Como lidar com a timidez?

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Quem nunca sentiu aquele frio na barriga na hora de conhecer pessoas novas ou quando precisa se expor? Essa nunca é uma situação fácil – e se torna ainda mais complicada quando se trata de pessoas que sofrem com a timidez.

Vale lembrar que ser tímido é algo comum: uma sensação inerente ao ser humano, e nada mais é do que o surgimento do medo quando é preciso interagir com outras pessoas. No entanto, o problema começa quando esse medo impede alguém de ter uma vida “normal” ou de conquistar seus objetivos, devido à timidez excessiva.

Andreia Rego, Psicanalista e Coach de Desenvolvimento Humano, comenta que um dos grandes problemas da timidez excessiva é que ela geralmente vem acompanhada de outras características não positivas, como a baixa auto-estima e falta de confiança, a preocupação com o julgamento do outro e o fato de achar que estão sempre sendo observadas. “Essas características fazem com que essas pessoas muitas vezes deixem passar oportunidades por medo de fracassarem ou de ‘darem a cara a tapa’. Porém, no mundo atual, aqueles que não demonstram ser proativos e a fim de conquistar seus objetivos podem ser passados para trás por pessoas que nem sempre possuem as mesmas habilidades e competência, contudo, são corajosas e estão dispostas a errarem ou a nem sempre agradar o outro”, explica.

Mas ser tímido não é o fim do mundo. De acordo com pesquisas feitas pela PUC-RS, com 30 mil internautas em 2013, os tímidos apresentam algumas vantagens: são pessoas silenciosas que estudam mais, que se formam mais na faculdade; são mais controlados com o lado financeiro; a renda financeira é maior; possuem menores chances de desemprego; têm mais discrição nos ambientes; são mais observadores; bons ouvintes; mais concentrados no que fazem, etc. “Ressaltando que isso não quer dizer que extrovertidos também não tenham essas vantagens e diversas outras. Tudo é questão de saber aproveitar o que existe de melhor dentro dessas qualidades”, comenta.

A principal dica que Andreia Rego oferece é: tire proveito de suas características. “Entenda que a timidez é uma característica, e não um defeito. Quando sentir essa sensação, faça um esforço para reconhecer a emoção e se perguntar o motivo de estar se sentindo assim num determinado momento. Encontrando respostas, baixamos as pressões em nós, passando a entender melhor o que acontece dentro da gente”, comenta a profissional, que trabalha com algumas dicas do Coaching para fazer com que a pessoa torne-se menos tímida. “Alguns ‘exercícios’ com os coachees (clientes) são: escolher algum horário do dia e puxar conversa com um conhecido para falar algo do seu interesse; fazer esportes em grupo para trabalhar relação interpessoal; não se cobrar tanto, permitindo-se erros e acertos de forma normal; não se preocupar demais com julgamento dos outros; ser mais otimista; aceitar elogios; acreditar em si e melhorar sua auto-imagem com autoconhecimento e até roupas, cortes de cabelo que lhe agradem”, sugere.

Para a especialista, o ideal é sair da zona de conforto e encarar de frente os medos – porém, se essa atitude parecer muito complicada de ser feita sozinha, a pessoa deve procurar um profissional que lhe auxilie nesse caminho. “É preciso compreender que a timidez não é uma doença e que há várias maneiras de lidar para solucioná-la. Basta a pessoa estar motivada e a fim de ultrapassar essa barreira”, conclui Andreia Rego.

Post publicado no Portal Administradores pela Redação.

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Seja você e vire tendência

É fato que todos vivemos uma busca incessante pela felicidade, realização ou reconhecimento.
Frequentemente nos propomos a fazer o que tiver que ser feito para alcançar nossos ideais. A maioria de nós muitas vezes negligencia a qualidade de vida para alcançar esses ideais, e, nessa busca, acaba se desconectando da sua essência.

Poucos expressam com certeza seus valores impulsionadores, conseguem expressar em poucas palavras qual sua missão pessoal e propósito de vida.
Os que o fazem, normalmente os vinculam a fatores materiais como “proporcionar boa formação aos meus filhos”, “adquirir minha casa própria”, “alcançar meu primeiro milhão de dólares” e por aí vai.

Esses certamente são objetivos interessantes, desafiadores e até nobres, mas não fatores que geradores de SIGNIFICADO para a vida.

Como alcançar esse significado se sequer olharmos para dentro e reconhecermos o que verdadeira e essencialmente nos motiva? Antes é preciso sondar as próprias convicções a respeito de si mesmo e responder algumas questões simples:

√ O que mais gosto na minha personalidade?
√ Em que momento me sinto em paz comigo mesmo?
√ Quais decisões já tomei que me fizeram sentir satisfação após constatar os resultados?
√ Em que aspectos eu AGREGO VALOR à vida das pessoas do meu convívio?

Estamos tão acostumados a observar o que não gostamos, que acabamos por inverter nosso olhar e buscar fora de nós o que somente é possível obter se já tivermos encontrado dentro.

Dia após dia, são publicadas reportagens de executivos de sucesso que abandonam sua carreira para viver uma vida mais leve, significativa, com menos sacrifício pessoal e maior qualidade de vida. Certamente essas pessoas tiveram algum tipo de experiência que as despertou quanto à sua essência. E o mais interessante é que após essa descoberta, elas estão experimentando um tipo de sucesso e admiração interna e externa que posição ou status JAMAIS as dariam. Sem contar que se declaram mais felizes, realizados, admirados e valorizados como nunca antes.

As pessoas que alcançam esse nível de consciência, seja por amor próprio ou através da dor após terem que superar algum tipo de somatização, causada pela própria ganância ou negligência, passam a viver a verdadeira REALIZAÇÃO. Começam a desfrutar dos resultados que produzem, a utilizar para o próprio bem o que os recursos que conquistam, passam a gostar mais de si e a expressar o carinho pelas pessoas do seu convívio, exalam entusiasmo e gratidão.

E você? Está “correndo atrás” da sua felicidade ou tem vivido de tal forma que sua realização se manifesta no seu dia a dia?

Atitude é fundamental, afinal, só o que cai do céu sem esforço é chuva, porém, sem domínio próprio e equilíbrio entre áreas da vida certamente será menos provável que você se torne uma referência ou inspiração para as outras pessoas. Está aí a base para todo propósito: impactar e impulsionar a vida de outros através do que fazemos.

Identifique sua essência, mapeie sua jornada de sucesso, celebre cada conquista, tire tempo para estar com você e com as pessoas que diz amar. Vá além de SOBREVIVER. Busque e reveja periodicamente sua autenticidade. Seja você e vire tendência!

Post publicado no Portal Administradores por Vanessa Milis.

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Por que uma meta é importante?

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É muito comum uma pessoa ter desejos e sonhos e acreditar possuir uma meta.

Esse engano não é culpa da pessoa, provavelmente, ninguém a ensinou, corretamente, o que é uma meta ou porque uma meta é importante.

Claro, o desejo ou sonho também é importante, mas o diferencial é que uma meta possui um planejamento e plano de ação que permita a conquista de seu objetivo.

O conceito é muito parecido com a construção de uma casa: Para concluir uma construção, é necessário um planejamento sobre o que se deseja e um plano de ação para a conclusão.

Uma meta é muito importante, porque permite que você alcance um sonho ou desejo que possa parecer irreal nesse momento para você.

Com o correto planejamento e definição de metas, qualquer objetivo torna-se possível, desde conquistar sucesso profissional à melhorar sua saúde.

Isso acontece, porque uma meta é a criação de um passo a passo (também chamado de plano de ação) específico.

Ou seja, o desejo e um sonho é a “linha de chegada” da sua meta, algo que a principio pode ser visto como difícil, irreal ou incapaz. Conforme vamos definindo e executando passos menores, a dificuldade diminui e a cada passo o objetivo torna-se mais real e alcançável.

Uma meta é um desejo completamente específico. Deve estar completamente claro para você:

Onde você está (a linha de partida para a conquista da meta)
O que você vai conquistar (a linha de chegada da meta)
Como você vai conquistar (o planejamento, passo a passo, bem estruturado)
Como vai ser quando você conquistar (um dos fatores mais ignorados pelas pessoas).

É importante lembrar outra importância das metas: A realização pessoal.

Quando vivemos sem alcançar nossos sonhos, acumulamos frustrações e decepções na vida. Com certeza, você conhece alguém que tenha se arrependido de algo que não fez, não é verdade?
Isso acontece porque quando não construímos metas para nossa vida ou não buscamos realizarmos nossos sonhos e desejos, passamos a aceitar apenas o que a vida nos oferece e isso, muitas vezes, gera uma vida infeliz para as pessoas.

É importante notar que querer uma realidade melhor não é errado ou vergonhoso, muito pelo contrário é um fator muito importante para alcançar a auto realização, a mais alta necessidade humana definida pelo psicólogo americano Abraham Maslow em seu trabalho mais reconhecido: A pirâmide de Maslow ou Hierarquia de Necessidades.

Podemos concluir que estabelecer e definir metas é importante para a harmonia e realização em nossas vidas.

Após entendermos porque é importante transformar sonhos e desejos em metas, devemos entender como definir corretamente as metas.

Post publicado no Portal Administradores por Sergio Ricardo.

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Sucesso

O que seria pior que o fracasso? O falso sucesso. Por quê?

Analisemos primeiramente o fracasso. Quando você faz algo que acaba não dando certo, você pode tentar corrigir a situação. Caso não seja possível, pode levar como aprendizado. Numa próxima vez você se sairá melhor. Afinal, uma forma de aprendermos é errando.

Já o falso sucesso é diferente. É uma ilusão, pois parece que você está se saindo bem, mas, na verdade, está se prejudicando. Quando você finalmente perceber que precisa fazer mudanças, poderá ser tarde demais.

Veja um exemplo. A despeito de todas as controvérsias envolvendo este personagem histórico, é inegável reconhecê-lo como líder e o maior homem que já viveu. Falo de Jesus Cristo. Ele certa vez perguntou: “Que adianta uma pessoa ganhar o mundo inteiro e perder a sua própria vida?” (Mateus 16:26, Bíblia Fácil de Ler)

Essa pergunta contém um alerta, bem como a revelação de uma atitude típica do falso sucesso. Deixar que a vida gire em torno da busca de dinheiro e de bens materiais. O consultor de carreiras Tom Denham escreveu: “Pensar sempre em subir de cargo na empresa, em ganhar mais dinheiro ou em comprar mais coisas não nutre a alma. Medir o sucesso simplesmente em termos financeiros é superficial e, a longo prazo, você só vai sentir um grande vazio.”

Muitas pessoas concordam com essas palavras. Numa pesquisa realizada nos Estados Unidos, “ter muito dinheiro” ficou em 20.° lugar numa lista de 22 “fatores que contribuem para uma vida bem-sucedida”. Perto do topo da lista estavam “boa saúde”, “bons relacionamentos” e “um trabalho de que você gosta muito”.

Pelo visto, muitas pessoas sabem a diferença entre falso sucesso e verdadeiro sucesso — pelo menos na teoria. Mas, na prática, é mais difícil tomar decisões que reflitam o conceito correto de sucesso.

Resta a pergunta (e claro, a reflexão sincera): “Como você mede o sucesso?”

Há que se considerar que o falso sucesso se baseia em aparências. Já o verdadeiro sucesso se baseia nos valores corretos.

Levando isso em conta, se você procurar ser responsável e trabalhador, você vai gostar mais de seu trabalho. A Ph.D. em psicologia Madeline Levine escreveu: “Considerar-se bem-sucedido no que faz envolve ser bom nisso; e ser bom no que faz geralmente envolve esforço e persistência.”

Algo que ajuda nisso é o desenvolvimento de uma competência fundamental, a resiliência. Dentre as muitas definições de resiliência, a mais aceitável é que ela é capacidade de lidar de forma positiva com as dificuldades e dar a volta por cima. Esforce-se em ser bom no que faz e, quando surgirem obstáculos, não desista.

“Melhor está o cão vivo do que o leão morto”, diz um provérbio bíblico. Seu trabalho deve fazer parte de sua vida, em vez de ser sua vida. Imagine só, você está no topo de sua carreira, mas perdeu sua saúde ou o respeito de sua família. Ou até mesmo a família! Você poderia realmente se considerar bem-sucedido? Pessoas realmente bem-sucedidas procuram manter um bom equilíbrio entre trabalho, saúde e vida familiar.

Cuide-se. Descanse o suficiente. Não vale a pena ser um viciado em trabalho e sacrificar tudo — saúde, família e amigos — por um sucesso que acaba sendo falso.

Post publicado no Portal Administradores por Eduardo Nunes.

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Faça acontecer

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Você é uma pessoa que tenta explicar o tempo todo suas atitudes e muitas vezes não é compreendido? Eu aconselho que pare de ficar dando explicação o tempo todo e mostre quem você é: com atitude, com exemplo e sem se importar tanto com o que as outras pessoas estão pensando ao seu respeito.

E não fique cobrando tanto de você, deixe isso para algumas pessoas que elas fazem isso com perfeição.

Texto publicado originalmente no blog Genário blogando por Genário Pinheiro.

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Fora preguiça

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O fim do ano está chegando, é hora de fazer uma análise para saber se o que foi planejado no início do ano foi realizado com sucesso e se algo não deu certo não se desespere. É hora de fazer novos cálculos e identificar a causa. Para que você cumprisse todas as etapas com sucesso.

Que uma dica: trabalhe muito, acredite mais em você e não dê tanta importância para as pessoas que só vê o lado negativos das coisas.

Fale todos os dias para você mesma, eu quero, eu posso, eu consigo.

Texto publicado originalmente no blog Genário blogando por Genário Pinheiro..

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O cérebro reptiliano

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Todos os seres humanos possuem aquilo que os antropólogos, sociólogos e estudiosos da psicologia cognitiva chamam de cérebro reptiliano, localizado no topo da espinha dorsal. Este pequeno órgão é considerado o responsável pela nossa sobrevivência há milhares de anos.

O cérebro reptiliano não é um mero conceito. Ele é fato, está sempre com fome, sede, medo, raiva e tenso. Sua preocupação principal é a segurança, pois aprendeu há muito tempo que é bem mais fácil entrar na zona de conforto do que lutar por um lugar ao sol.

O aumento da complexidade humana e, por consequência, o aumento da competitividade no mundo em que vivemos favoreceram a identificação do cérebro reptiliano. É possível distinguir claramente quando utilizamos o resultado do nosso processo evolutivo (razão) e quando utilizamos o resultado do processo irracional (emoção), fruto da herança reptiliana.

Apesar de termos evoluído bastante em termos de cooperação, o cérebro reptiliano define as regras da sobrevivência. É um ser enigmático, irracional, de dimensões primitivas, predominante no comportamento humano.

Nas palavras de Seth Godin, autor e guru norte-americano, o cérebro reptiliano vai lutar até a morte se necessário, mas ele prefere fugir. Em geral, é vingativo e não vê nenhum problema em ficar com raiva. Importa-se com o que todo mundo pensa e manter o status na tribo é essencial para a sobrevivência.

Diferente dos seres humanos, os animais ainda possuem o seu cérebro cem por cento reptiliano. Eles fazem o que fazem porque é a única coisa que sabem fazer, usar o instinto. Você nunca vai encontrar o leão argumentando com a presa: – hum, será que devo comê-lo ou não?

O cérebro reptiliano é o órgão responsável pelo seu medo, pela sua resistência, pelo recuo na maioria das vezes. É a razão pela qual você não expressa integralmente todo o seu potencial. É a única fonte de bloqueio da sua genialidade ou da sua vontade de realizar as coisas.

Quantas ideias boas você já teve na vida? Centenas delas, ou será que você só tem ideia ruim? Dentro de cada ser humano – isso não é privilégio de um nem de outro – existem duas partes distintas: o sim e o não, o otimista e o pessimista, o gênio e o resistente.

Daemon é uma palavra grega que os gregos acreditavam se tratar de um ser separado que habita em cada um de nós. Os romanos se referiam ao daemon como gênio, ou seja, aquele que vive dentro do ser humano para produzir arte em qualquer área com a qual ele se identifique.

Antes da Revolução Industrial e dos empregos formais, éramos todos gênios ou daemon. Dentro de nós havia um artista genial, um pintor, um escultor, um artesão de mão cheia, um músico capaz de extrair som dos instrumentos mais primitivos.

Com a Revolução Industrial e a promessa dos empregos seguros, estáveis e tranquilos, a maioria foi confinada em espaços milimetricamente planejados para abafar o gênio e estimular a resistência.

A resistência existe há um milhão de anos. O daemon (gênio) também, entretanto, a resistência é mais forte na maioria das pessoas. Ela tem medo do que pode acontecer se você se tornar diferente. Ela não está acostumada ao sucesso, portanto, ela assume o controle e tenta se proteger.

Imagine se a resistência vai deixa-lo abandonar o emprego que você conquistou com tanto esforço, afinal, ali você está garantido pelo resto da vida ainda que não seja feliz. De fato, o cérebro reptiliano existe para mantê-lo vivo. A resistência provoca angústia, ou seja, conflito entre suas ideias geniais e o mundo lá fora.

A resistência quer que você se aposente primeiro, pois falta apenas vinte anos e o que são vinte anos? Você não vai trocar o emprego fixo por essa ideia maluca de abrir o próprio negócio, vai?

Em todos os momentos, a resistência está sempre tentando inibir as ideias brilhantes que o daemon produz. Lembre-se das ideias fantásticas que você já teve, mas foram abafadas pela sua resistência. E o que é pior: as ideias que você abandonou renasceram na cabeça de alguém que soube neutralizar a resistência e aproveitá-las melhor.

O exemplo mais vivo que tenho em mente é o de Eloy D´Avila, fundador da Flytour, a maior empresa de pacotes de viagem do Brasil. A empresa fatura hoje mais de R$ 4 bilhões por ano. A resistência o perseguiu por vários anos e, apesar de tudo, o daemon se saiu vencedor.

Depois de apanhar em casa, perder todos os dentes da frente com um soco, passar fome, perambular pelo sul e sudeste de carona em carona, dormir em pontos de ônibus, bancos de praça e areias da praia, vender pastéis, ser mordido por cachorros raivosos, contrair sífilis e passar por todo tipo de privação, ainda conseguiu se salvar e criar uma empresa de nome internacional.

Se você acha que tem problemas, leia a história dele na Internet. Você pode digitar a frase “Passei muita fome, conta o dono da bilionária Flytour” no Google e ler a história completa. Leia do começo ao fim e tire suas próprias conclusões. É de tirar o fôlego.

A resistência adora normas, políticas e procedimentos. Ela vai sempre à escola e vive repetindo que você precisa de um diploma para ser feliz. Então, você se submete. Ela não quer que você pense. Ela quer que você aceite de bom grado a vida como ela é. Ter chegado até aqui já não é suficiente? – diz a resistência.

Assim como é na vida pessoal é na profissional. Você trabalha o tempo todo com pessoas que vivem à mercê da resistência e adoram seguir as regras, afinal, em time que está ganhando não se mexe. A resistência vive esbravejando ao seu ouvido: – cuidado, você pode fracassar.

Portanto, cada vez que você ouvir a voz da sua resistência lembre-se: na maioria das vezes você vai fracassar, mas se fizer um levantamento rápido de todas as pessoas que já fracassaram, incluindo amigos seus, vai ver que todas estão vivas e a maioria venceu o cérebro reptiliano.

Como diz o próprio Godin, você se torna um vencedor quando se torna bom em fracassar. Ao tentar de novo por muitas e muitas vezes você vai fortalecer o daemon e dar um claro sinal de demonstração que a resistência não tem a mínima chance contra você.

Pense nisso e empreenda mais e melhor!

Post publicado no Portal Administradores por Jerônimo Mendes.

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