Seja você e vire tendência

É fato que todos vivemos uma busca incessante pela felicidade, realização ou reconhecimento.
Frequentemente nos propomos a fazer o que tiver que ser feito para alcançar nossos ideais. A maioria de nós muitas vezes negligencia a qualidade de vida para alcançar esses ideais, e, nessa busca, acaba se desconectando da sua essência.

Poucos expressam com certeza seus valores impulsionadores, conseguem expressar em poucas palavras qual sua missão pessoal e propósito de vida.
Os que o fazem, normalmente os vinculam a fatores materiais como “proporcionar boa formação aos meus filhos”, “adquirir minha casa própria”, “alcançar meu primeiro milhão de dólares” e por aí vai.

Esses certamente são objetivos interessantes, desafiadores e até nobres, mas não fatores que geradores de SIGNIFICADO para a vida.

Como alcançar esse significado se sequer olharmos para dentro e reconhecermos o que verdadeira e essencialmente nos motiva? Antes é preciso sondar as próprias convicções a respeito de si mesmo e responder algumas questões simples:

√ O que mais gosto na minha personalidade?
√ Em que momento me sinto em paz comigo mesmo?
√ Quais decisões já tomei que me fizeram sentir satisfação após constatar os resultados?
√ Em que aspectos eu AGREGO VALOR à vida das pessoas do meu convívio?

Estamos tão acostumados a observar o que não gostamos, que acabamos por inverter nosso olhar e buscar fora de nós o que somente é possível obter se já tivermos encontrado dentro.

Dia após dia, são publicadas reportagens de executivos de sucesso que abandonam sua carreira para viver uma vida mais leve, significativa, com menos sacrifício pessoal e maior qualidade de vida. Certamente essas pessoas tiveram algum tipo de experiência que as despertou quanto à sua essência. E o mais interessante é que após essa descoberta, elas estão experimentando um tipo de sucesso e admiração interna e externa que posição ou status JAMAIS as dariam. Sem contar que se declaram mais felizes, realizados, admirados e valorizados como nunca antes.

As pessoas que alcançam esse nível de consciência, seja por amor próprio ou através da dor após terem que superar algum tipo de somatização, causada pela própria ganância ou negligência, passam a viver a verdadeira REALIZAÇÃO. Começam a desfrutar dos resultados que produzem, a utilizar para o próprio bem o que os recursos que conquistam, passam a gostar mais de si e a expressar o carinho pelas pessoas do seu convívio, exalam entusiasmo e gratidão.

E você? Está “correndo atrás” da sua felicidade ou tem vivido de tal forma que sua realização se manifesta no seu dia a dia?

Atitude é fundamental, afinal, só o que cai do céu sem esforço é chuva, porém, sem domínio próprio e equilíbrio entre áreas da vida certamente será menos provável que você se torne uma referência ou inspiração para as outras pessoas. Está aí a base para todo propósito: impactar e impulsionar a vida de outros através do que fazemos.

Identifique sua essência, mapeie sua jornada de sucesso, celebre cada conquista, tire tempo para estar com você e com as pessoas que diz amar. Vá além de SOBREVIVER. Busque e reveja periodicamente sua autenticidade. Seja você e vire tendência!

Post publicado no Portal Administradores por Vanessa Milis.

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3 fatores fundamentais para alcançar o sucesso

Apesar do que muitos pensam, o sucesso não está ligado ao dinheiro ou à uma posição social. Ser bem sucedido é estar satisfeito com os resultados obtidos nas diversas áreas da vida, sem haver limites para ampliar esse sentimento, sempre superando as expectativas. Sendo assim, tanto um diretor de uma multinacional, como o proprietário de um carrinho de cachorro-quente podem ser consideradas pessoas de sucesso se forem as melhores naquilo que se propuseram a fazer.

Tendo este conceito em mente, seguem três dicas da coach Cibele Nardi que irão lhe aproximar do sucesso:

1 – Esteja rodeado de pessoas bem sucedidas

Segundo Jack Canfield, autor do livro “Os princípios do sucesso”, nós somos o resultado das cinco pessoas com quem mais convivemos, seja pessoalmente ou através de literatura ou outro tipo de contato. Desta forma, é importante defini-las, pois serão elas que determinarão o seusucesso. Procure estar rodeado de pessoas bem sucedidas, que irão lhe motivar a chegar lá também.

2 – Estabeleça um critério razoável de sucesso

Um dos grandes problemas ao se denominar como uma pessoa de sucesso ou não está relacionado à forma de mensurar os resultados e classificá-los. Muitos pecam pelo excesso e estabelecem um critério que nunca poderá ser alcançado mesmo que o resultado obtido seja satisfatório. Seja realista, estipule metas possíveis e o sucesso chegará com mais facilidade.

3 – Não entre em uma zona de conforto

O sucesso não tem limites para ser ampliado. Caso as metas estabelecidas em um primeiro momento já tenham sido alcançadas, não hesite em almejar voos mais altos.
Seguindo esses conceitos o sucesso estará mais próximo do que você pensava.

Post publicado no Portal Administradores pela Redação.

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Quem disse que você sabe de tudo?

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Um dos principais fatores para os jovens saírem da universidade com medo está na arrogância com que percorreram essa jornada
Há muito tempo eu li uma dessas mensagens de internet que dizia: “O pior cego é aquele que não sabe ouvir.” Nossa, sabe quando você para e fica pensando sobre o assunto por um bom tempo? Aconteceu comigo. Fiquei matutando sobre o que isso queria dizer.

Porventura, tive alguns amigos que tiveram sérios problemas nos olhos e acabaram perdendo a visão e, quando resolvi perguntar para eles sobre isso, a resposta girava em torno de “já que não podemos enxergar, o tato e a audição são nossos sentidos mais importantes para nos comunicarmos com o mundo. A audição ainda mais, precisamos ouvir muito.”

Depois de quebrar a cabeça um bocado, pensei: “E se essa for a forma como, muitas vezes, os jovens estão entrando no mercado?”

Existe aquela euforia de quando entra na faculdade, o mundo novo, a libertação, o poder de ser visto como um adulto e todo o potencial existente que será desenvolvido em alguns longos anos que, no entanto, com o andar da carruagem, parecem ser bem mais curtos e o resultado esperado acaba por ser muito diferente.

No final da jornada, o medo domina, pois normalmente os jovens sentem que as oportunidades não são tantas, ou pelo menos eles não aprenderam a encontrar essas tantas que realmente existem. A concorrência é cruel, ou pelo menos eles não conseguiram desenvolver seu diferencial a ponto de não se preocuparem. No entanto, a grande verdade é que, no apagar das luzes, a maioria não está pronta, deixando a dúvida: o que aconteceu?

A resposta à pergunta acima é exatamente o que falamos no início do artigo: eles entraram de olhos fechados e ouvidos tapados. Ou seja, prepotência. De todos os eventos, pesquisas, conversas que tive com empresários a vida inteira, a maior reclamação da nova geração que entra no mercado é, disparada: “eles acham que sabem tudo, são arrogantes, parecem não querer aprender”. Sim, eu sei, existem exceções. Mas estamos falando da maioria e, infelizmente, essa grande parte se encaixa no ditado.

Essa euforia de tantas possibilidades, da supervalorização de jovens talentos que conseguiram o mundo (normalmente, por suarem além do imaginável), às vezes deixa as pessoas com um falso senso de “super expertise”. O que quer dizer: acham que sabem mais do que realmente sabem. E o problema disso é que quem sabe tudo não tem mais o que aprender. Mas os jovens, que são mais novos e têm menos experiências, não deveriam ser os que mais buscam aprendizados?

Viu? Temos uma incoerência.

Em um mercado tão dinâmico, com novos conhecimentos surgindo a uma velocidade inimaginável, saber aprender e aproveitar aquilo que os outros querem e precisam nos ensinar é vital, sem falar que é mais inteligente. Afinal, quem não aprende, não evolui, e quem não evolui não tem chance alguma.

Acredito que ao final da jornada acadêmica esse medo tão grande seria bem menor – mas não inexistente – se a maioria tivesse mais pé no chão, sem querer chegar às empresas já querendo ser gerente.

Se você é jovem, lembre-se de que quando você pensar “Isso eu já sei” pode ser que esteja perdendo uma chance maravilhosa de aprender algo novo e evoluir. E se você já é um pouco mais experiente, não tenha medo de puxar algumas orelhas.

No fim das contas, o que posso dizer é: “A mente de uma pessoa que não precisa mais aprender é limitada como uma viseira muito estreita. Já a mente aprendiz é infinita em possibilidades e conhecimentos”. Faça suas escolhas.

Post publicado no Portal Administradores por Bruno Perin.

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Seja um criador de oportunidades

A todo momento estamos sendo desafiados a fazer mais e melhor, sermos perfeitos e sem chance a erro, mas para que criar as oportunidades em primeiro lugar necessitamos de ATITUDES para mudar, além disso abaixo algumas dicas para não perder boas oportunidades:

1) Não tenha medo de tentar – O grande problema que normalmente acontece é o medo de sair da zona de conforto, as vezes as pessoas não criam as oportunidades por não acreditarem em seu potencial, no produto ou serviço. Tudo é motivo para não tentar, o governo, a crise, a instabilidade econômica, ou seja, todas as desculpas possíveis para se manter no mesmo lugar.

2) Esteja preparado – Antes de estar preparado é ter a certeza do que realmente você quer. Já descobriu suas melhores habilidades? Caso a resposta seja afirmativa, siga o seu caminho. O que você aprendeu diferente de sua rotina no último ano, nos últimos dois ou três anos? Por acaso você não está parado no tempo esperando pelas oportunidades sem estar preparado. Já fez sua graduação, MBA ou Especialização? Curso de língua estrangeira ou de informática? Se a oportunidade que você tanto espera aparecer hoje, você estaria pronto?

3) Problema da achologia – Esse é um grande mal que enfrentamos no dia a dia, pois achar sem ter certeza é pior que não tentar. Além disso sempre tem mais gente “esperta” que irá dizer… “isso não é para você”, “já tentaram fazer isso e nunca deu certo”. Afaste-se dessas pessoas negativas, pois o que você vai conseguir com elas são as mesmas coisas que você tem hoje.

4) Rede de relacionamentos – Foi comprovado cientificamente que mais de 50% dos negócios mundiais são feitos com amigos, ou conhecidos de amigos. Então seu networking será fundamental para o sucesso de seu negócio. Portanto, amplie sua rede de contatos, faça novas amizades e crie vínculos sociais para trocar informações.

5) Correr riscos calculados – Para criar novas oportunidades será necessário correr alguns riscos, desde que sejam calculados, claro. Mas uma coisa que aprendi nessa vida é que “algumas portas abrem somente à medida que andamos”, ou seja, precisamos sair da zona de conforto e ir para zona de expansão para ver o que o futuro nos reserva.

Já pensou quantas oportunidades você já deixou ou está deixando passar na sua vida por falta de tomar uma atitude? Descubra seu talento e siga o seu caminho, tenha a certeza que todos nós temos talentos escondidos e que ainda não foram lapidados. Encontre o seu e vai viver uma vida muito mais feliz. E se a oportunidade não aparecer, crie ela, seja inovador e não tenha medo de errar.

“Cada um de nós é melhor do que alguém em alguma coisa!”
Kare Anderson

Post publicado no Portal Administradores por Leonardo Siqueira.

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Geração de Valor

Quando você apresenta sua ideia, dão risadas.

No dia em que você resolve implementar, criticam.

Depois de seu sucesso se perguntam: “mas como?”

Em seguida, tentam imitar.

Quando fracassam, dizem que você teve sorte.

Alguns vão te admirar. Outros vão se corroer de inveja.

Uma parte, vai querer aprender com você, outra parte, vai dizer que você é burguês.

Depois de chegar ao topo, você vai chegar a algumas conclusões:

1. Vale a pena não seguir a boiada;

2. A sociedade é hipócrita;

3. Os que te chamam de burguês são invejosos e gostariam de estar no seu lugar;

4. Só vale a pena ajudar quem quer ser ajudado;

5. Uma única pessoa que corresponde compensa todas as outras que foram ingratas.

6. Compartilhar vale a pena.

7. Nenhum sucesso justificará o fracasso de sua família. Não é necessário escolher. Dê conta dos dois.

8. Dinheiro é muito bom, mas é menos do que as pessoas imaginam.

9. A simplicidade compensa.

10. Não vale a pena viver em função do que as pessoas pensam sobre você.

11. Se possível, evitar a fama.

12. Simplificar a vida compensa.

13. Se tem um dinheiro que vale a pena gastar é com viagens com a família.

14. Falando em gastar, sempre menos do que se ganha. Colocar o dinheiro no seu devido lugar. Ele deve trabalhar pra você e jamais o contrário.

BOA SEMANA A TODOS

Post publicado no Geração de Valor por Flávio Augusto da Silva.

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Sobram oportunidades, o que falta é iniciativa

Conta-se que em um belo dia, ao passear pela sede do Wal-Mart, em um tour pelas instalações, um consultor empresarial viu cartazes em todo lugar realçando os valores e a filosofia da organização. Um em especial o impressionou, em letras grandes o título “Regra dos 3 metros” dizia:

Deste dia em diante, juro e declaro solenemente que toda vez que um cliente chegar a menos de três metros de mim, sorrirei, olharei em seus olhos e o cumprimentarei”.

Sam Walton, o fundador da rede, entendeu a importância de iniciar um contato com os outros.

Acho que a maioria das pessoas reconhece o valor da iniciativa. Se você perguntar para qualquer pessoa, prontamente ela irá admitir que tomar iniciativa é importante em relacionamentos, porém, sabemos que a realidade é outra e muitos ainda não a tomam.

Quando o assunto é interagir, elas sempre esperam que a outra pessoa dê o primeiro passo. E por que isso acontece? Bem, segue abaixo alguns motivos:

Iniciar uma conversa com alguém sempre parece estranho.
Oferecer ajuda a alguém significa arriscar ser rejeitado.
Doar algo aos outros significa poder ser mal-compreendido.

É notório que você não se sentirá pronto e nem confortável nesses momentos. O desconforto, aliás, talvez seja a beleza mística por trás da iniciativa, quem consegue superá-lo, inevitavelmente faz o ciclo girar, e quem não consegue, fica preso em uma eterna zona de conforto.

Não é segredo para ninguém que um dos atributos mais valorizados dentro das empresas hoje é a iniciativa. Ter pessoas com iniciativa em seu quadro de funcionários é o sonho de qualquer empregador, e também de qualquer professor (onde eu me enquadro).

Pessoas que apresentam projetos sem ninguém pedir nada, que sugerem ideias sem necessariamente ganhar nada por isso e que se candidatam para assumir tarefas que não são de suas responsabilidades estão cada vez mais raras, e é por isso que também são cada vez mais valiosas.

Infelizmente eu já cansei de ver funcionários que, ao ver que um cliente está perdido em sua empresa, nada fazem para ajudá-lo com a desculpa de que “aquela parte em que ele está não é de minha responsabilidade”, mesmo que essa parte signifique ter que dar pouquíssimos passos…

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O cliente praticamente precisa implorar para ser atendido, que absurdo!

Será que eles faltaram naquela aula, que provavelmente eles consideram chata, que diz que todo funcionário, do porteiro ao presidente da empresa, são vendedores? E que TODOS respondem para um ÚNICO dono, o cliente?

E quer saber de outro absurdo? Cada vez mais eu vejo mais casos de empresários sofrendo ameaças de seus funcionários por pedirem para que os mesmos exerçam uma determinada função que não é sua por um pequeno período de tempo. Eles alegam que se não forem devidamente remunerados por isso, irão acionar o sindicato e procurar seus direitos.

Que empresa progride com um funcionário assim?

Pessoal, só cumprir o que está descrito no seu cargo não resolve mais! É preciso ir além!

A pessoa pode ser extremamente estudiosa, dedicada, íntegra e tudo mais, porém, se não tiver iniciativa para fazer as coisas acontecerem, sinto lhe dizer, mas, pode esquecer… E digo mais, eu já vi, e tenho certeza que você também já viu, pessoas intelectualmente inferiores conquistarem vagas e promoções em disputa direta com aqueles que cumprem tudo aquilo que a sua função pede, e só.

Os invejosos dizem que isso acontece porque eles são “puxa-sacos”. Eu digo que isso acontece porque provavelmente eles estão se esforçando mais do que os outros.

Gostaria de deixar bem claro que eu não estou defendendo nenhum dos lados. Eu também já vi empreendedores explorarem seus colaboradores dia após dia, fadigando-os até causar uma patologia. O bom senso e o equilíbrio precisam ficar claros para ambos os lados, senão o que poderia ajudar a empresa acaba por afunda-la de vez.

Já dentro da sala de aula as coisas também estão preocupantes. Fico impressionado com a falta de iniciativa dos adolescentes de hoje. Como também dou aulas para esse público, consigo contar nos dedos aqueles que se voluntariam quando peço para que eles se apresentem para o restante da sala. Excluindo algumas exceções, o restante se perde em troca de acusações, um apontando o dedo para o outro, um empurrando a vez para o outro, ninguém quer chamar a responsabilidade, isso é realmente muito triste e só demonstra a falta de preparo desses futuros candidatos.

Com frequência, esperamos pelo “momento perfeito” para tomar iniciativa. Posso te afirmar com total convicção, o momento perfeito nunca chega, e se você ficar esperando por ele, irá perder muitas oportunidades.

E aí, o que vai ser?

Post publicado no Portal Administradores por Diego Andreasi.

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Um brinde ao sucesso

Cada um de nós analisa os acontecimentos pessoais e profissionais de forma diferente, passamos por situações semelhantes mas esse olhar é que nos diferencia, ver as coisas de forma positiva nos dá força para encarar o que não deu certo. A motivação é essencial e tem que partir de cada um.

Automotivação e autocontrole pra lidar com qualquer situação de forma que você consiga ver sempre o copo “meio cheio”, e não “meio vazio“, tenho certeza que já ouviu essa expressão. É uma maneira de ser otimista em relação as coisas, e funciona. Não estou dizendo pra arriscar a qualquer custo, nem para fechar os olhos, mas para acreditar!

Com planejamento, 50% de você depende da sua mente clara e objetiva, os outros 50% depende de fazer e acreditar, não se deixe influenciar arregasse as mangas. Encare a situação que vivenciou e não tenha dado certo ou uma situação que o deixou desfavorável em relação ao outros, como experiência, analise os riscos e faça de forma diferente, tente mais uma vez, e outra e de novo.

Uma pessoa otimista faz mais negócios que uma pessimista. O otimista aproveita melhor as oportunidades, estuda as situações e isso o deixa mais preparado, mais atento diante dos acontecimentos e mais rápido pra tomar decisões. A perspectiva com que as pessoas analisam as situações é que permite que elas possam enxergar o todo de maneira diferente (copo cheio). Quer saber como é difícil ser tomador de decisões? Tem alguém próximo passando por uma situação difícil, deixe a zona de conforto e se coloque no lugar do outro.

Enche o copo o futuro é logo ali, planejamento, novas ideias, pensamentos positivos e atitudes vencedoras, afinal, o otimista erra tanto quanto o pessimista, até mais, a diferença é que ele tenta. Um brinde se faz sempre com o copo cheio. Sucesso à todos.

A vida segue!

Post publicado no Portal Administradores por Rafaela Camargo.

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