post foi lido por quase 1 milhão de pessoas e dezenas de milhares delas curtiram ou interagiram com o conteúdo de acordo com os relatórios. Mas ainda me impressiono como muitos ficam presos. Na verdade, agarrados a esse modelo falido e ainda tentam defender, na verdade, porque têm medo de descartá-lo, pois depositaram toda a sua esperança no conto de que a escola é sinônimo de educação. O principal papel de um pai é educar seu filho apesar da escola, apesar dos meios de comunicação e apesar do senso comum que alimenta esse sistema medíocre.

Pense em tudo que escrevi acima, mas, acima de tudo, saiba que você é responsável por sua educação e não a escola ou a universidade. Não delegue isso para ninguém.

Estude muito, mas muito mesmo, muito mais do que o pessoal que se alimenta passivamente do que é despejado em seu cérebro diariamente nos bancos das universidades, mas não necessariamente pelas vias formais, porque essas são superficiais e muitas vezes fora da realidade.

Sobre o que você vai fazer em sua vida, meu conselho é: seja feliz. Mas saiba que ser empregado não é a sua única alternativa. Você pode ser atleta, artista, músico, político, filantropo, empreendedor, ou seja, você pode ser o que quiser e não somente alguém que vai sair de casa às 7h da manhã e chegar todos os dias à noite em troca de um salário no final do mês.

A escola/universidade tem que preparar para a vida e não dar uma preparação superficial para se arrumar um emprego, seguindo a antiga mentalidade industrial. Pessoas preparadas para a vida têm muito mais chances de serem melhores profissionais e quem sabe se tornarem até donas de seu próprio negócio. Mas, acima de tudo, elas têm muito mais chances de serem felizes.

Post publicado no Portal Administradores por Flávio Augusto.

Deixe o seu comentário aqui embaixo!

7 dicas de empreendedorismo que todo jovem empreendedor deveria ler

Sempre pensei: quem sou eu para dar dicas de empreendedorismo?! No entanto, na minha passagem por diversas startups e no meu humilde aprendizado dos últimos anos, constatei que algumas dificuldades não mudam. Compartilho então algumas dicas, e espero que sejam úteis na trajetória de empreendedorismo de alguns!

1. PREPARE-SE PARA ERRAR

Jovens empreendedores precisam ser humildes e estar preparados para errar muito. A sociedade em geral não prepara ninguém para o fracasso, mas ele sempre vai existir em alguma proporção, na vida de empreendedorismo. Pode ser uma reunião fracassada, uma parceria, um projeto.

Você precisa passar pelo fracasso, analisá-lo de perto, entender porque ele é necessário. Depois passar adiante com rapidez, para não ser sugado por uma derrota qualquer. Quando resolvi empreender, um mentor meu me falou que quando eu estivesse tendo uma semana ruim, entendesse que provavelmente as coisas ainda iriam piorar MUITO, antes de melhorar.

2. FALHE RÁPIDO

Todo empreendedor deve falhar rápido. Não digo falhar no empreendimento em si, mas isso irá acontecer em algum projeto. Se possível, o quanto antes. Acredito que depois que você falha algumas vezes, você enxerga com mais facilidade os erros quando se aproximam, e consegue descobrir soluções com maior agilidade.

3. NÃO DEPENDA SOMENTE DE PARCERIAS

Digo isso porque geralmente quando pequenas empresas fazem parcerias, um lado tem sempre um interesse maior do que o outro. Um lado acaba se esforçando mais que o outro e o resultado acaba sendo menor que o previsto. Isso acontece tanto no Brasil, quanto em startups lá fora.

4. JUNTE-SE COM EMPRESAS SIMILARES

Uma dica é sempre se alinhar em parcerias com empresas que tenham o mesmo perfil. Mesmo que signifique se unir com outras empresas pequenas, a chance de dar certo é potencializada. Não adianta fazer parceria com a Coca cola e seu projeto ser a última prioridade deles, certo?

5. NÃO EXISTE FOLGA

Tecnicamente, não existe final de semana e nem férias. O empreendedor pode (e deve!) até descansar, mas sua mente está sempre ativa no “background”. E normalmente são estes os momentos onde surgem novas ideias, estratégias e as soluções mais criativas. No fundo, tudo serve como inspiração.

6. SEJA REALISTA NAS FINANÇAS

O cuidado financeiro mais importante no início de qualquer negócio é saber o quanto você pode investir e quanto tempo pode aguentar antes de ter qualquer retorno. Geralmente, os empreendedores gastam mais do que esperam no investimento inicial. Isso sozinho já é um fator de estresse. Aliado ao fato do retorno normalmente demorar mais para chegar, o empreendedor pode ficar sem fôlego para manter o negócio em pé. Imagine que você treina durante um tempo para um percurso de natação, e sabe que pode chegar ao outro lado sem problemas. No entanto, quando está no meio do percurso, percebe que a piscina ficou mais comprida. Se não estiver muito bem preparado, o empreendedor pode se afogar antes mesmo de avistar a borda que estava mirando.

7. ALIMENTE SEU ESPÍRITO EMPREENDEDOR

Li em algum lugar que com o tempo, o empreendedor acaba por se rodear de pessoas interessantes com espíritos empreendedores, se alimenta dessas conversas e isso acaba virando seu círculo de amizades. Acredito que não somente as amizades, mas as atividades da vida do empreendedor, passam a ser estimuladas pela criatividade empreendedora e a sede de aprender algo mais.

Post publicado no Portal Administradores por Sabrina Gallier.

Deixe o seu comentário aqui embaixo!

Qual marca você deixará no mundo?

Pode existir um abismo entre o que você deseja conquistar na vida e o que as pessoas pensam sobre você. Sabemos que não se vai a lugar algum sozinho, e aliados fazem parte da construção. Viver em sociedade significa externalizar intenções e desejos, para que assim ocorram trocas e a soma em prol de infinitas causas e ideais.

Sabe quando aquela vaga dos seus sonhos abre e ninguém se lembra de você para ocupá-la? Aquele projeto de abrir uma empresa no ramo que você gostaria de atuar e não pensam em você para participar? Ou até mesmo aquela banda que começou a ensaiar e não pensam em você como alguém disposto a embarcar de cabeça nesse projeto?

Muitas oportunidades que você busca, com certeza podem estar ligadas a pessoas do seu ciclo social, ou a qualquer outra pessoa do mundo. Você deixa claro ao mundo quais são seus objetivos, para que essas oportunidades possam te enxergar?

Costuma-se colocar a culpa nos outros, no Universo, ou até mesmo na “falta de sorte”, mas é muito importante olhar para dentro de si em primeiro lugar.

Você sabe o que deseja para sua vida, e onde quer chegar?
Qual é a mensagem que você passa ao mundo?
As pessoas ao seu redor sabem o que você deseja.

*Desafio de hoje: Busque pelo seu nome no Google e tente interpretar os resultados. A mensagem está de acordo com o que você passa no seu dia-a-dia? Como as pessoas que estão ligadas à sua missão entenderiam esses resultados? Faça o mesmo com seu Facebook.

Conhecer-se profundamente e entender quem é o “EU” que irá alcançar sua Missão de Vida, para então saber se posicionar para o mundo e consequentemente construir uma mensagem que seja congruente com sua essência e represente seus verdadeiros anseios. Tenha um propósito, deixe sua marca. Essa é a fórmula para um bom posicionamento!

Multiplique-se e coloque seu Eu Digital para trabalhar pra você. Estruture seu posicionamento nas redes, mapeie pessoas, produza conteúdo, e principalmente, estoure as bolhas que prendem você e suas ideias em um universo limitado. Deixe o mundo enxergar seus propósitos e seus ideais. Crie sua marca e deixe sua marca, lembrando que marca é o espaço que você ocupa na mente das pessoas.

Comece pelo seu círculo de amigos, siga para seus contatos mais distantes e esteja em eventos ligados às suas áreas de atuação. Ultrapasse as barreiras e ganhe o mundo, não tenha medo de escolher uma linha e seguir em frente.

Sucesso é você alinhado com a sua missão de vida e sendo reconhecido por isso!

Post publicado no Portal Administradores por Henrique Ferrer.

Deixe o seu comentário aqui embaixo!

Por que não?

– Por que seguir o fluxo padrão da sociedade mesmo sabendo que muitas coisas não fazem mais sentido pra você? Porque te falaram que deveria ser assim?

– Por que ser apenas mais um no meio da multidão e fazer o que todo mundo faz? Porque te falaram que deveria ser assim?

– Por que passar anos enjaulado em busca de um pedaço de papel sem ao menos saber a sua missão de vida, seu propósito, seus projetos e se esse curso vai de fato contribuir para isso? Porque te falaram que deveria ser assim?

– Por que ficar preso em um emprego que você não gosta e que não esta de acordo com sua missão? Porque te falaram que deveria ser assim?

– Por que financiar a casa própria por 30 anos, pagando 3 vezes mais pelo simples fato de poder falar que ela é sua? (Obs.: mesmo sendo do banco). Porque te falaram que deveria ser assim?

– Por que depender da aposentadoria do governo sabendo que ele é totalmente ineficiente na gestão de qualquer coisa em vez de VOCÊ cuidar de seu futuro? Porque te falaram que deveria ser assim?

– Por que ter medo de seguir a sua paixão e seu propósito sabendo que essa vida é apenas um processo de treinamento? Porque te falaram que deveria ser assim?

– Por que fazer a mesma coisa que você sempre fez e ainda esperar resultados diferentes? Porque te falaram que deveria ser assim?

– Por que ter medo de ser quem você realmente é, dizer o que realmente sente e fazer o que realmente gosta? Porque te falaram que deveria ser assim?

Para de aceitar e seguir tudo que te disseram que deveria ser assim e comece a refletir, POR QUE NÃO?

Post publicado no Portal Administradores por João Cristofolini.

Deixe o seu comentário aqui embaixo!

O cérebro reptiliano

iStockphoto

Todos os seres humanos possuem aquilo que os antropólogos, sociólogos e estudiosos da psicologia cognitiva chamam de cérebro reptiliano, localizado no topo da espinha dorsal. Este pequeno órgão é considerado o responsável pela nossa sobrevivência há milhares de anos.

O cérebro reptiliano não é um mero conceito. Ele é fato, está sempre com fome, sede, medo, raiva e tenso. Sua preocupação principal é a segurança, pois aprendeu há muito tempo que é bem mais fácil entrar na zona de conforto do que lutar por um lugar ao sol.

O aumento da complexidade humana e, por consequência, o aumento da competitividade no mundo em que vivemos favoreceram a identificação do cérebro reptiliano. É possível distinguir claramente quando utilizamos o resultado do nosso processo evolutivo (razão) e quando utilizamos o resultado do processo irracional (emoção), fruto da herança reptiliana.

Apesar de termos evoluído bastante em termos de cooperação, o cérebro reptiliano define as regras da sobrevivência. É um ser enigmático, irracional, de dimensões primitivas, predominante no comportamento humano.

Nas palavras de Seth Godin, autor e guru norte-americano, o cérebro reptiliano vai lutar até a morte se necessário, mas ele prefere fugir. Em geral, é vingativo e não vê nenhum problema em ficar com raiva. Importa-se com o que todo mundo pensa e manter o status na tribo é essencial para a sobrevivência.

Diferente dos seres humanos, os animais ainda possuem o seu cérebro cem por cento reptiliano. Eles fazem o que fazem porque é a única coisa que sabem fazer, usar o instinto. Você nunca vai encontrar o leão argumentando com a presa: – hum, será que devo comê-lo ou não?

O cérebro reptiliano é o órgão responsável pelo seu medo, pela sua resistência, pelo recuo na maioria das vezes. É a razão pela qual você não expressa integralmente todo o seu potencial. É a única fonte de bloqueio da sua genialidade ou da sua vontade de realizar as coisas.

Quantas ideias boas você já teve na vida? Centenas delas, ou será que você só tem ideia ruim? Dentro de cada ser humano – isso não é privilégio de um nem de outro – existem duas partes distintas: o sim e o não, o otimista e o pessimista, o gênio e o resistente.

Daemon é uma palavra grega que os gregos acreditavam se tratar de um ser separado que habita em cada um de nós. Os romanos se referiam ao daemon como gênio, ou seja, aquele que vive dentro do ser humano para produzir arte em qualquer área com a qual ele se identifique.

Antes da Revolução Industrial e dos empregos formais, éramos todos gênios ou daemon. Dentro de nós havia um artista genial, um pintor, um escultor, um artesão de mão cheia, um músico capaz de extrair som dos instrumentos mais primitivos.

Com a Revolução Industrial e a promessa dos empregos seguros, estáveis e tranquilos, a maioria foi confinada em espaços milimetricamente planejados para abafar o gênio e estimular a resistência.

A resistência existe há um milhão de anos. O daemon (gênio) também, entretanto, a resistência é mais forte na maioria das pessoas. Ela tem medo do que pode acontecer se você se tornar diferente. Ela não está acostumada ao sucesso, portanto, ela assume o controle e tenta se proteger.

Imagine se a resistência vai deixa-lo abandonar o emprego que você conquistou com tanto esforço, afinal, ali você está garantido pelo resto da vida ainda que não seja feliz. De fato, o cérebro reptiliano existe para mantê-lo vivo. A resistência provoca angústia, ou seja, conflito entre suas ideias geniais e o mundo lá fora.

A resistência quer que você se aposente primeiro, pois falta apenas vinte anos e o que são vinte anos? Você não vai trocar o emprego fixo por essa ideia maluca de abrir o próprio negócio, vai?

Em todos os momentos, a resistência está sempre tentando inibir as ideias brilhantes que o daemon produz. Lembre-se das ideias fantásticas que você já teve, mas foram abafadas pela sua resistência. E o que é pior: as ideias que você abandonou renasceram na cabeça de alguém que soube neutralizar a resistência e aproveitá-las melhor.

O exemplo mais vivo que tenho em mente é o de Eloy D´Avila, fundador da Flytour, a maior empresa de pacotes de viagem do Brasil. A empresa fatura hoje mais de R$ 4 bilhões por ano. A resistência o perseguiu por vários anos e, apesar de tudo, o daemon se saiu vencedor.

Depois de apanhar em casa, perder todos os dentes da frente com um soco, passar fome, perambular pelo sul e sudeste de carona em carona, dormir em pontos de ônibus, bancos de praça e areias da praia, vender pastéis, ser mordido por cachorros raivosos, contrair sífilis e passar por todo tipo de privação, ainda conseguiu se salvar e criar uma empresa de nome internacional.

Se você acha que tem problemas, leia a história dele na Internet. Você pode digitar a frase “Passei muita fome, conta o dono da bilionária Flytour” no Google e ler a história completa. Leia do começo ao fim e tire suas próprias conclusões. É de tirar o fôlego.

A resistência adora normas, políticas e procedimentos. Ela vai sempre à escola e vive repetindo que você precisa de um diploma para ser feliz. Então, você se submete. Ela não quer que você pense. Ela quer que você aceite de bom grado a vida como ela é. Ter chegado até aqui já não é suficiente? – diz a resistência.

Assim como é na vida pessoal é na profissional. Você trabalha o tempo todo com pessoas que vivem à mercê da resistência e adoram seguir as regras, afinal, em time que está ganhando não se mexe. A resistência vive esbravejando ao seu ouvido: – cuidado, você pode fracassar.

Portanto, cada vez que você ouvir a voz da sua resistência lembre-se: na maioria das vezes você vai fracassar, mas se fizer um levantamento rápido de todas as pessoas que já fracassaram, incluindo amigos seus, vai ver que todas estão vivas e a maioria venceu o cérebro reptiliano.

Como diz o próprio Godin, você se torna um vencedor quando se torna bom em fracassar. Ao tentar de novo por muitas e muitas vezes você vai fortalecer o daemon e dar um claro sinal de demonstração que a resistência não tem a mínima chance contra você.

Pense nisso e empreenda mais e melhor!

Post publicado no Portal Administradores por Jerônimo Mendes.

Deixe o seu comentário aqui embaixo!