Não busque lucros em bolsa de valores, busque resultados mensuraveis

A falsa ideia de investir para ganhar dinheiro cai por terra quando a maioria dos investidores possuem a mesma reação no mercado. Grande parte dos investidores finalizam seus investimentos com prejuízo, pois quando estavam ganhando não encerram o investimento vivendo no mundo dos ” e se”….

E se subir mais? E se eu não tivesse saido?

Definitivamente, dúvidas e milagres não funcionam em bolsa de valores. Temos que estar sempre confiantes e decididos sobre o que queremos alcançar de resultado e principalmente qual o risco financeiro você aceita correr. Perder faz parte do investimentos e sua perda tem que ser gerenciada. Seus investimentos devem estar pautados com planos e estratégias para alcançar seu objetivo e para saber o ponto certo de reconhecer qual a operação não deu certo.

Tenha em mente resultados financeiros mensuráveis, caso contrário, você entrará para o clube dos “e se…” e fechando sempre sua operação com prejuízo, pois todo e qualquer ganho financeiro nunca será o suficiente para ser chamado de lucro, você sempre achará que pode ganhar mais.

 

Post publicado no Portal Administradores por Aline Rodrigues.

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O que o empreendedor brasileiro tem a ver com o Peter Pan

 
Um país cresce quando suas empresas crescem. Elas são as responsáveis pela criação de novos empregos e geração de venda, estimulando e fortalecendo a economia. Por isso, é preocupante saber que apenas 7% das pequenas empresas¹, hoje beneficiárias do regime tributário do Simples, desejam sair dele. Na prática, é como dizer que apenas 7% das micro e pequenas empresas brasileiras desejam crescer. Mas se é tão natural do homem querer evoluir, por que o brasileiro tem a “síndrome de Peter Pan”?

Conheça a Endeavor

O primeiro passo para entender isso é conhecer o regime do Simples. Tendo como um dos principais objetivos a redução da informalidade, a Lei Geral do Simples consolida uma série de tributos e permite que micro e pequenas empresas façam um único pagamento de imposto.

Para as menores, a alíquota de imposto é mais barata e cresce de forma gradual até que a empresa atinja o faturamento limite de 3,6 milhões de reais por ano. E é aí que o problema aparece: as empresas que ultrapassam o limite de faturamento perdem o benefício da alíquota única e passam a calcular e pagar mais de oito tributos separadamente.

Além do aumento na carga tributária, o processo para efetuar o pagamento do imposto se torna mais complexo. Mas não é do dia para a noite que uma pequena empresa possui a estrutura para conseguir cumprir com tanta exigência!

E desprovida do aconselhamento devido, essas empresas, ainda pequenas, acabam optando pelo “jeitinho” ao ver que a situação começa a sair do controle. É o que acontece com 62% das empresas¹ que saem do Simples hoje: elas se tornam inadimplentes e retornam à informalidade em menos de dois anos.
Sabendo que pagar os impostos deixa de ser uma tarefa simples, quem julga os empreendedores por preferirem não crescer e não ter mais “dor de cabeça”? Essa é a “síndrome do Peter Pan”. Assim como um adolescente que resiste à ideia de amadurecer, é natural que o empreendedor brasileiro prefira não se arriscar. Aquele que em seu dia a dia já precisa correr atrás de clientes, treinar a equipe e pagar as contas, não precisa de mais uma complicação.

O governo, como grande beneficiário do crescimento das empresas, tem o papel de buscar formas de incentivar o desenvolvimento dos negócios, medindo qual é a dose de exigências que essas empresas conseguem cumprir passando pelo estirão.

Hoje, são só apenas 34 mil empresas (1,5% das empresas) que vem crescendo acima de 20%, gerando um impacto enorme para a economia: 48,5% dos novos empregos e 11,5% do valor agregado ao PIB (fonte: Endeavor/IBGE). Imagina como seria se tivéssemos 100 mil empresas de alto crescimento? Reduzindo a burocracia podemos reduzir essa “síndrome de Peter Pan” e ajudar mais empresas que crescem a prosperar.

¹ Fonte: Insituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT).
Originalmente publicado na Exame.com.

Por Pamella Gonçalves, gerente de Pesquisa e Mobilização da Endeavor Brasil.

 

Post publicado por Redação Yahoo! Brasil | Yahoo Finanças.

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De desempregada a bilionária: conheça a história da autora da saga Harry Potter

Ben Pruchnie/Getty Images

O ano era 1990 e Joanne Rowling estava em um trem, viajando entre a cidade inglesa de Manchester e a capital Londres, exatamente para a estação ferroviária de King’s Cross. Durante o trajeto de quatro horas, as ideias sobre a história de um jovem bruxo de cabelos negros, óculos redondos e sobrenome Potter tomaram sua atenção. Ela começou a rabiscar o que se tornaria a saga literária infanto-juvenil com adaptação para o cinema mais lucrativa da história.

Nos quatro anos seguintes, Rowling elaborou uma complexa história envolvendo criaturas mágicas, mitologias, mas principalmente histórias de amizade e amor. A hoje riquíssima e reconhecida autora, entretanto, não percorreu um caminho fácil até a publicação do seu primeiro “Harry Potter e a Pedra Filosofal”, exatamente há 17 anos. No fim de 1994, Joanne era uma mãe solteira que morava em Edimburgo, na Escócia, dependia do seguro-desemprego concedido pelo governo britânico e não via nenhuma perspectiva financeira. Seus dias eram dedicados aos afazeres domésticos e cuidados com a filha recém-nascida, que quando dormia era arrastada pela mãe em um carrinho para o café mais próximo, onde Rowling se dedicava por horas e horas às aventuras e dramas de Harry Potter – muitos dos quais refletiam momentos específicos da sua vida igualmente bagunçada.

Com o manuscrito em mãos, Joanne o enviou para um agente literatário, que o devolveu com uma educada carta de recusa. Sorte de Christopher Little, que acreditou no potencial da autora e ofereceu o manuscrito à editora Bloomsbury, que sugeriu o uso de iniciais em vez do nome da autora, por acreditar que os garotos teriam preconceito com uma autora mulher. Harry Potter chegaria às livrarias inglesas em 26 de junho de 1997, sob autoria de J. K. Rowling.

Com o adiantamento recebido da editora, J. K. Rowling, que dava aulas de francês para se sustentar, pode enfim se dedicar exclusivamente à literatura. Hoje, todos seus livros viraram best-sellers, com mais de 600 milhões de cópias vendidas e traduzidos para 68 idiomas em mais de 200 países.

O sucesso dos seus livros a transformou de desempregada e bilionária, em 2004. Sua fortuna era estimada pela Forbes em 1 bilhão de dólares, colocando-a financeiramente a frente até da Rainha Elizabeth II, que tinha uma fortuna pessoal estimada em 660 milhões de dólares. Além do dinheiro que ganha com os livros, Rowling ainda recebe royalties pela venda dos diversos produtos com o tema da saga, principalmente graças ao sucesso da franquia dos livros no cinema.

Apesar de bilionária, ela não perdeu seu ar pacato e simples, sendo que uma de suas primeiras extravagâncias foi a compra de uma mansão do século XIX, na Escócia. Hoje, Rowling dedica-se à ajuda de causas humanitárias, escrita de novas histórias, à criação dos filhos e ao casamento com o médico Neil Murray.

 

Post publicado no Portal Administradores por Lívia Maria.

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Você conhece a “Escada de transformação de clientes em fãs?”

Você já parou para pensar que são muito poucas as empresas que tem “fãs”? Fãs são clientes que de tão encantados com as experiências de compra que vivem se transformam em clientes fiéis, recorrentes e que compartilham estas experiências com amigos e familiares. E daí você pode me perguntar: Mas Zé, como é que eu faço para transformar meus clientes em fãs?

A “Escada de Transformação de Clientes em Fãs” é um modelo que montei para facilitar a transmissão de 4 elementos absolutamente essenciais para criar clientes satisfeitos e leais a você e à sua empresa. São eles: Entendimento e Atendimento, Superação de Expectativas, Experiência de Compra e Encantamento de Clientes. 
A partir de agora eu divido com você 4 dicas muito eficientes para transformar seus clientes em fãs seguindo esta lógica da “Escada do Zé”:

1a dica: Entendimento é mais importante que Atendimento: antes de mais nada é importante dizer que só atende bem quem entende perfeitamente o que faz, quem é e quem não é seu cliente, quais são as necessidades, expectativas, problemas e sonhos do cliente e quem tem a capacitação e o treinamento constantes para fazer a boa conexão entre as necessidades do cliente com o produto ou serviço que vende.
Desta forma, se você não é expert no que faz o que inclui conhecer seu mercado, seus clientes, seus produtos e seus concorrentes, você terá uma dificuldade enorme em oferecer um Atendimento Nota 10. Lembre-se sempre disso: Só atende bem quem entende bem.

2a dica: Antes de exceder expectativas, é preciso atendê-las: muita gente tem me perguntado como deve fazer para encantar seus clientes e transformá-los em seus verdadeiros embaixadores e “fãs”. Digo que antes de encantar o cliente e transformá-lo em fã, que é importante atender as expectativas dele, ou seja, se você tem um comércio online que promete entrega em 3 dias úteis, tenha certeza de que este prazo tem sido respeitado se não em todas as entregas, na gigantesca maioria delas.

Uma vez atingido este primeiro objetivo que é o de atender minimamente a expectativa que você mesmo gerou no cliente, é chegada a hora de pensar no 2o passo. E neste exemplo específico, o 2o passo poderia ser uma entrega expressa com entrega em até 24 horas depois da efetivação da compra online.

3a. Dica: As pessoas adoram comprar, mas não gostam que alguém venda para elas. Esta é uma frase célebre de um maiores Gurus de Vendas do mundo, Jeffrey Gitomer (autor do best seller “A Bíblia das Vendas”), e que muito nos ajuda a entender que as pessoas e as empresas buscam experiências prazerosas de compra e que se o ato de comprar não se configurar em um momento bacana e idealmente inesquecível, a chance de se criar esta tal “Experiência de Compra” singular que todos desejamos oferecer aos nossos clientes vai por água abaixo.

4a. Dica: Cliente encantado torna-se seu grande vendedor: guarde bem o que vou lhe dizer agora: quem tem cliente é seu concorrente! Você tem que ter fãs, pois fãs te vendem e os clientes não!

E só tem fãs quem consegue entregar muito mais do que prometeu, quem entende profundamente seus produtos, clientes e necessidades, quem os atende com o desejo real de fazer a diferença em suas vidas e quem tem a real Paixão por Vendas e a genuína Paixão por Servir, algo tão intangível mas tão essencial para prover o real “Encantamento do Cliente”, que será a partir de então mais um grande grande vendedor seu no mercado.

Neste processo, perceba que desenvolvemos juntos um raciocínio que lembra uma escada que tem o seu primeiro degrau no pleno Entendimento de tudo o que cerca o seu mercado específico que leva ao segundo degrau do Atendimento nota 10, que por sua vez te leva ao terceiro degrau da Superação das Expectativas dos seus clientes através de Experiências de Compra inesquecíveis e te levam ao ponto mais alto desta escada no quarto degrau do tão sonhado Encantamento e da tão importante recorrência em vendas.

Enfim, um processo estruturado que tem por grande e principal objetivo transformar os seus clientes em verdadeiros fãs seus e da sua empresa.

Gostou deste artigo? Compartilhe-o com seus liderados e líderes. Não gostou? Por favor me escreva imediamente com suas críticas e sugestões.

Um grande abraço, sucesso e boas vendas!

 

Post publicado no Portal Administradores por José Ricardo.

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Aprendendo a impressionar positivamente

Divulgação

Do ponto de vista do sucesso profissional, eu diria que há duas lições importantes que podemos extrair de tudo isso. A primeira é: a intuição é uma ferramenta importantíssima. Quanto mais apurada ela for, mais bem-sucedidos seremos. Tornar a intuição mais aguçada equivale a confiar mais em si mesmo, a ouvir sua voz interior, que o conecta a seus instintos mais profundos. 

A segunda lição nos ensina que as primeiras impressões podem estar erradas, mas elas deixam sua marca, mesmo assim. Portanto, não perca tempo tentando provar a uma pessoa que ela se enganou a seu respeito. Em vez disso, preocupe-se em causar uma boa impressão desde o início. 
Poucas coisas são mais difíceis e desgastantes do que tentar convencer alguém de que a primeira impressão dela a seu respeito estava errada. E há um bom motivo para isso. Diversos estudos indicam que as impressões iniciais são muito mais poderosas do que poderíamos imaginar, pois estão ligadas a um mecanismo de defesa e proteção que o ser humano desenvolveu para que pudesse sobreviver como espécie.

Assim, em vez de tentar lutar contra isso, uma pessoa orientada para o sucesso preocupa-se em causar uma boa impressão logo de cara. Mesmo porque, às vezes, essa impressão inicial que alguém registra a seu respeito pode ser sua única chance. Como você poderia convencer um funcionário de recursos humanos – que, por algum motivo, teve uma impressão desfavorável a seu respeito durante uma entrevista para emprego – de que ele está errado e que você é a pessoa certa para o cargo? Ou como convencer um investidor que não simpatizou com você de que o seu projeto é excelente? Como eu poderia tentar convencer Donald Trump de que seus instintos estavam equivocados se não tivesse surgido nenhuma empatia entre nós quando ele me disse “você tem três minutos para me vender a sua ideia”?

O principal problema de se aventurar nessas missões impossíveis — ou quase impossíveis — é que, muitas vezes, nem ao menos percebemos que causamos uma impressão desfavorável, e muito menos os motivos pelos quais isso aconteceu. Pensamos: “Mas meu projeto era perfeito!” ou “eu tinha todas as qualificações necessárias para aquele cargo”, ou, ainda, “com certeza eu estava pronto para aquela promoção”, sem nos darmos conta de que o problema é mais complexo. Antes mesmo que nossos projetos, ideias, méritos e qualificações sejam avaliados, nossa personalidade já o foi. Conforme vimos, essa avaliação é feita pelo inconsciente adaptador e, como tal, é rápida, instintiva e acontece no exato instante em que duas pessoas se encontram pela primeira vez. E se, por alguma razão, formos reprovados nessa avaliação, é bem pouco provável que consigamos passar com sucesso para a segunda fase, que é a avaliação de nossos projetos, ideias, méritos e qualificações.

A boa notícia é que você pode — e deve — ter mais controle sobre a primeira impressão que você provoca em alguém. Prova disso é a existência de empresas como a Hurry Date e a First Impressions e, é claro, as experiências de empresários como eu próprio — afinal, consegui vender minha ideia a Donald Trump após os três minutos que ele me concedeu — e muitos outros que continuam abrindo canais para transformar suas ideias em negócios bem-sucedidos.

Ao lerem estas linhas, muitos dirão: “Mas eu não sou carismático, não nasci com uma personalidade ‘magnética’”. É verdade que algumas pessoas parecem ter o “dom” de causar uma impressão favorável naturalmente, sem esforço algum. Contudo, isso ocorre porque elas desenvolveram a habilidade de lidar com uma série de fatores que contribuem para transmitir uma imagem favorável. Esses fatores vão desde o autoconhecimento até a intuição aguçada, passando pela comunicação verbal e não-verbal, pela capacidade de criar empatia, de transmitir confiança, de saber ouvir e de demonstrar interesse genuíno pelo outro, e assim por diante. E se essas pessoas conseguem, você também pode conseguir.

Veja abaixo vídeo sobre o assunto:

 

Post publicado no Portal Administradores por Ricardo Bellino.

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Qual é o seu valor?

Quando falamos de valor, obviamente temos que levar em consideração os valores humanos como a ética pessoal, a honestidade e a honra. Esses fatores são vitais para uma vida próspera, mas neste artigo irei focar somente o fator relacionado ao universo físico, ou seja, o dinheiro.

Apesar de o dinheiro ser o item mais baixo na escala de motivação, ele é muito prático, útil e necessário para a realização de nossas metas. Como vivemos em um universo físico, a concretização de nossos sonhos depende muito de termos uma quantidade suficiente de dinheiro, e por que não dizer, abundante.

Se sua meta é comprar um carro, um casa, obter um diploma, aprender um idioma, abrir seu próprio negócio, viajar, etc. você vai primeiro precisar de certa quantidade de dinheiro na mão.

Até mesmo para emagrecer é preciso ter dinheiro: para pagar uma academia, consultar um nutricionista e comprar alimentos saudáveis ou, no mínimo, adquirir roupas e tênis apropriados para caminhadas.

Por isso que as pessoas estão sempre buscando uma maneira de aumentar seu rendimento e ingresso de dinheiro. Algumas vão atrás de fórmulas mágicas, simpatias, pensamento positivo, loterias, mas nada disso aumenta a prosperidade se a pessoa não aumentar o seu próprio valor. E o valor de uma pessoa é diretamente proporcional a quanto ela produz.

O escritor e filósofo americano L. Ron Hubbard explica de forma simples e clara como tudo isso funciona nestes parágrafos:

“Lembre-se que dinheiro representa coisas. É um substituto para bens e serviços.
O que os governos , as pessoas e até nossas organizações não conseguem compreender é que AUSÊNCIA DE PRODUÇÃO = ausência de dinheiro.
Se uma pessoa executa um serviço valioso e o troca por bens, fará isso através da partícula chamada dinheiro.
Produção pode significar produzir um serviço ou um artigo que pode ser trocado por artigos e serviços.
Se uma atividade não produz, nem entrega, nem troca com outras atividades, não será possível haver dinheiro.” – L. Ron Hubbard

Por exemplo, um massoterapeuta necessita entender que seu produto é “massagem bem feita com o resultado esperado atingido”. Se cada massagem custa cem reais e ele quer ganhar mil reais por semana, deve fazer dez massagens bem feitas toda semana. E se quiser dobrar seu rendimento, precisa aumentar sua produção, ou seja, fazer vinte massagens bem feitas por semana. Simples assim.

O valor do massoterapeuta é quantas massagens bem feitas ele realiza por semana. E é isso exatamente que ele vai ganhar. Obviamente que ele também necessita de divulgação, técnicas de vendas e outras competências e subprodutos que vão contribuir para o aumento do produto final valioso que é a massagem bem realizada.

E se a pessoa estiver empregada em uma empresa, como medimos o seu valor? Da mesma forma, primeiro descobrindo o que ela de fato produz, qual é seu produto (artigo ou serviço) e medindo a quantidade de sua produção (quando disso ela faz).

Uma recepcionista mediria quantos atendimentos bem feitos ela realiza ao telefone ou pessoalmente. E para valer mais e ganhar melhor ela buscaria aumentar sua eficiência, quer dizer, fazer melhor em menos tempo.

Com este raciocínio prático qualquer pessoa poderia aumentar seu valor e ganhar mais dinheiro.

E este é, afinal, o segredo da prosperidade, o fato de não haver nenhum segredo!

 

Post publicado no Portal Administradores por Lucia Winther.

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O que faz você autoconfiante e bem sucedido?

Ninguém questiona a importância da autoconfiança como força propulsora para implementar uma carreira bem sucedida. A sua atitude é o que determina a altitude na vida profissional. Porém, de nada adianta apenas saber que é preciso ter autoconfiança. A questão é o que fazer? como fazer? onde adquirir a autoconfiança? Será que é vendida na farmácia ou supermercado? Alguém tem a receita?

A primeira providência é saber que a autoconfiança está dentro de si mesmo. Se está dentro de si significa que você “já tem a autoconfiança”. Não há necessidade de buscar, criar a autoconfiança. A questão passa a ser – como extrair? e não o que fazer para ter a autoconfiança. Só que “de nada servirá saber quer possui a autoconfiança”, se ela não for reconhecida e utilizada.

De nada adianta você ter R$100 mil esquecido no bolso de um paletó que fica guardado no fundo do armário e nunca é usado. Para utilizar qualquer coisa você precisa reconhecer a sua existência. Não basta conhecer, é preciso reconhecer. Reconhecer é validar, aceitar, ter a certeza. Se tiver a certeza que possui você consegue usar.

Se a autoconfiança está dentro de você e não consegue sair, é porque está sendo bloqueada. Na maioria dos casos é devido a lembranças de algum “fracasso”, “vergonha” que passou. Pode ser que alguma experiência desagradável na infância está gravada no fundo do subconsciente e está impedindo que a autoconfiança aflore.

Os fatos e acontecimentos da nossa vida são resultados de causas. Se não fosse assim o destino da pessoa já estaria predeterminado ou seria obra do acaso. Em ambas hipóteses, de nada adiantaria se esforçar. Assim o fundamental é mudar a causa para mudar o resultado.

A causa está na mente. A manifestação da autoconfiança também é um resultado. Portanto, para manifestar a autoconfiança é preciso mudar a causa que está na mente da pessoa. Por isso, o melhor caminho para desobstruir algo que está bloqueando a manifestação da autoconfiança é a autossugestão por meio de palavras.

Entre a decisão de fazer alguma coisa, até a concretização do fato existe um intervalo de tempo, onde as pessoas agem ou não agem. O erro está em pensar que tal resultado não aconteceu só porque não agiu ou agiu de forma errada.

Exemplificando: quando a pessoa ouve uma palestra ou lê algum artigo sobre autoconfiança, tipo “dicas para ter autoconfiança”, a pessoa pensa: preciso tomar uma atitude. Porém, depois de algum tempo, vê que não deu resultado. Aí atribui o insucesso à “falta de ação” ou “erro de execução”.

A causa do insucesso não está só na “ação” ou “falta de ação” ou no “erro na execução”. Existe algo que comanda o ser humano de dentro. A causa está no pensamento, na palavra que costuma utilizar. Não há como pensar, sem usar uma palavra. Exemplo: tente pensar na “Gabriela” sem falar lá dentro da mente “Gabriela”.

Assim a única forma de criarmos alguma coisa na nossa mente é usando a palavra. A forma de extrair a autoconfiança é também pela utilização da palavra. Este mundo é o mundo da “tua fé que te curou”, ou seja, é feito de crença no que você afirma.

A forma de manifestar a autoconfiança é reconhecer esta força interior pela utilização do poder da palavra. Desta forma é repetir, repetir, repetir e repetir palavras que servem de auto sugestão, auto estímulo para manifestar a autoconfiança. Repetir vinte vezes antes de dormir e ao acordar palavras auto motivadoras como segue: ““Oh Deus que estais no profundo, do profundo da minha alma, oh força infinita, manifestai-vos. A sabedoria necessária para o dia de hoje já foi dado a mim. Muito obrigado”.

A auto sugestão se faz pronunciando de forma audível frase iniciando com o “Eu Sou”. A citação bíblica diz: “Eu Sou, o que Sou”. “O que sou” é a definição que você dá a si próprio. Acreditando ou não acreditando, se usar: “vencedor”, está se denominando “Eu sou vencedor” e as pessoas ao redor passarão com o tempo a te tratar como “vencedor”.

Desta forma deve auto sugestionar repetindo no mínimo vinte vezes antes de dormir e ao acordar com palavras do tipo: “Eu sou perfeito. Eu sou inteligente. Eu sou saudável. Eu sou forte. Eu sou capaz de realizar qualquer coisa com êxito e perfeição. Eu sou bem sucedido. Eu sou vencedor”. Tenho certeza que você terá um futuro melhor e conquistará a altitude profissional que desejar.

 

Post publicado no Portal Administradores por Orlando Norio.

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Que tal voltar a sonhar?

Concordo muito com esse texto, escrito por Paula cassanho.

Se você não sonhar, não planejar, não pensar grande, como vai ter uma carreira de sucesso?

Então sonhe, mas sonhe muito e de preferência acordado.

Vamos a leitura……

 

Recentemente tenho ouvido muito sobre Visão, Imaginar, Sonhar, Construir um cenário ideal…

Infelizmente, quando saímos da infância, iniciamos uma fase de consolidação de pensamentos moldados pela educação familiar e cultural que recebemos, e a partir dessa construção, cerceamos toda espontaneidade e coragem de viver, em detrimento de pensamentos e crenças que nos limitam de criar e experimentar!

Segundo Skinner, psicólogo americano, nossos comportamentos são modelados por contingências genéticas, ontogenéticas (históricas) e culturais. Ou seja, para cada ação, existe uma gama de estímulos aprendidos sem consciência alguma, que nem imaginamos de onde vem e menos ainda paramos para pensar se funcionam ou não!

Até que chegamos a um tempo de vida em que, se estamos lendo esse artigo, iniciamos uma busca por algo a mais, por DESPERTAR A CONSCIÊNCIA e então passar a remodelar o que nos norteia para gerar os resultados que desejamos!
Se chegamos até aqui, provavelmente já estamos construindo ou já construímos uma visão, nosso cenário ideal!

T. Harv Eker em seu livro “Os segredos das mentes milionárias” diz que somos treinados para pensar pequeno, porém os grande bilionários do mundo, a exemplo de Donald Trump, tem suas mentes treinadas para pensar grande…muito grande, a ponto de, mesmo perdendo toda a fortuna, conseguirem reconstruir riqueza de bilhões em pouquíssimo tempo!

Por causa da cultura, das crenças religiosas e outras influências que aprendemos pela educação e experiência social, a maioria das pessoas escolhe pensar pequeno. Além do medo de fracassar, muitos respondem ao sentimento de inferioridade e não se sentem merecedores!

Qual o primeiro passo para uma vida financeira próspera e sustentável?

Pensar grande! Construir uma visão de abundância resinificando as crenças de modo a contribuir para um círculo consciente de ganha-ganha que vai ser a base para iniciar e manter riquezas em sua vida!

Alimente a criança que existe dentro de você, construa seu quadro dos sonhos e caminhe para alcançar o seu alvo! E lembre-se “Se você pensa que pode ou se pensa que não pode, de qualquer forma você está certo.” (Henry Ford)

Sonhemos!

Abraço!

 

Post publicado no Portal Administradores por Paula cassanho.

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Você consegue ouvir um insulto sério sem explodir?

Thinkstock

Quando um profissional decide passar da carreira técnica para a de liderança, deve ser capaz de identificar os elementos do cenário no qual irá exercer sua função.

Toda vez que ignorar esses elementos, vai se comportar como o indivíduo que tenta sair de uma sala pela janela, ignorando que está no décimo segundo andar de um prédio. Como resultado, vai gastar muita energia, muitos recursos e correr sério risco de acidentar-se.

Entretanto, o cenário no qual a liderança é exercida somente é visível com a reflexão do líder sobre algumas perguntas-chave. E a primeira delas é: “Você consegue lidar com um insulto sério sem explodir?”

Se, em algum momento em sua carreira de líder, você se sentir insultado, seja bem-vindo à liderança! Líderes são insultados! É só você observar quem são as pessoas mais insultadas do planeta: juiz de futebol, gerentes, donos de empresas e, é claro, presidentes.

Por que isso acontece?

Ao liderar, você poderá, eventualmente, provocar emoções indesejáveis nas outras pessoas, como: ansiedade, frustração e raiva.

Se isso ocorrer, o indivíduo, ou grupo de indivíduos, poderá querer expressar essa emoção de muitas formas, até mesmo com um insulto. Portanto, o primeiro elemento do cenário no qual a liderança é exercida é: a emoção das outras pessoas.

Sua capacidade de lidar com esse contexto depende de como você lida com sua própria emoção. Ela é o segundo elemento desse cenário.

Ser capaz de lidar com esses dois fatores requer preparo e experiência. Por essa razão que não é muito aconselhável a ascensão de pessoas imaturas a cargos de liderança. Elas irão se perder em meio a essas questões.

Por outro lado, pessoas experientes e preparadas podem oferecer grandes exemplos:

Conta-se que, certa vez, ao visitar a UNE no Rio de Janeiro, o presidente Juscelino Kubitschek foi vaiado por estudantes descontentes com o aumento da passagem de bonde, entre outras questões. Do instante em que chegou ao momento em que ingressou no auditório, as vaias foram intensas.

Ocupou seu lugar no palco, esperou pacientemente pelo cessar das vaias, olhando, de tempos em tempos para o relógio. Quando elas finalmente terminaram, ele iniciou seu discurso dizendo: “Bendito o país em que seus estudantes podem vaiar o seu presidente durante quatro minutos, com a certeza de que nada lhes acontecerá.”

Seguiram-se aplausos calorosos.

Claro que ser capaz de encarar uma plateia hostil requer muita integridade, pois, de outro modo, você não terá a consciência tranquila o bastante para organizar as ideias e as palavras.

Muitos desejam ser líderes somente pelo poder e dinheiro que o cargo proporciona. Mas, se você quiser fazer diferença no mundo, seja líder para cumprir um propósito maior. Um propósito de construção, que permita a coexistência e o crescimento de todos. Ao defender sua causa, prepare-se para os percalços e as agruras que todos aqueles que lideram têm de aguentar.

E mantenha-se firme em sua jornada!

Vamos em frente!

 

Post publicado no Portal Administradores por Silvio Celestino.

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Fazendo sopas de pedra

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Você já fez sua sopa de pedra?

“Você consegue fazer sopa de pedra”, disseram-me muitas vezes ao longo de minha vida. Ao refletir sobre seu significado, resolvi pesquisar os fundamentos, as origens dessa expressão. E foi assim que me deparei com uma lenda fascinante, uma analogia precisa e poderosa de toda minha experiência profissional. A lenda também expressa os princípios e conceitos utilizados por pessoas que se destacaram devido à sua habilidade de transformar ideias em negócios de sucesso, convertendo as dificuldades do caminho em êxitos e conquistas.

Cansado e faminto, após ter andado por muitos dias, ele chegou a uma aldeia pequena e muito pobre, onde decidiu descansar à beira da estrada. O monge, então, acendeu uma fogueira e colocou sobre ela um pote que sempre levava consigo. Depois, foi até o poço da aldeia e de lá retirou água para encher o pote. Quando a água começou a ferver, colocou uma pedra dentro, sentou-se no chão e ficou tranquilamente observando o fogo.

Os habitantes da aldeia aproximaram-se, intrigados com a curiosa atitude do forasteiro. Estaria ele fazendo sopa apenas com água e uma pedra? Depois de olhá-lo por algum tempo, os aldeões resolveram puxar conversa.

O monge mostrou-se muito sereno e amigável. Começou a falar sobre suas andanças, sobre os lugares que conhecera, os países que visitara, as lições que aprendera no caminho. Em pouco tempo, uma pequena multidão havia se formado a seu redor.

Finalmente, um garoto resolveu fazer ao monge a pergunta que todos queriam fazer:

— Por que o senhor está cozinhando uma pedra? — inquiriu o jovem, com certa timidez.
— Porque essa é minha refeição. Estou fazendo uma sopa de pedra.
— Mas só com água e uma pedra? Vai ficar sem gosto… Espere aí, eu ainda tenho um pouco de repolho que sobrou de ontem. Vou buscar para colocar na sopa — disse uma velha senhora.
— E eu tenho algumas cenouras. Vai deixar a sopa mais colorida — disse uma mulher.
— Acho que tenho uma ou duas batatas… Vou buscar já — falou um homem.
— Um pouco de sal com certeza não vai fazer mal — acrescentou outro aldeão.

E assim, um a um, todos os habitantes da aldeia lembraram-se de algo que poderiam oferecer para adicionar à sopa, que ficou muito saborosa e nutritiva. O monge, então, os convidou para compartilhar sua refeição. Todos comeram, riram e contaram histórias, pensando que há muito tempo não tinham uma refeição como aquela.

Ao cair da noite, os aldeões voltaram para suas casas e o monge continuou sua jornada. Mas aquelas pessoas jamais o esqueceram. De tempos em tempos, reuniam-se em torno de uma fogueira para fazer uma boa sopa de pedra e relembrar as histórias do monge. Os habitantes das cidades ao redor espantavam-se ao ver como aquela pequena aldeia havia se tornado próspera, e perguntavam-se qual seria o segredo de seus moradores, que eram vistos rindo e comendo em torno de uma fogueira, mesmo nas épocas de escassez.

Impressionado com a “fórmula da prosperidade” contida na lenda, comecei a utilizá-la em minhas palestras. E mais: para dar aos participantes das palestras um símbolo que representasse tudo isso, criei uma lata contendo algumas pedras dentro, envolta em um rótulo que a identifica como Sopa de Pedra (imagem que abre este artigo). Além de expressar os conceitos da lenda, a lata é também uma referência ao tempo em que vivemos, uma espécie de ícone de nossa era (basta lembrar a célebre imagem da lata de sopa criada por Andy Warhol), uma alusão ao progresso, ao desenvolvimento e ao engenho humano. Por meio desse símbolo, uma lenda que remonta a épocas remotas expressa sua atualidade e utilidade para o homem de hoje. Desnecessário dizer que foi um sucesso total.

Logo percebi que as lições contidas nessa lenda poderiam também oferecer novos insights e perspectivas para questões básicas de nossa existência: a busca da verdadeira prosperidade, da qual a riqueza é apenas um aspecto, a superação dos desafios, a transformação de obstáculos aparentemente intransponíveis em êxitos e conquistas. Ao refletir sobre a metáfora da sopa de pedra, percebi que poderia extrair dela dez “ingredientes”, dez fatores fundamentais para “cozinhar a sopa”, ou seja, para vencer as dificuldades e impedimentos representados pelas pedras e alcançar o sucesso, revertendo essas dificuldades em “alimento” — a sopa que representa a prosperidade, a realização, a superação dos limites e a energia motivadora para enfrentar novos desafios.

Também percebi que os princípios da lenda iam ao encontro da filosofia budista que sempre procurei aplicar em minha vida, e que uma coisa complementava a outra. Quem acha que o mundo dos negócios e o budismo são incompatíveis está se baseando em opiniões preconcebidas a respeito de ambos. O mundo dos negócios não precisa ser, obrigatoriamente, uma selva, um ambiente no qual a ganância impera e quem não devora é devorado, e onde a única lei é “matar ou morrer” — e minha trajetória, bem como a de muitas outras pessoas bem-sucedidas, é prova disso.

Por outro lado, o budismo também não é um modo de vida utópico, restrito a alguns poucos monges que conseguem viver isolados do “mundo real”. Na verdade, é o oposto. O budismo enfatiza a prática acima de tudo e em todas as circunstâncias. E prática não significa apenas frequentar um templo e meditar. Significa utilizar preceitos como equilíbrio interno e respeito para com os demais em todas as nossas atividades cotidianas. Isso é muito bem resumido pelo filósofo e psicólogo Albert Low, diretor do Zen Centre de Montreal, no Canadá. Em seu livro An Invitation to Practice Zen, ele diz: “Quantidade alguma de teoria jamais poderá substituir alguns minutos de prática.” Em A Euforia Perpétua, o romancista e ensaísta Pascal Bruckner complementa: “O mestre budista, como o mestre antigo, é antes de tudo um mestre da vida. Não profere nada que não tenha experimentado ele mesmo, alimentando seu ensinamento na fonte viva da experiência.”

Minha intenção é, portanto, utilizar alguns princípios dessa sabedoria milenar para ajudar os leitores que buscam o equilíbrio interior, a prosperidade e o sucesso, independente de suas crenças ou de sua religião. 

E, por falar em sucesso, veja o vídeo abaixo: 

 

Post publicado no Portal Administradores por Ricardo Bellino.

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