As 4 palavras mágicas do relacionamento humano

Existem quatro palavras mágicas que, quando as empregamos, exercem efeito especial sobre as pessoas. São elas: com licença, por favor, desculpe e muito obrigado.

Todos sabemos que elas são muito importantes para o nosso relacionamento, entretanto, parece que muitas pessoas sofrem de amnésia crônica e precisam ser lembradas diariamente disso. Utilizá-las é uma atitude que temos de adotar todos os dias até integrá-las automaticamente ao nosso comportamento. Quando as usamos demonstramos, não apenas, sentimento de consideração pelos outros mas, sobretudo, de boa educação e humildade.

As pessoas querem ser reconhecidas e tratadas com apreço e respeito. As palavras mágicas auxiliam muito no diálogo com as pessoas de nosso relacionamento, e também com todas as outras com quem nos deparamos durante o dia – quando temos que falar com elas -, seja motorista de ônibus, atendente de lanchonete, gari, telefonista ou qualquer outra pessoa.

Ao dizer “com licença”, estamos solicitando permissão para interromper alguém, fazermos ou falarmos algo e, junto com isso, uma mensagem subliminar de que respeitamos a pessoa e gostaríamos de dizer ou perguntar algo. No entanto, o tom de voz é que dirá se estamos pedindo “com licença” de forma humilde e respeitosa, ou se estamos fazendo de maneira arrogante e mal-educada. Cabe a nós nos policiarmos quanto ao modo correto de fazê-lo se quisermos evitar complicações desnecessárias.

Quando falamos “por favor” emitimos a mensagem de que precisamos ajuda ou atenção de alguém, ou como um simples gesto de polidez.

“Desculpe” é uma palavra que demonstra não somente educação, mas também maturidade de quem a pronuncia, porque nem sempre as pessoas gostam de admitir que erraram ou que fizeram algo inadequado.

“Muito obrigado”, pronunciado de forma aberta e sincera, é o melhor gesto de reconhecimento que podemos expressar quando somos auxiliados ou beneficiados em algo. A propósito, você tem o hábito de agradecer às pessoas com quem você convive em casa, no trabalho, em sua comunidade? Se não o faz desafie-se a fazê-lo todos os dias, em todas as circunstâncias que a situação se apresente.

As palavras mágicas são tão essenciais no relacionamento humano quanto o ar que respiramos, pois representam demonstrações de respeito, humildade e atenção às pessoas, e são expressões universalmente reconhecidas e apreciadas por todas as pessoas e povos em qualquer lugar do mundo.

A mais especial das palavras
É bom lembrar que as pessoas têm nome. Então, não deixe de fazer uso do nome delas sempre que conversar com alguém pessoalmente, por telefone ou e-mail. Dale Carnegie, autor de vários best-sellers sobre relações humanas, disse certa vez que o som mais suave e agradável que existe para alguém é o seu próprio nome. Lembrar-se do nome de uma pessoa que você pouco conhece, ou não vê há muito tempo, é algo que encanta qualquer um. Ao dizer o nome dela você está demonstrando estima por esse alguém, e quanto o tem em consideração, pois está registrado em sua memória.

As palavras certas podem provocar milagres
Um cego estava a pedir esmolas na rua e, ao seu lado, uma placa de papelão onde se lia: “Sou cego, por favor me ajude”. As pessoas passavam e, de quando em vez, uma ou outra moeda era lançada na latinha. Um pedestre caminhava apressadamente para o trabalho e, quando já havia passado pelo pedinte, parou subitamente, olhou em sua direção, e voltou. Pegou a placa de papelão e, do outro lado, escreveu algo. Enquanto fazia isso falou simpaticamente com o cego e depositou uma moeda no recipiente. Em seguida colocou o papelão ao lado do cego e foi embora sem dizer mais nada. Não demorou muito e o pedinte começou a ouvir o tilintar das moedas caindo sem parar na sua latinha, até entupi-la. E assim aconteceu por várias vezes. Horas depois o mesmo pedestre, voltando do trabalho, perguntou ao cego se tudo estava bem com ele. Reconhecendo a voz, o pedinte perguntou ao homem o que ele havia escrito no papelão. Este respondeu: “Escrevi a mesma coisa, só que com palavras diferentes. Pus na placa ‘Hoje está um lindo dia, mas não posso vê-lo porque sou cego’.”

Texto extraído e condensado do livro O Livro das Relações Humanas – Seu Manual para Obter Sucesso com as Pessoas, de Ernesto Berg, Juruá Editora. Para acessar o conteúdo ou adquirir o livro visite o site http://www.quebrandobarreiras.com.br seção de LIVROS

Post publicado no Portal Administradores por Ernesto Berg.

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Geração de Valor

Quando você apresenta sua ideia, dão risadas.

No dia em que você resolve implementar, criticam.

Depois de seu sucesso se perguntam: “mas como?”

Em seguida, tentam imitar.

Quando fracassam, dizem que você teve sorte.

Alguns vão te admirar. Outros vão se corroer de inveja.

Uma parte, vai querer aprender com você, outra parte, vai dizer que você é burguês.

Depois de chegar ao topo, você vai chegar a algumas conclusões:

1. Vale a pena não seguir a boiada;

2. A sociedade é hipócrita;

3. Os que te chamam de burguês são invejosos e gostariam de estar no seu lugar;

4. Só vale a pena ajudar quem quer ser ajudado;

5. Uma única pessoa que corresponde compensa todas as outras que foram ingratas.

6. Compartilhar vale a pena.

7. Nenhum sucesso justificará o fracasso de sua família. Não é necessário escolher. Dê conta dos dois.

8. Dinheiro é muito bom, mas é menos do que as pessoas imaginam.

9. A simplicidade compensa.

10. Não vale a pena viver em função do que as pessoas pensam sobre você.

11. Se possível, evitar a fama.

12. Simplificar a vida compensa.

13. Se tem um dinheiro que vale a pena gastar é com viagens com a família.

14. Falando em gastar, sempre menos do que se ganha. Colocar o dinheiro no seu devido lugar. Ele deve trabalhar pra você e jamais o contrário.

BOA SEMANA A TODOS

Post publicado no Geração de Valor por Flávio Augusto da Silva.

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Líderes, todos podem ser!

Reprodução/ iStock

Sabemos que liderança é ter habilidade de influenciar as pessoas a agir. Conquistar uma pessoa por inteiro e fazê-la cumprir os objetivos e conquistar as metas da empresa é o poder invisível que um líder possui. E aí está à diferença entre poder e autoridade, entre ser líder ou não.

Quando você tem poder, as pessoas fazem a sua vontade, mesmo que não desejem, por obrigação à obediência a uma hierarquia corporativa. Quando você cria vínculos e motiva as pessoas a darem o melhor de si, por causa da sua influência pessoal, isso é que o faz um grande líder.

Tornar-se um bom líder não é ser bonzinho, é estimular as pessoas a fazer o que elas precisam que seja feito, e não o que elas querem que você faça. Contudo, isto muitas vezes, significa ser duro e, às vezes, leve.

Para se tornar um líder, é preciso refletir a mudança que se quer ver no mundo. O líder tem uma vida equilibrada. Ele sabe que liderança não é um conceito que se aplica somente ao trabalho. Ele é um líder em sua família, um líder em sua comunidade, um líder espiritual e um líder da sua saúde. Lidera, antes de tudo, sua vida.

Desenvolver uma liderança significa desenvolver a capacidade de utilizar o seu potencial ao máximo com ética e integridade. Não existem líderes prontos, não existem seres humanos prontos. Há seres humanos sempre em formação e em transformação, assim como líderes. Cada um faz inúmeras escolhas sobre caráter e ações diariamente. E são essas escolhas que determinam a pessoa que você está se tornando. Cada ser humano e cada líder pode se tornar um santo ou um demônio dia a dia.

O líder ouve, respeita, reconhece, inspira e age. A minha experiência como coach e consultor em liderança há mais de 10 anos tem me mostrado que poucos líderes se mostram dispostos, na prática, a estabelecer esta conexão com a sua equipe ou com seu liderado. A maioria alega falta de tempo e ainda dizem: “se eu fizer tudo isso, não terei tempo para liderar.”

Opa! Espera aí. Mas não é esse o trabalho de um líder? Contribuir para a realização plena do potencial de cada indivíduo da sua equipe?
Liderança não é o que você faz, e sim o que você é. Ser um bom líder significa que você tem um bom caráter. Um líder tem o compromisso de fazer o melhor, mesmo quando você não deseja. Um bom líder tira o melhor de cada pessoa e se faz pelo exemplo.

Um bom líder serve e conquista autoridade ao invés de exigir ser servido. O líder tem de servir, sim. É preciso agir e colocar em prática a liderança servidora. O papel do líder é ajudar as pessoas da sua equipe, é orientar as pessoas a serem melhores, a se desenvolver, a ser melhor que elas podem ser. Se você dá a seu time o que ele precisa e não o que ele quer, ele também vai lhe dar o que você precisa para liderar com eficácia.

Portanto, já que liderança é influência, todos podem ser líderes, porque todos podemos influenciar pessoas. A diferença está na responsabilidade que cada um possui. Então, a questão é como se tornar um líder competente e de sucesso naquilo que você faz.

Atualmente, os profissionais têm passado mais tempo no trabalho do que com sua famílias, consequentemente, um líder deve ter em mente sempre que ele precisa, todos os dias, dar seu melhor para a equipe e estimular a equipe a dar o melhor de si. Reconhecer valores e a importância da conexão com cada membro da sua equipe o torna um líder humano, um líder real. Uma conexão única, procurando reconhecer os seus verdadeiros talentos, os comportamentos que precisam ser melhorados para atingir a alta performance.

O quanto você aborda corretamente cada membro da sua equipe, respeitando sua individualidade e o seu potencial? Acredito que o processo de liderar passe pelas seguintes fases: reconhecimento, valorização, direcionamento, treinamento. O líder precisa reconhecer seu valor único, valorizar a oportunidade de estar em contato com a pessoa certa, na hora certa, em todos os momentos.

Posso dizer que cada líder tem em sua equipe vários diamantes, inclusive ele próprio. Um líder precisa “lapidar” os diamantes, gerenciar uma equipe e liderar estabelecendo uma conexão rumo a alta performance e resultados extraordinários. Liderança de resultados pressupõe: preparo, dedicação e experiência. Pense nisso. Você também é capaz!

Paulo Alvarenga – Sócio-diretor da Crescimentum, empresa de treinamentos e consultoria especializada em desenvolvimento de líderes empresariais.

Post publicado no Portal Administradores por Paulo Alvarenga.

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Sobram oportunidades, o que falta é iniciativa

Conta-se que em um belo dia, ao passear pela sede do Wal-Mart, em um tour pelas instalações, um consultor empresarial viu cartazes em todo lugar realçando os valores e a filosofia da organização. Um em especial o impressionou, em letras grandes o título “Regra dos 3 metros” dizia:

Deste dia em diante, juro e declaro solenemente que toda vez que um cliente chegar a menos de três metros de mim, sorrirei, olharei em seus olhos e o cumprimentarei”.

Sam Walton, o fundador da rede, entendeu a importância de iniciar um contato com os outros.

Acho que a maioria das pessoas reconhece o valor da iniciativa. Se você perguntar para qualquer pessoa, prontamente ela irá admitir que tomar iniciativa é importante em relacionamentos, porém, sabemos que a realidade é outra e muitos ainda não a tomam.

Quando o assunto é interagir, elas sempre esperam que a outra pessoa dê o primeiro passo. E por que isso acontece? Bem, segue abaixo alguns motivos:

Iniciar uma conversa com alguém sempre parece estranho.
Oferecer ajuda a alguém significa arriscar ser rejeitado.
Doar algo aos outros significa poder ser mal-compreendido.

É notório que você não se sentirá pronto e nem confortável nesses momentos. O desconforto, aliás, talvez seja a beleza mística por trás da iniciativa, quem consegue superá-lo, inevitavelmente faz o ciclo girar, e quem não consegue, fica preso em uma eterna zona de conforto.

Não é segredo para ninguém que um dos atributos mais valorizados dentro das empresas hoje é a iniciativa. Ter pessoas com iniciativa em seu quadro de funcionários é o sonho de qualquer empregador, e também de qualquer professor (onde eu me enquadro).

Pessoas que apresentam projetos sem ninguém pedir nada, que sugerem ideias sem necessariamente ganhar nada por isso e que se candidatam para assumir tarefas que não são de suas responsabilidades estão cada vez mais raras, e é por isso que também são cada vez mais valiosas.

Infelizmente eu já cansei de ver funcionários que, ao ver que um cliente está perdido em sua empresa, nada fazem para ajudá-lo com a desculpa de que “aquela parte em que ele está não é de minha responsabilidade”, mesmo que essa parte signifique ter que dar pouquíssimos passos…

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O cliente praticamente precisa implorar para ser atendido, que absurdo!

Será que eles faltaram naquela aula, que provavelmente eles consideram chata, que diz que todo funcionário, do porteiro ao presidente da empresa, são vendedores? E que TODOS respondem para um ÚNICO dono, o cliente?

E quer saber de outro absurdo? Cada vez mais eu vejo mais casos de empresários sofrendo ameaças de seus funcionários por pedirem para que os mesmos exerçam uma determinada função que não é sua por um pequeno período de tempo. Eles alegam que se não forem devidamente remunerados por isso, irão acionar o sindicato e procurar seus direitos.

Que empresa progride com um funcionário assim?

Pessoal, só cumprir o que está descrito no seu cargo não resolve mais! É preciso ir além!

A pessoa pode ser extremamente estudiosa, dedicada, íntegra e tudo mais, porém, se não tiver iniciativa para fazer as coisas acontecerem, sinto lhe dizer, mas, pode esquecer… E digo mais, eu já vi, e tenho certeza que você também já viu, pessoas intelectualmente inferiores conquistarem vagas e promoções em disputa direta com aqueles que cumprem tudo aquilo que a sua função pede, e só.

Os invejosos dizem que isso acontece porque eles são “puxa-sacos”. Eu digo que isso acontece porque provavelmente eles estão se esforçando mais do que os outros.

Gostaria de deixar bem claro que eu não estou defendendo nenhum dos lados. Eu também já vi empreendedores explorarem seus colaboradores dia após dia, fadigando-os até causar uma patologia. O bom senso e o equilíbrio precisam ficar claros para ambos os lados, senão o que poderia ajudar a empresa acaba por afunda-la de vez.

Já dentro da sala de aula as coisas também estão preocupantes. Fico impressionado com a falta de iniciativa dos adolescentes de hoje. Como também dou aulas para esse público, consigo contar nos dedos aqueles que se voluntariam quando peço para que eles se apresentem para o restante da sala. Excluindo algumas exceções, o restante se perde em troca de acusações, um apontando o dedo para o outro, um empurrando a vez para o outro, ninguém quer chamar a responsabilidade, isso é realmente muito triste e só demonstra a falta de preparo desses futuros candidatos.

Com frequência, esperamos pelo “momento perfeito” para tomar iniciativa. Posso te afirmar com total convicção, o momento perfeito nunca chega, e se você ficar esperando por ele, irá perder muitas oportunidades.

E aí, o que vai ser?

Post publicado no Portal Administradores por Diego Andreasi.

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Como lidar com pessoas negativas

Você conhece alguma pessoa negativa? Aquele tipo que diz ‘não’ para tudo, reclama sem parar e faz a planta murchar quando passa perto?

Provavelmente sua resposta será ‘sim’. Seja qual for o motivo, você reconhece que aquele cidadão é tão pessimista que do seu ponto de vista parece irremediável.

Alguns anos atrás enfrentei uma situação desafiadora. Extremamente desgastante. Não sabia ao certo como lidar com pessoas negativas. Não que eu tivesse percebido isso naquele momento.

Um dia após o outro, eu chegava cada vez mais estressado em casa. Os dias eras longos e tensos e praticamente nada se resolvia. Quando chegava em casa já estava muito desanimado. Certo dia, ao ler um artigo e analisar e responder algumas perguntas, cheguei a uma importante conclusão.

Se fosse inevitável, eu deveria agendar as reuniões com as pessoas negativas para o final do dia. Jamais no começo. E era exatamente isso que eu fazia até então. Um dia após o outro. Chegava, me reunia e me sentia exausto o dia todo.

Ao perceber aquela situação e reconhecê-la, prontamente, fiz as mudanças. E posso dizer que funcionou. Mais produtividade e satisfação. Menos estresse.

Sendo assim, separei algumas dicas importantes para você, meu amigo e amiga que está enfrentando essa selva de pessimismo e insetos do tipo ‘não’.

Como lidar com pessoas negativas é algo que deveria ser ensinado em casa e fazer parte da grade curricular tamanho impacto que ele causa nas pessoas.

O pior que você pode fazer com pessoas assim é tentar convencê-las que elas estão erradas.

Procure focar e apresentar as soluções para os problemas. Você não mudará completamente aquela onda ‘não’ mas pode controlar e guiar a conversa.

Ah! Deixe as pessoas serem tão negativas quanto quiserem. Apenas as coloque no lugar certo. Algumas empresas utilizam pessoas desse perfil para avaliar novos projetos. Certamente são tão ácidas que conseguem ver problemas sérios que outros não perceberiam.

Normalmente, por serem mais focados em ‘fazer a coisa certa’, eles fazem no seu tempo. Sendo assim, não apresse os negativos. Você certamente irá atrasá-los.

Outro dia li sobre uma boa tática: seja pessimista primeiro que ele. Acredite, eles podem até mesmo reagir positivamente. Porém, aviso: Essa opção eu ainda não testei.

Sendo assim, sempre agradeça sua boa intenção. Por se tratar de uma característica, muitas vezes eles não fazem por mal. Elogie o fato de ter identificado o problema para que a solução seja descoberta.

O segredo está em como usar esta capacidade analítica.

É importante manter a perspectiva correta, ser paciente e estratégico e reconhecer que o perfil negativo pode até trazer alertas fundamentais.

Como lidar com pessoas negativas é algo que apenas você poderá fazer em sua vida. Mas é certo uma coisa: corvos não voam com as águias.

Post publicado no Portal Administradores por Weslley Zapff.

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Como você está administrando o seu tempo?

O tempo é um dos maiores bem que se possa ter e está à disposição de todos, independente de classe social, idade ou qualquer outra classificação. Seja rico ou seja pobre, jovem ou idoso, todos nós dispomos de 24 horas por dia para aproveitarmos da maneira que entendermos ser melhor.

Tal é a sua importância, que se pensarmos em todos os nossos bens e se, em alguma eventualidade os perdermos, seria possível recuperá-los com grande esforço e muito trabalho, já o tempo perdido, por mais que busquemos recuperá-lo, jamais conseguiremos.

Diante disso, devemos sempre refletir sobre como estamos empregando o tempo em nossas vidas, pois o que é feito com o tempo interferirá inclusive na qualidade de vida de uma pessoa.

A responsabilidade sobre a maneira pela qual utilizamos o tempo é sempre individual, dependendo somente das escolhas e atitudes de cada um. É muito comum ouvirmos justificativas ou até mesmo lamentações sobre a falta de tempo, sempre atribuído a fatores externos ou a terceiros e muito pouco a si próprio.

Convido você a refletir como tem tratado desse bem em sua vida. Como você tem administrado o seu tempo para atender todas as demandas da vida? Com qual frequência você tem se dedicado ao planejamento do seu tempo? E quanto do seu tempo tem dedicado a você e sua família?

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São indagações que devemos nos fazer diariamente para que possamos continuamente buscar o equilíbrio em todas as áreas nas quais estamos inseridos.

Devemos nos atentar também a fatores que estão consumindo nosso tempo, se de fato são situações relevantes que agregarão para nossas vidas ou simplesmente são desperdícios de tempo. Cada um agora poderá encontrar em seu cotidiano situações como essa, por exemplo, o excesso de tempo que se gasta na internet ou tv, ou ainda com situações que não agregam.

Cada vez mais percebemos que os dias, os meses e os anos estão passando mais rápido. Porém, a concepção cronológica do relógio não muda, mas sim o comportamento e as necessidades da sociedade contemporânea que nos tem impelido a esse sentimento. Cabe a nós o desafio de gerenciar essa nova tendência.

Segundo autores e pesquisadores da área de produtividade e gestão de tempo, a grande diferença do novo paradigma de gestão do tempo não está em aprender controlar o relógio, mas sim utilizar mais a bússola, pois o que determinará o sucesso e o alcance dos resultados é a priorização e a definição dos objetivos, portanto não basta cronometrar atividades, mas sim identificar se essas atividades estão condizentes com os objetivos, metas e missão de vida traçados.

Portanto, aproveite a vida, valorize cada instante do seu tempo com questões que lhe tragam satisfação, não importa qual for a fase da vida, viva-a plenamente, assuma o papel de responsável por suas escolhas e colha os frutos que a vida lhe reserva.

Post publicado no Portal Administradores por Marcos Lima.

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Como escolher as pessoas com quem você vai compartilhar seus sonhos

iStock
“Alie-se a quem deseja juntar-se à sua missão de vida e cultiva os mesmos valores”

Como já disse algumas vezes, a vida é um processo seletivo. Selecionar bem com quem dividi-la é crucial para ter uma trajetória produtiva e saudável.

Mas como fazer essa seleção em meio a tantos que se aproximam todos os dias? Depois de mais de 20 anos avaliando, selecionando e treinando executivos, além da vida pessoal, é claro, costumo seguir esse critério:
1. Olhe os resultados e não o discurso.

2. Olhe os valores e não títulos ou status quo.

3. Avalie os motivos para elas se aproximarem de você.

4. Observe se por trás elas agem com terceiros da mesma maneira que agem pela frente.

5. Diferencie elogios sinceros de bajulações cínicas dissimuladas.

6. Repare nas reações quando você lhes nega algum pedido.

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7. Afaste-se dos que esperam sua perfeição.

8. Alie-se a quem deseja juntar-se à sua missão de vida e cultiva os mesmos valores.

9. Observe se o respeito é um hábito adotado e se a lealdade é praticada mesmo em sua ausência.

10. Dê crédito de primeira, mas retire os pontos pela atitude. Cuidado para não se levar por impressões.

11. Valorize a humildade e reprove a arrogância. Observe como elas tratam os mais simples.

12. Considere a inteligência, mas avalie bem o esforço e a dedicação com os quais eles aplicam em suas tarefas.

Mesmo agindo assim, não há garantias, pois o ser humano é extremamente complexo. Por outro lado, é exatamente por isso que todo esse processo constante pode ser fascinante, desgastante ou até perigoso.

Post publicado no Portal Administradores por Flávio Augusto.

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