11 sites que vão ajudar você a encontrar emprego

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Em momentos de crise econômica, é comum que haja cortes de pessoal, e consequentemente a rotatividade de funcionários aumente. Quer você esteja pensando em mudar de emprego, quer seu local de trabalho tenha sido atingido pela crise, a internet está cheia de ferramentas para quem precisa encontrar novas oportunidades profissionais. Abaixo reunimos alguns sites que podem ajudar nessa busca.

A maioria aqui são buscadores especializados em vagas de emprego, que indexam anúncios de vários sites, agregando várias possibilidades de trabalho em apenas um endereço da web. E para quem está com o orçamento apertado, a notícia boa é que a maioria desses serviços estão disponíveis gratuitamente. Confira:

Jora 

Buscador da empresa australiana JobSeeker Pty Ltd, que chegou ao Brasil recentemente e funciona como um indexador de vagas disponíveis em diferentes sites.

Catho 

Um dos sites de vagas mais populares do Brasil, é uma agência que intermedia a relação entre candidatos e empresas interessadas em contratar.

Indeed 

Outro buscador gratuito que funciona como um banco de dados de vagas em todo o país. As empresas cadastram seus anúncios e o buscador classifica as vagas pela localidade procurada.

Infojobs

Anuncie seu currículo de graça e receba ofertas de emprego por email. O site traz também seções de cursos e concursos.

Carreer Jet

Reúne vagas de mais de 20 mil sites em todo o mundo, oferecendo também, busca por setor e localidade.

Mitula

Presente em 38 países, o Mitula é uma espécie de lista de classificados online que reúne anúncios de empregos, carros e imóveis.

Curriculum

Buscador especializado em vagas. Como o Google, faz auto preenchimento, ajudando você a

Glix 

Mais um buscador nacional de vagas de emprego, carros e imóveis.

Trovit

Aqui, além de procurar oportunidades, você pode fazer upload do seu currículo. Abrange 43 países.

Empregos.com

Oferece vários critérios de refinamento da busca, e apresenta as vagas já com uma descrição da atividade e faixa de salário oferecida.

RH Link 

Reúne vários dos sites já citados aqui. Funciona basicamente da mesma forma: o usuário cadastra o currículo e faz a busca por vagas, podendo inclusive participar de processos de seleção através do próprio site.

Post publicado no Portal Administradores por Marcela Agra.

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5 formas de ganhar dinheiro enquanto sua empresa não gera receita

computador; produtividade (Foto: ThinkStock)Empreendedores dominam várias áreas do conhecimento. Por que não usá-las como um freelancer? (Foto: ThinkStock)

Ao abrir um negócio, um empreendedor tem no lucro um dos principais objetivos, no mínimo. No entanto, em muitos casos, gerar receita é uma meta que só é cumprida no longo prazo. Por isso, recomenda-se que a pessoa tenha algum dinheiro guardado e que esteja disposto a usá-lo enquanto a companhia não engrena. Só que pode acontecer de essas economias – conhecidas no jargão do empreendedorismo como capital de giro – não durarem muito. Ou nem existirem, se o sujeito em questão for afobado demais.

Quando não há dinheiro, você tem duas alternativas: fechar o negócio ou arranjar um jeito de conseguir recursos para a empresa continuar funcionando. Se a segunda opção for a escolhida, deve-se pensar em como captar essa grana. A empreendedora americana Darrah Brustein listou, em artigo no site da revista “Entrepreneur”, alguns caminhos para quem precisa “se virar”:

1. Volte para o mercado de trabalho
Um dos motivos que leva as pessoas à criação de um negócio é a saída de um emprego, seja porque houve uma demissão, porque o chefe era um “sem noção” ou por outra razão. Mas sejamos francos: um trabalho remunerado é a maneira mais garantida de obter uma graninha, mesmo que pouca. Aos que têm medo de voltar ao mercado de trabalho e tirar o foco da empresa, vale dizer que é possível conciliar as duas atividades. Basta ter disciplina.

2. Seja um freelancer
Empreendedores normalmente dominam uma área do conhecimento. Ou várias, já que a gestão de uma empresa exige uma série de habilidades. Que tal ganhar um dinheiro com o que você sabe fazer? Procure amigos (e amigos de amigos) e ofereça seus serviços.

3. Alugue sua casa
Você tem uma viagem a fazer ou pode morar com seu cônjuge por um tempo? Se sim, que tal colocar sua casa à disposição, pelo AirBnb, para aluguel? Outra alternativa é alugar um quarto que esteja sobrando. A EasyQuarto é uma empresa especializada nesse tipo de transação.

4. Use seu carro
Essa é para quem tem carro. Você pode trabalhar como motorista particular com o Uber; já outros aplicativos, como o Fleety, permitem que você alugue seu automóvel quando você não o estiver usando.

5. Seja um vendedor
Você ainda pode ganhar dinheiro vendendo coisas pela internet. Em plataformas como o MercadoLivre e o eBay, você não precisa nem criar uma loja virtual – é só cadastrar seus produtos.

Post publicado no Pequenas Empresas & Grandes Negócios pela Redação.

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Geração de Valor

Quando você apresenta sua ideia, dão risadas.

No dia em que você resolve implementar, criticam.

Depois de seu sucesso se perguntam: “mas como?”

Em seguida, tentam imitar.

Quando fracassam, dizem que você teve sorte.

Alguns vão te admirar. Outros vão se corroer de inveja.

Uma parte, vai querer aprender com você, outra parte, vai dizer que você é burguês.

Depois de chegar ao topo, você vai chegar a algumas conclusões:

1. Vale a pena não seguir a boiada;

2. A sociedade é hipócrita;

3. Os que te chamam de burguês são invejosos e gostariam de estar no seu lugar;

4. Só vale a pena ajudar quem quer ser ajudado;

5. Uma única pessoa que corresponde compensa todas as outras que foram ingratas.

6. Compartilhar vale a pena.

7. Nenhum sucesso justificará o fracasso de sua família. Não é necessário escolher. Dê conta dos dois.

8. Dinheiro é muito bom, mas é menos do que as pessoas imaginam.

9. A simplicidade compensa.

10. Não vale a pena viver em função do que as pessoas pensam sobre você.

11. Se possível, evitar a fama.

12. Simplificar a vida compensa.

13. Se tem um dinheiro que vale a pena gastar é com viagens com a família.

14. Falando em gastar, sempre menos do que se ganha. Colocar o dinheiro no seu devido lugar. Ele deve trabalhar pra você e jamais o contrário.

BOA SEMANA A TODOS

Post publicado no Geração de Valor por Flávio Augusto da Silva.

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Como lidar com pessoas negativas

Você conhece alguma pessoa negativa? Aquele tipo que diz ‘não’ para tudo, reclama sem parar e faz a planta murchar quando passa perto?

Provavelmente sua resposta será ‘sim’. Seja qual for o motivo, você reconhece que aquele cidadão é tão pessimista que do seu ponto de vista parece irremediável.

Alguns anos atrás enfrentei uma situação desafiadora. Extremamente desgastante. Não sabia ao certo como lidar com pessoas negativas. Não que eu tivesse percebido isso naquele momento.

Um dia após o outro, eu chegava cada vez mais estressado em casa. Os dias eras longos e tensos e praticamente nada se resolvia. Quando chegava em casa já estava muito desanimado. Certo dia, ao ler um artigo e analisar e responder algumas perguntas, cheguei a uma importante conclusão.

Se fosse inevitável, eu deveria agendar as reuniões com as pessoas negativas para o final do dia. Jamais no começo. E era exatamente isso que eu fazia até então. Um dia após o outro. Chegava, me reunia e me sentia exausto o dia todo.

Ao perceber aquela situação e reconhecê-la, prontamente, fiz as mudanças. E posso dizer que funcionou. Mais produtividade e satisfação. Menos estresse.

Sendo assim, separei algumas dicas importantes para você, meu amigo e amiga que está enfrentando essa selva de pessimismo e insetos do tipo ‘não’.

Como lidar com pessoas negativas é algo que deveria ser ensinado em casa e fazer parte da grade curricular tamanho impacto que ele causa nas pessoas.

O pior que você pode fazer com pessoas assim é tentar convencê-las que elas estão erradas.

Procure focar e apresentar as soluções para os problemas. Você não mudará completamente aquela onda ‘não’ mas pode controlar e guiar a conversa.

Ah! Deixe as pessoas serem tão negativas quanto quiserem. Apenas as coloque no lugar certo. Algumas empresas utilizam pessoas desse perfil para avaliar novos projetos. Certamente são tão ácidas que conseguem ver problemas sérios que outros não perceberiam.

Normalmente, por serem mais focados em ‘fazer a coisa certa’, eles fazem no seu tempo. Sendo assim, não apresse os negativos. Você certamente irá atrasá-los.

Outro dia li sobre uma boa tática: seja pessimista primeiro que ele. Acredite, eles podem até mesmo reagir positivamente. Porém, aviso: Essa opção eu ainda não testei.

Sendo assim, sempre agradeça sua boa intenção. Por se tratar de uma característica, muitas vezes eles não fazem por mal. Elogie o fato de ter identificado o problema para que a solução seja descoberta.

O segredo está em como usar esta capacidade analítica.

É importante manter a perspectiva correta, ser paciente e estratégico e reconhecer que o perfil negativo pode até trazer alertas fundamentais.

Como lidar com pessoas negativas é algo que apenas você poderá fazer em sua vida. Mas é certo uma coisa: corvos não voam com as águias.

Post publicado no Portal Administradores por Weslley Zapff.

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Empreendedor tem que ter atitude

O ano mal começou e as notícias da área econômica estão aí, se encarregando de acabar com a nossa euforia das férias e nos lançar à realidade. Pelo visto, 2015 vai exigir muita disciplina e talento administrativo de nós, empresários, dos empreendedores e dos profissionais liberais. Por outro lado, a palavra “crise” sempre rondou o vocabulário e as manchetes no Brasil. Mesmo assim, com oscilações de mercado e fases de maior ou de menor estabilidade econômica, muitos empreendedores conseguiram superar os desafios e construir negócios sólidos.

Atitude faz toda diferença. Sonhar nos alimenta, traz um sopro vital de entusiasmo, mas são as ações e a objetividade que nos ajudam a sair do lugar. É quando decidimos ir além das previsões negativas – e levantar todos os dias com o propósito de fazer o melhor – que conseguimos mudar o placar do jogo a nosso favor.

Formar um time de bons talentos que nos garanta uma retaguarda forte também é importante. Com mais de 20 anos de experiência à frente de um empreendimento que tem por missão prestar serviços e soluções para empreendedores e profissionais liberais, observo que muitos sonhos se perdem no caminho por falta de disciplina e capacidade de administrar os detalhes que permeiam o dia a dia. Um empreendedor precisa estar em sintonia com as novidades de seu setor, ser proativo e buscar saída para as dificuldades que vão surgindo.

É verdade que o mundo está cada vez mais competitivo. Na verdade, sempre foi. Nos últimos anos muitas foram as mudanças no campo social, nos modelos de gestão, nos controles de custos e de investimentos. Até por obrigação profissional, acompanhei sempre cada novo movimento de perto. Um exercício necessário para quem, também sendo empreendedora, escolheu como missão de vida criar condições para que outros empreendedores possam avançar em seus projetos e viabilizar seus negócios.

Percebi o quanto é importante ter um porto seguro. Um lugar que ofereça suporte eficaz, que tire dos ombros do empresário de grande, médio ou pequeno portes, do profissional liberal ou do jovem empreendedor, o peso da rotina e da burocracia. A constatação dessa realidade impulsionou o avanço de outro business – os escritórios virtuais. Mais do que um espaço físico, eles são um ambiente seguro para quem precisa focar a atenção na construção do seu próprio negócio.

Em sintonia com essa dinâmica, os escritórios virtuais também cresceram e ganharam mais robustez. O cliente desse serviço precisa de qualidade, agilidade e segurança. E para atendê-lo, nós, empreendedores desse segmento, estamos sempre em busca de construir um mix robusto de produtos para acolher, e quem sabe, até superar, suas expectativas de serviço e de custo. Priorizamos a capacitação de profissionais que resolvam com eficiência o backstage – secretárias bilíngues, atendimento telefônico personalizado, contratos flexíveis, assessores contábeis e tributários, e serviços de apoio em diferentes áreas.

Perpetuar a empresa do outro é o nosso negócio. E para tanto, é preciso ter foco. Observar atentamente o mercado, tendências, inovações tecnológicas, que regiões estão assumindo um papel mais expressivo, demandando novos talentos e serviços.

O cenário é complexo e bastante dinâmico.

E, assim como nossos clientes, precisamos ter o firme compromisso em ofertar algo melhor a cada dia. Nossa atitude é de expansão e melhoria. Espero que essa também seja a dos milhões de empreendedores desse nosso Brasil também.

Post publicado no Portal Administradores por Mari Gradilone.

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O camelô que transformou 12 reais em 12 mil e se tornou exemplo de superação

A grande ascensão no padrão de vida das multidões, caracteriza a grande mudança social, que foi causada pela Revolução Industrial na Inglaterra, período entre 1760 e 1820. Os mais desfavorecidos, os bandos de escravos, de servos, indigentes, pessoas que não tinham nenhuma condição de melhorarem de vida, se tornaram hoje, as pessoas pelas quais os grandes empresários disputam sua preferência. Se tornaram o “cliente que tem sempre a razão”. Após essa revolução, a população passou a ter acesso a produtos beneficiados, que antes eram só de privilégios dos abastados reis e nobres, produzidos nas antigas fabricas de beneficiamento, que serviam só à nobreza.

E não é só isso, hoje esses mesmos podem também, se transformarem em empresários. Como caso do senhor David Portes, de 54 anos de idade, que há 25 anos, o recém-casado, resolveu dar uma reviravolta na sua vida partindo para o Rio de Janeiro. Logo conseguiu um emprego em uma fábrica de vinis, que acabou falindo, pois o vinil perdia espaço para fitas e CD’s no mercado. Pouco depois de sua chegada ao Rio, David viu-se desempregado.

A mudança drástica na vida deste senhor começa quando sua esposa, aos sete meses de gravidez, precisou ser medicada. O remédio custava algo em torno de 12 reais na época. David, sai então para pedir dinheiro emprestado pelas ruas e consegue a quantia de 12 reais. Mas, invés de comprar o remédio para a esposa, o senhor Portes decide comprar doces e ir até a Central do Brasil. Não para consumi-los, enquanto sua esposa adoece, mas para vendê-los. David vendeu todas as balas, duplicou o seu dinheiro, comprou mais doces, vendeu e multiplicou seu dinheiro novamente, comprou o remédio para sua esposa e continuou aplicando seu dinheiro de forma inteligente.

David se tornou empresário, abriu sua loja de doces, virou palestrante, consultor de marketing, viajou para várias capitais para vender doces, fazer palestras e participar de eventos. Foi convidado pela Petrobras, Shell, companhias de telefonia, até as gigantes Samsung e Motorola para fazer palestras, tanto no Brasil quanto no exterior. Quem diria que um desempregado, indigente, que não tinha condições de comprar remédios para sua esposa grávida, hoje fosse consultor de marketing e até viajaria para outros países?

E não foi só isso. Portes, publicou um livro em 2008, intitulado “David, Uma Lição de Vida e de Marketing” (Ed Futura), que foi um sucesso vendendo mais de 30 mil exemplares. David Portes é sucesso: de desempregado foi a camelô, empresário, palestrante, consultor de Marketing, palestrante internacional, etc. Os americanos têm o Porter, nós temos o Portes. O carioca transformou 12 reais em um faturamento de cerca de 120 mil reais. E como conseguiu isso? Servindo as pessoas, da melhor forma possível.

E é essa a principal característica do livre mercado. O desenvolvimento deste consiste em que cada homem tem o direito de servir melhor mais barato o seu cliente. E num tempo relativamente curto, esse método, esse princípio, transformou a face do mundo, possibilitando um crescimento sem precedentes da população mundial e o surgimento da produção em massa.

Muitas pessoas ao se virem fracassadas, sem esperanças, como na situação de David, quando não atingem seus objetivos, quando consomem, não se preocupam em poupar, esquecem da importância de ter uma educação financeira pessoal mais adequada, começam a projetar todo o seu próprio fracasso em um bode expiatório: o chefe, a empregada, a esposa, e por aí vai.

O caso de David é um grande exemplo, nos mostra que ao invés de projetarmos nossas frustações de forma abjeta e abstrata, devemos superar isso para vencermos. Ao invés de consumirmos exacerbadamente, devemos poupar, investir, reinvestir, saber ‘fazer dinheiro’ e não apenas ‘ganhar dinheiro’. Devemos aproveitar as oportunidades, “sacodir a poeira e dar a volta por cima” e o mais importante: servir as pessoas, pois os consumidores são soberanos, eles em última análise é que vão decidir se irão consumir ou abster-se de consumir. Eles vão decidir seu futuro, se vai prosperar ou ir para o fundo do poço. Eles precisam ser satisfeitos!

Post publicado no Portal Administradores por Luiz Henrique.

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Traballho X prazer

Desde os tempos remotos, nossos antepassados, relacionavam o trabalho ao sacrifício. Buscavam uma maneira de sobreviver, e por necessidade “alugavam” seus corpos as empresas ou instituições, realizando de forma mecânica suas atividades e por elas recebendo determinada importância. Resignados a essa situação acreditavam que trabalho e prazer eram coisas muito distintas e impossíveis de serem conciliadas. Essa maneira de se relacionar com o trabalho tem como conseqüências visíveis a dor, a fadiga, a infelicidade e muitas vezes as doenças.

Para melhor compreender a evolução do homem e do trabalho, é necessário uma breve reflexão, Anna Sharp, em seu livro “A Empresa Na Era Do Ser”, apresenta de forma sucinta essa trajetória, “… começamos nossa história como humanidade pela ERA DO FAZER, fazendo para sobreviver através da produção rural; o poder era detido pelos proprietários de terra… enveredamos sem perceber na ERA DO TER, através da sociedade industrial, onde o trabalho era o valor predominante, fomos incentivados à produção, o consumo e o acúmulo de bens, mas ainda distantes da realização desejada… a consciência de que as benesses do fazer e do ter não contribuíram como esperávamos para a evolução pessoal nem coletiva, nos levou a mais um movimento, estamos entrando na era da comunicação, da cooperação e do conhecimento: A ERA DO SER”.

A insatisfação tem causado nos seres humanos, da sociedade pós – industrial um grande desejo de mudança, melhor dizendo, urgência por mudança. Não se aceita mais a infelicidade e frustrações relacionadas à vida profissional, como algo “normal e necessário”, hoje, tem-se urgência por realização e alegria, e assim sendo, não se pode contentar em ser feliz apenas nas horas de folga, e isso é a era do ser, as prioridades estão mudando, ser feliz é mais importante do que fazer e ter.

A psicóloga canadense Estelle Morin, da Universidade Montreal, estuda o sentido no trabalho e diz: “As pessoas estão entrando em colapso porque não vêem significado no que fazem”. Muitas mudanças estão ocorrendo, mas muitas outras ainda são necessárias. Atualmente, tem se buscado unir o trabalho e o prazer, ou seja, o que importa não é apenas ter um emprego e a remuneração, é preciso desenvolver atividades que sejam prazerosas para a pessoa e adequadas ao seu perfil psicológico. Os líderes estão começando perceber que seus funcionários são pessoas e não máquinas precisam ser respeitados, qualificados, ter liberdade e certamente serão mais criativos e capazes.

Nesse momento histórico em que nos encontramos o valor esta novamente sendo transferido, agora para as pessoas capazes de criar, surpreender, valorizar a si mesmas e as outras pessoas.

“Depende de nós
Quem já foi ou ainda é criança
Que acredita ou tem esperança
Quem faz tudo para um mundo melhor…”
Ivan Lins.

Post publicado no Portal Administradores por Beth Dias.

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