Qual o tamanho do seu sonho?

Este é um dos grandes dilemas da vida.

Chega uma hora que o que mais queremos é tranquilidade, menos dores de cabeça, um trabalho menos estressante, enfim, levar a vida numa boa. Mas nem todo mundo gosta disso, certo?!

Existem pessoas que nasceram para solucionar problemas, que sentem prazer e motivação em ser o “desengripante” que desemperra aquela engrenagem enferrujada que pode ser um processo, uma pessoa ou a própria equipe. Pessoas que pensam como empreendedores dentro das empresas para quais vendem o seu tempo em troca de uma remuneração justa e buscam ter papel relevante dentro dos resultados da organização.

Mas e quando o ambiente não ajuda ? Quando os líderes tolhem a criatividade e a iniciativa das pessoas ? O que fazer ? Como podemos ver existem “n” variáveis que acabam favorecendo ou prejudicando nossa capacidade de sonhar. Então esse é o momento de ter um maior senso crítico e saber peneirar aquilo que é realidade e o que é simples comodismo ou aceitação do inaceitável.

O ambiente impacta bastante na nossa capacidade de sonhar, porque nele a maioria das pessoas é de personalidade reativa e desta forma tendem a ver o que está errado ao invés das oportunidades e assim sendo acabamos sendo bombardeados por reclamações ou com frases como “aqui sempre foi assim”, “não é da minha responsabilidade”, “atrasei o relatório porque fulano não me enviou as informações em tempo hábil”, etc.

A auto sabotação também prejudica nossa capacidade de sonhar, isto acontece quando colocamos a culpa das nossas frustrações em terceiros, ou seja, na esposa ou marido que não apoia sua ideia, no chefe que não percebe o seu valor, na empresa que não dá oportunidade de crescimento e até mesmo no bom salário que remunera uma função medíocre. Tudo isso leva a pessoa a zona de conforto e mata nossa capacidade de realização.

Então, diante de todas essas variantes acredito que sonhar grande ou sonhar pequeno dá o mesmo trabalho. Quem sonha pequeno reclama da vida, da esposa, do chefe, da empresa e perde seu tempo procurando desculpas que justifiquem suas frustrações.

Agora se você está entre os 15% das pessoas (estimativa minha) pró-ativas que querem fazer a diferença, mesmo que em alguns momentos tenha uma recaída se tornando temporariamente reativo (pode ser o que está acontecendo agora) busque o que te trouxe até aqui, qual era o seu propósito e nessa retrospectiva tente identificar onde você perdeu a capacidade de sonhar grande. Busque recuperar essa capacidade, revigore sua mente e tenha uma atitude mais positiva e pró-ativa, no começo vai ser difícil mas de passo em passo você vai evoluindo, percebendo os resultados positivos dessa mudança e recuperando o hábito de ser inquieto e obcecado pela excelência de seus resultados.
Por isso sonhe grande!!! E tenha uma atitude grande para poder realizá-lo.

Post publicado no Portal Administradores por Clerence willians.

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As dificuldades, na verdade, são grandes oportunidades

Que o ano de 2015 está repleto de desafios, isso não é nenhuma novidade. Existe um iminente risco de racionamento de água e energia elétrica, assim como a crise econômica que o país atravessa devido o baixo crescimento, escândalos de corrupção no governo e os seus impactos diretos como a falta de confiança dos investidores e empreendedores no país, aumento da taxa de juros e consecutivamente os níveis de desemprego também aumentam, alta da inflação, entre outros fatores são alguns desses desafios.

Um grande sentimento de preocupação e receio com o futuro que está por vir devido essas dificuldades tem estimulado organizações, famílias e indivíduos a refletirem como se adequar e se preparar para enfrentar esse período.

Diante das dificuldades, existem dois comportamentos muito comuns de se observar: a desistência e a busca por culpados depositando no outro a responsabilidade pelos insucessos, ou a prática da auto – motivação para assumir a responsabilidade pela vida e os objetivos para enfrentar os desafios procurando alternativas através da inovação que resultará no alcance de novos níveis de realizações.

Uma mesma situação pode ser vista por dois ângulos, o que diferenciará é a maneira pela qual os indivíduos a enxergam. Quando a forma de se enxergar o problema é positiva, os esforços são direcionados para as soluções e dessa forma surgem as melhorias e as oportunidades de aprendizado.

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Diversos são os exemplos de grandes realizações que somente foram possíveis através de um desafio ou uma dificuldade. David Hall McConnell, era um jovem vendedor de livros de porta em porta em pleno coração de Manhattan, em Nova York. Para que as pessoas aceitassem ao menos ouvir suas apresentações, afinal ele não era muito bem recebido nas casas onde tocava a campainha, ele teve uma ideia brilhante que mudaria sua vida. Ele começou a oferecer um frasco de perfume como brinde para seus clientes que aceitassem ouvir sua apresentação. As fragrâncias fizeram tanto sucesso que ele percebeu que seria melhor mudar de ramo e nasceria assim a Avon.

Trazendo para a nossa realidade, podemos observar também aprendizados que podemos extrair de dificuldades diárias, como por exemplo, a crise hídrica nos estados do sudeste. Certamente com os impactos que a população vem sofrendo devido à falta de água, fez com que muitos hábitos fossem alterados, dentre eles o tempo que se gasta para tomar banho ou até mesmo escovar os dentes com a torneira aberta. Muitos já mudaram esse hábito, mesmo assim não deixaram de suprir essas necessidades, ou seja, acabou sendo uma oportunidade para que mais pessoas se tornassem conscientes quanto ao consumo e a importância da preservação da água, ou seja, no futuro quando esta situação estiver amenizada, certamente perceberemos mudanças que perdurarão na cultura dessas populações.

Devemos acreditar que muitas vezes as dificuldades e situações negativas podem ser transformadas e extraídas o melhor, tudo depende da maneira de enxergar as oportunidades do modo correto.

“Quando tiraram o chão dele, descobriu que podia voar.”

Post publicado no Portal Administradores por Marcos Lima.

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Geração de Valor

Quando você apresenta sua ideia, dão risadas.

No dia em que você resolve implementar, criticam.

Depois de seu sucesso se perguntam: “mas como?”

Em seguida, tentam imitar.

Quando fracassam, dizem que você teve sorte.

Alguns vão te admirar. Outros vão se corroer de inveja.

Uma parte, vai querer aprender com você, outra parte, vai dizer que você é burguês.

Depois de chegar ao topo, você vai chegar a algumas conclusões:

1. Vale a pena não seguir a boiada;

2. A sociedade é hipócrita;

3. Os que te chamam de burguês são invejosos e gostariam de estar no seu lugar;

4. Só vale a pena ajudar quem quer ser ajudado;

5. Uma única pessoa que corresponde compensa todas as outras que foram ingratas.

6. Compartilhar vale a pena.

7. Nenhum sucesso justificará o fracasso de sua família. Não é necessário escolher. Dê conta dos dois.

8. Dinheiro é muito bom, mas é menos do que as pessoas imaginam.

9. A simplicidade compensa.

10. Não vale a pena viver em função do que as pessoas pensam sobre você.

11. Se possível, evitar a fama.

12. Simplificar a vida compensa.

13. Se tem um dinheiro que vale a pena gastar é com viagens com a família.

14. Falando em gastar, sempre menos do que se ganha. Colocar o dinheiro no seu devido lugar. Ele deve trabalhar pra você e jamais o contrário.

BOA SEMANA A TODOS

Post publicado no Geração de Valor por Flávio Augusto da Silva.

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Como você está administrando o seu tempo?

O tempo é um dos maiores bem que se possa ter e está à disposição de todos, independente de classe social, idade ou qualquer outra classificação. Seja rico ou seja pobre, jovem ou idoso, todos nós dispomos de 24 horas por dia para aproveitarmos da maneira que entendermos ser melhor.

Tal é a sua importância, que se pensarmos em todos os nossos bens e se, em alguma eventualidade os perdermos, seria possível recuperá-los com grande esforço e muito trabalho, já o tempo perdido, por mais que busquemos recuperá-lo, jamais conseguiremos.

Diante disso, devemos sempre refletir sobre como estamos empregando o tempo em nossas vidas, pois o que é feito com o tempo interferirá inclusive na qualidade de vida de uma pessoa.

A responsabilidade sobre a maneira pela qual utilizamos o tempo é sempre individual, dependendo somente das escolhas e atitudes de cada um. É muito comum ouvirmos justificativas ou até mesmo lamentações sobre a falta de tempo, sempre atribuído a fatores externos ou a terceiros e muito pouco a si próprio.

Convido você a refletir como tem tratado desse bem em sua vida. Como você tem administrado o seu tempo para atender todas as demandas da vida? Com qual frequência você tem se dedicado ao planejamento do seu tempo? E quanto do seu tempo tem dedicado a você e sua família?

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São indagações que devemos nos fazer diariamente para que possamos continuamente buscar o equilíbrio em todas as áreas nas quais estamos inseridos.

Devemos nos atentar também a fatores que estão consumindo nosso tempo, se de fato são situações relevantes que agregarão para nossas vidas ou simplesmente são desperdícios de tempo. Cada um agora poderá encontrar em seu cotidiano situações como essa, por exemplo, o excesso de tempo que se gasta na internet ou tv, ou ainda com situações que não agregam.

Cada vez mais percebemos que os dias, os meses e os anos estão passando mais rápido. Porém, a concepção cronológica do relógio não muda, mas sim o comportamento e as necessidades da sociedade contemporânea que nos tem impelido a esse sentimento. Cabe a nós o desafio de gerenciar essa nova tendência.

Segundo autores e pesquisadores da área de produtividade e gestão de tempo, a grande diferença do novo paradigma de gestão do tempo não está em aprender controlar o relógio, mas sim utilizar mais a bússola, pois o que determinará o sucesso e o alcance dos resultados é a priorização e a definição dos objetivos, portanto não basta cronometrar atividades, mas sim identificar se essas atividades estão condizentes com os objetivos, metas e missão de vida traçados.

Portanto, aproveite a vida, valorize cada instante do seu tempo com questões que lhe tragam satisfação, não importa qual for a fase da vida, viva-a plenamente, assuma o papel de responsável por suas escolhas e colha os frutos que a vida lhe reserva.

Post publicado no Portal Administradores por Marcos Lima.

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Foras de Série – Ricardo Bellino l Parte 1

Empreendedor serial, “fechador de negócios” e fundador da School of Life.

Vídeo postado no Foras de Série por Ricardo Bellino.

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Tempo de travessia

Há certo tempo na nossa vida que nos convida a um momento de reflexão profunda, revisão interna e externa, mudança de atitude e uma grande e significativa tomada de decisão.

Segundo Fernando Pessoa “há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já têm a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos”.

É muito fácil identificar quando chegamos nesse “tempo”, quando recebemos da vida esse convite. Você já ouviu alguém dizendo “Estou num beco sem saída”, ou “cheguei ao fundo do poço”, “minha vida acabou, perdeu o sentido, o significado”, “não sei mais o que fazer”, e por ai vai. A lista é infinita. O chamado momento de crise, crise financeira, crise conjugal, crise profissional, crise pessoal é talvez o último grito que a vida dá para chamar nossa atenção para as consequências que estamos enfrentando por uma única e decisiva escolha que fizemos de forma inconsciente, na maioria das vezes, ou por ser conveniente: a decisão de abrir mão da direção, do comando das nossas vidas, dos nossos três grandes poderes: sonhar, escolher e agir.

Isso mesmo, lá no fundo quando vamos analisar todas as crises, os problemas, as dificuldades, encontramos com um espelho que nos mostra o rosto daquele que em algum momento abdicou de si mesmo.

Dura e doce verdade. Dura porque é dolorido demais admitirmos que criamos grande parte (ou toda ela) da nossa dor, das nossas dificuldades e limitações. Doce, porque no mesmo momento que descobrimos a dor, descobrimos também a libertação, a solução: nós mesmos.

Agora eu te pergunto: Há quanto tempo você vem abdicando de você mesmo? Há quanto tempo seus sonhos se perderam de você? Há quanto tempo você não ri dos próprios erros, não arrisca algo novo, não chora na frente de alguém que mal conhece? Há quanto tempo você não se encontra e convive com seu verdadeiro EU, seu EU maior, sua essência? Há quanto tempo não ouve seu coração?

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Aprendi com um grande mestre que a vida é muito curta para ser Pequena.

Resgate seus sonhos, escolha viver por eles, escolha fazer diferente, arrisque mais e se permita receber do universo.

Troque a lente e veja que no fundo do poço existe uma mola, uma mola propulsora. Uma mola que nos ensina os grandes aprendizados que precisamos ter na nossa vida para continuar no caminho do crescimento, da transformação, da evolução.
Acredite na sincronicidade do Universo. Nada, absolutamente nada acontece por acaso.

Seja curioso! Procure descobri porque você foi escolhido para viver o que está vivendo, porque você precisa passar por essa situação, qual a intenção positiva, qual o grande aprendizado, qual a grande oportunidade que espera você do outro lado da ponte!

Resgate sua essência, descubra o que realmente importa para você, o que faz seus olhos brilharem e seu coração arder.

Permita se sentir a grande alegria de viver, vivendo! Só acerta na vida quem faz!

E por último, atravesse!

Post publicado no Portal Administradores por Vanessa Panchoni.

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O segredo para chegar ao topo

Independente de qualquer que seja a profissão, todo bom profissional almeja chegar ao topo e ser o bam bam bam da sua área. Não há nenhum mal nisso, visto entender que somos seres humanos e que buscamos a todo custo evoluir. O que precisamos compreender é que todo processo de evolução seja ele pessoal, espiritual ou até mesmo profissional é gradativo e requer de nós muito empenho, sendo assim, chegar ao topo pode ser bem mais difícil do que pensamos. Então, sabe qual é o segredo para chegar ao topo?

Preparação: Podemos até acordar e decidir subir uma montanha, no entanto, sabemos que não é como ir ao shopping. Subir uma montanha requer de nós preparação e muita dedicação. Antes de dar início, precisamos adaptar o nosso corpo à altitude. O ar rarefeito exige capacidade extra do organismo para funcionar com menos oxigênio. Sem a preparação, há riscos de edemas pulmonar e cerebral que podem levar à morte. Manter o corpo sempre hidratado é fundamental para minimizar os sintomas de enjoos, cansaço e dor de cabeça.

Na vida profissional chegar ao cume de uma montanha, também requer de nós preparação e dedicação. Para isso é preciso manter o foco e ter consciência de que no ambiente de trabalho damos a largada e diariamente percorremos esse caminho rumo ao cume. E à medida que caminhamos, temos a oportunidade de conhecer o trajeto, afinal de contas, nenhum de nós quer percorrer um caminho desconhecido e encarar perigos imagináveis. A caminhada muitas vezes é longa, mas é necessário percorrê-la convictos de que não conseguiremos fazer isso sozinhos.

O ambiente de trabalho é bastante competitivo, no entanto não é inteligente olhar para os outros profissionais como se fossem inimigos, transformando o ambiente num verdadeiro campo de batalha, pois sem perceber, direcionamos o foco, deixando de investir em nós, na nossa preparação, para gastar energias impedindo que o colega avance. Qual o problema do colega avançar? Ele tem um objetivo e não podemos puni-lo por isso.

Essa caminhada, não é uma caminhada que se faz sozinho, precisamos de pessoas que estejam andando na mesma direção que nós, dispostas a nos ajudar, pois não se trata de um caminho que se percorre em um dia. É importante aprender a valorizar o trabalho em equipe. Trabalhando em equipe, temos mais chances de alcançar o nosso alvo, pois são pessoas diferentes, com qualidades e talentos diferentes, unidos e decididos a alcançar um único objetivo, chegar ao topo.

Se por acaso hoje decidisse escalar o Everest, teria coragem de fazer isso sozinho? Por quê? Tenho certeza que a resposta seria não. Não dá para fazer isso sozinho, não é mesmo? É perigoso, podemos passar mal, sermos atacados e até roubados e também corremos um grande risco de errar o caminho, mesmo que estejamos com um mapa. O que fazer? Quem é a pessoa mais indicada para nos acompanhar? Acreditamos que a pessoa ideal seria um guia, alguém que conhece o caminho e que possa de maneira segura levar-nos até o nosso alvo.

No ambiente de trabalho, quem é a pessoa ideal para ser o nosso guia? O nosso líder. Se quiser chegar ao topo, siga os passos de alguém que já chegou lá, no entanto, fique atento a um pequeno detalhe, não ensoberbeça a ponto de chegar à determinada parte do caminho e achar que pode seguir sozinho, como já dizia Friedrich Nietzsche: A vida vai ficando cada vez mais dura perto do topo. Quanto mais perto do topo nos aproximamos, mais ajuda, precisaremos. Estar perto do topo significa um longo caminho percorrido; este é um momento em que o cansaço aparece. O caminho até então amplo, torna-se estreito, íngreme e cheio de pedras que tendem a desestabilizar os nossos pés. Os passos precisam ser mais lentos e cuidadosos e é aí que o desafio realmente começa.

Infelizmente muitos profissionais tendem a dispensar a ajuda do líder no momento mais importante, perto do topo. É perto do topo que os ventos são mais fortes, as pedras insistem em rolar, a temperatura e o nível de oxigênio começam a baixar. Precisamos respirar com bastante cuidado, e logo o coração começa a acelerar. Com o nível de oxigênio baixo, a atividade cerebral é afetada e a capacidade de julgamento pode ser alterada. Pensamentos, ilusões se misturam e é bastante provável que venham os devaneios. E como passar por tudo isso sozinho? Neste momento precisamos de alguém experiente ao nosso lado, que transmita segurança e nos dê as devidas orientações para que não venhamos a perecer.

Muitos profissionais ficam muito perto do topo, mas não o alcança pelo simples pensamento arrogante de achar que já está pronto e que pode prosseguir sozinho, assim sem preparação, o cérebro é gravemente afetado pela altitude.

Post publicado no Portal Administradores por Mônica Bastos.

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