Líderes, todos podem ser!

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Sabemos que liderança é ter habilidade de influenciar as pessoas a agir. Conquistar uma pessoa por inteiro e fazê-la cumprir os objetivos e conquistar as metas da empresa é o poder invisível que um líder possui. E aí está à diferença entre poder e autoridade, entre ser líder ou não.

Quando você tem poder, as pessoas fazem a sua vontade, mesmo que não desejem, por obrigação à obediência a uma hierarquia corporativa. Quando você cria vínculos e motiva as pessoas a darem o melhor de si, por causa da sua influência pessoal, isso é que o faz um grande líder.

Tornar-se um bom líder não é ser bonzinho, é estimular as pessoas a fazer o que elas precisam que seja feito, e não o que elas querem que você faça. Contudo, isto muitas vezes, significa ser duro e, às vezes, leve.

Para se tornar um líder, é preciso refletir a mudança que se quer ver no mundo. O líder tem uma vida equilibrada. Ele sabe que liderança não é um conceito que se aplica somente ao trabalho. Ele é um líder em sua família, um líder em sua comunidade, um líder espiritual e um líder da sua saúde. Lidera, antes de tudo, sua vida.

Desenvolver uma liderança significa desenvolver a capacidade de utilizar o seu potencial ao máximo com ética e integridade. Não existem líderes prontos, não existem seres humanos prontos. Há seres humanos sempre em formação e em transformação, assim como líderes. Cada um faz inúmeras escolhas sobre caráter e ações diariamente. E são essas escolhas que determinam a pessoa que você está se tornando. Cada ser humano e cada líder pode se tornar um santo ou um demônio dia a dia.

O líder ouve, respeita, reconhece, inspira e age. A minha experiência como coach e consultor em liderança há mais de 10 anos tem me mostrado que poucos líderes se mostram dispostos, na prática, a estabelecer esta conexão com a sua equipe ou com seu liderado. A maioria alega falta de tempo e ainda dizem: “se eu fizer tudo isso, não terei tempo para liderar.”

Opa! Espera aí. Mas não é esse o trabalho de um líder? Contribuir para a realização plena do potencial de cada indivíduo da sua equipe?
Liderança não é o que você faz, e sim o que você é. Ser um bom líder significa que você tem um bom caráter. Um líder tem o compromisso de fazer o melhor, mesmo quando você não deseja. Um bom líder tira o melhor de cada pessoa e se faz pelo exemplo.

Um bom líder serve e conquista autoridade ao invés de exigir ser servido. O líder tem de servir, sim. É preciso agir e colocar em prática a liderança servidora. O papel do líder é ajudar as pessoas da sua equipe, é orientar as pessoas a serem melhores, a se desenvolver, a ser melhor que elas podem ser. Se você dá a seu time o que ele precisa e não o que ele quer, ele também vai lhe dar o que você precisa para liderar com eficácia.

Portanto, já que liderança é influência, todos podem ser líderes, porque todos podemos influenciar pessoas. A diferença está na responsabilidade que cada um possui. Então, a questão é como se tornar um líder competente e de sucesso naquilo que você faz.

Atualmente, os profissionais têm passado mais tempo no trabalho do que com sua famílias, consequentemente, um líder deve ter em mente sempre que ele precisa, todos os dias, dar seu melhor para a equipe e estimular a equipe a dar o melhor de si. Reconhecer valores e a importância da conexão com cada membro da sua equipe o torna um líder humano, um líder real. Uma conexão única, procurando reconhecer os seus verdadeiros talentos, os comportamentos que precisam ser melhorados para atingir a alta performance.

O quanto você aborda corretamente cada membro da sua equipe, respeitando sua individualidade e o seu potencial? Acredito que o processo de liderar passe pelas seguintes fases: reconhecimento, valorização, direcionamento, treinamento. O líder precisa reconhecer seu valor único, valorizar a oportunidade de estar em contato com a pessoa certa, na hora certa, em todos os momentos.

Posso dizer que cada líder tem em sua equipe vários diamantes, inclusive ele próprio. Um líder precisa “lapidar” os diamantes, gerenciar uma equipe e liderar estabelecendo uma conexão rumo a alta performance e resultados extraordinários. Liderança de resultados pressupõe: preparo, dedicação e experiência. Pense nisso. Você também é capaz!

Paulo Alvarenga – Sócio-diretor da Crescimentum, empresa de treinamentos e consultoria especializada em desenvolvimento de líderes empresariais.

Post publicado no Portal Administradores por Paulo Alvarenga.

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Você é o chefe ou o líder no seu trabalho?

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Todo empreendedor que obteve um mínimo de sucesso e viu o seu negócio evoluir passou pela situação de selecionar, empregar e coordenar uma equipe de colaboradores. Se você se identifica com essa situação, com certeza ouviu os termos “chefiar” e “liderar” com relativa frequência, afinal, é esse o nível de relacionamento que você tem ou teria com essas pessoas. Mas você sabe qual a diferença entre os dois termos? E, melhor ainda, sabe qual dos dois — chefe ou líder — você é?

O chefe e o líder

Gerir uma equipe de colaboradores no sentido de metas e objetivos comuns não é nada fácil, e uma das primeiras lições a serem tomadas nesse processo é a de que chefe e líder são coisas bem distintas. A figura do chefe todo-poderoso, durão e mandão é bastante arcaica e tem por base o estímulo via coação moral e monetária. O líder, por sua vez, é figura central do “novo” modo de gerir pessoas, leva seu grupo a um status não só de otimização do processo e da produção, mas de autoconhecimento profundo.

No atual contexto econômico, quase não há mais espaço de crescimento para empresas que praticam a “chefia pura”, uma vez que o dinamismo inerente às equipes que possuem líderes capazes é necessário para que elas atendam a demandas de mercado, cada vez mais necessitado de cabeças pensantes que resolvam os problemas. E o combustível de tudo isso se resume em uma palavra mágica: motivação.

Liderar é sinônimo de motivar a equipe

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O líder de uma equipe ou de uma empresa trabalha a motivação das pessoas, em diversas frentes e aspectos. Uma máxima que corre o meio corporativo e que ilustra muito bem essa situação é: “enquanto um chefe diz vá, um líder diz vamos lá?”. O líder, assim, se incorpora ao corpo da equipe, chamando para si os mesmos desafios e enfrentando as mesmas dificuldades dos colaboradores, deixando-os motivados e estimulados a desempenhar um trabalho de qualidade.

Esse trabalho do líder de motivar as pessoas acontece de forma tanto direta quanto indireta, por meio de ferramentas simples, mas muito eficazes. Bons exemplos são o estímulo ao crescimento pessoal, ao conhecimento de si e da área na qual atua, e o mais importante: se torna amigo e confidente das pessoas com quem trabalha e convive, ajudando-os a transpor dificuldades profissionais e ensinando-os a trabalhar sempre melhor.

Chefiar versus liderar

A diferença entre chefiar e liderar reside sobre aspectos bastante significativos no cotidiano de uma empresa, e também pode ser resumida em dez assertivas que comparam o comportamento de ambos:

Chefes inspiram medo, líderes inspiram entusiasmo;
Chefes sabem como as coisas são feitas, líderes mostram como as coisas são feitas;
O chefe critica; o líder ensina;
O chefe demonstra orgulho, o líder demonstra humildade;
O chefe diz “eu”, o líder diz “nós”;
O chefe cobra que se chegue no horário, o líder chega antes de todos;
O chefe conduz pessoas, o líder as orienta;
O chefe usa autoridade, o líder usa empatia;
O chefe aponta culpados por um problema, o líder e sua equipe buscam resolver o problema;
O chefe ordena, o líder ouve e pede.

Post publicado no Portal Administradores por Marcelo Toledo.

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O medo do novo ameaça as novas conquistas

O novo ano sempre sugere recomeços e é oportuno para quem, com boa dose de determinação, disciplina e coragem, quiser rever posicionamentos, quitar débitos pendentes e transformar suas condições de trabalho.

Novos ciclos também oferecem a oportunidade de colheita. Mas, só colhe quem no tempo e do jeito certo semeou.

Muitos profissionais, diante da incerteza, preferiram, “por garantia”, cultivar o que já tinham ao invés de arriscar novas direções. O medo clássico de trocar o certo pelo que ainda é duvidoso.

Mas, na vida não existe garantia de nada. E quem não ousar fazer diferente e reinventar-se vai continuar colhendo o mesmo resultado do que sempre plantou.

E verdade seja dita, o que hoje vem sendo mantido como certo, muito em breve e à revelia pode não mais sugerir certeza.

Quando a configuração de trabalho não oferece o retorno esperado é hora de romper a barreira do medo que imobiliza e, consciente dos desafios vinculados ao novo, acolher o risco do incerto em busca do que faz feliz.

Quem acredita e trabalha com dedicação na construção da justa medida, com o tempo, supera as dificuldades, ganha maturidade e alcança a eficiência e o reconhecimento devido.

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Mas, é preciso querer sabendo o que, de fato, quer. O querer consciente é imperativo. É o que inquieta e torna possível enxergar outras direções.

Somente a inquietude confronta a inércia e provoca o movimento necessário para que os novos projetos saiam da intenção e ganhem uma identidade.

Esse reinício será decisivo para aqueles que se dispuserem a rever a direção e legitimar se o caminho escolhido atende ao desejo e acolhe a vocação.

Em certas fases da vida a saída está em fugir do convencional. Fazer diferente e testar novas aptidões. Investigar, reinventar e repaginar ate encontrar o diferencial.

Na percepção do mestre Cortella: “O enfrentamento do que nos amedronta exige reflexão, preparo e ação”.

É preciso fidelidade ao propósito e dedicação ao sonho. A hora da guinada é agora, não cabe desperdiçar mais tempo. É preciso fazer acontecer.

A história não garante, mas, indica que os ventos sempre sopram a favor daqueles que arriscam-se a encontrar o caminho que revela a missão.

Post publicado no Portal Administradores porWaleska Farias.

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E a valorização cadê?

Nos dias de hoje em que se buscam tanto pessoas qualificadas, com diplomas de graduação, pós-graduação, MBA, inglês e tantos outros, que tenha currículo pra lá de completo, de cursos extracurriculares, seminários, workshops, congressos, e um milhão de outras coisas mais! Onde fica a valorização? Desde que comecei a trabalhar formalmente que me pergunto isso. Sei que não são todas as “empresas” que agem da mesma forma, mas, hoje em dia é tanta decepção, tanta frustração. E funcionário se demitindo, são outros fazendo por onde o demitirem…

Daí se tem um funcionário super qualificado, que esta sempre se atualizando, aprendendo algo, buscando crescer, acrescentar a empresa e na hora de uma promoção o que acontece? O que esta há mais tempo na empresa é quem ganha a vaga. Simples assim! Acredito que o fato de se ter cursos, diplomas, certificados e etc.. Talvez não signifique que seja um colaborador maravilhoso, mas no mínimo ele se esforça para crescer. Só não é reconhecido!

Muitas organizações perdem por não investirem em planos de carreira, na motivação do colaborador só se interessando no trabalho executado por ele e no que ela esta ganhando e nem percebem que de certa forma também estão perdendo. Perdendo produtividade, amor ao trabalho, assiduidade, fidelidade… Se for citar todos é uma enorme lista.

Passamos mais tempo na empresa que em casa, partilhamos tanto com os colegas de trabalho que são quase da família. Claro que se trabalha para a sobrevivência e muitas vezes não é o emprego dos sonhos, mas já que é preciso fazer, que pelo seja reconhecido.

Enfim, penso que muitos esquecem que trabalhadores são antes de tudo pessoas, e que por sua vez essas têm sonhos e aspirações e que muitos deles buscam realiza –los através da organização seja com uma careira estruturada, um bom salário, até um simples reconhecimento e valorização do trabalho feito.

Post publicado no Portal Administradores por Cristiane Mello.

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5 dicas para um planejamento eficiente em 2015

Para que 2015 seja um ano de lucro e crescimento, o primeiro passo é fazer um planejamento eficiente. Eduardo Shakir Carone, sócio e fundador da Nexto, gestora de investimentos focada em patrimônio empresarial, apresenta cinco passos para ajudar o gestor a definir o seu plano e começar o ano de forma positiva.

Os cinco passos citados por ele são:

1 – Revisite o passado

“Você fundou essa empresa por uma razão e tinha crenças ou convicções no que estava fazendo. Não importa se você chama isso de Missão, Visão e Valores ou se denomina como cultura organizacional, DNA empresarial ou Filosofia Empresarial. Antes de começar a planejar 2015, é fundamental revisitar as razões da existência da sua empresa e, se necessário, adaptá-las às novas realidades. Todos os membros da organização têm de olhar e remar para o mesmo lado. E, neste aspecto, dividir a cultura é fundamental para qualquer planejamento”, afirma Carone.

2 – Dê um pulo no futuro

Pegue um papel em branco, uma caneta e comece desenhar como será sua empresa daqui a cinco anos. Quais produtos e serviços teremos? Em quais regiões estaremos atuando? Quantos empregos e renda vamos gerar? Quanto devemos faturar e quanto lucro conseguiremos produzir para os nossos acionistas? “É essencial ter uma visão de médio e longo prazo para saber onde se quer chegar”, destaca.

3 – Transforme o sonho em metas ano a ano

Considerando o cenário de 2014 e os objetivos para 2019, é hora de preencher as lacunas, ou seja, o que precisa acontecer nos próximos cinco anos para se atingir as metas traçadas. Calcule o crescimento médio necessário para chegar à taxa de crescimento desejada para 2019 (exemplo: 30% ao ano). “Incline um pouco a curva no começo e suavize um pouco no final. Neste caso, você começaria crescendo 40% ao ano e terminaria na faixa de 20% ao ano. Quanto maior o seu tamanho, mais difícil fica crescer percentualmente”, ressalta Carone.

4 – Chegue mais perto, e mais perto

Do plano inicial de cinco anos, é importante detalhar um pouco. Considere os próximos três anos e, especificamente em relação a 2015, faça essa abertura de forma mensal. Tenha metas financeiras e operacionais; compartilhe ela com todos os colaboradores da empresa e pense em uma boa forma de gratificá-los caso essas metas sejam cumpridas. “É fundamental você saber na ponta da língua quanto dinheiro vai precisar para colocar esse plano de pé. Lembre-se que lucro contábil não é caixa; via de regra, quanto mais se cresce, mais dinheiro se precisa. O capital de giro e os investimentos em ativo fixo costumam ser as contas que mais drenam caixa”, lembra Carone.

5 – Acompanhe, no mínimo mensalmente, o seu planejamento

Segundo Carone, uma projeção sem acompanhamento e cobrança é completamente inútil. Trata-se apenas de papel engavetado. Assim, é preciso fazer reuniões mensais de resultados com todos os colaboradores juntos, cobrar quem não está entregando, elogiar quem está. “Metas não batidas não precisam vir acompanhadas de explicações, mas precisam vir acompanhadas de planos de mudança. A definição de insanidade é fazer a mesma coisa, do mesmo jeito, e esperar um resultado diferente”, ressalta.

Segundo ele, ao final do ano, quando for preparar o planejamento de 2016, retome o plano inicial que você fez e veja se está chegando lá. “Sonhe bem grande, assim se você chegar na metade do caminho já será um empresário de grande sucesso”, afirma.

Post publicado no Portal Administradores pela Redação.

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Ensine seu filho a ser feliz e não a ser rico

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Não eduques o teu filho para ser rico, educa-o para ser feliz.

Assim ele saberá o valor das coisas e não o seu preço.

(Max Gehringer)

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As dificuldades da pequenas e médias empresas endividadas

Segundo, a Serasa Experian, num estudo o país tem mais de 7 milhões de empresas sendo que 3,57 milhões estão endividadas. Destas 70% dos empresários tem o nome negativado.

As empresas endividadas 99% representam pequenas e médias. Sendo que 47,2% comércio, 42,6% serviços e 9,1% da indústria.  52,2% dos empregos são formais e destes 91% são inadimplentes neste setor.

As regiões aonde se concentram as maiores empresas endividadas, 51% estão no Sudeste, 18% no Nordeste, 17% na Região Sul, 8% no Centro-oeste e 6% no Norte.

O mais preocupante é que os donos de empresas devedoras também estão inadimplentes e chegam a representar 2,5 milhões de pessoas.

O principal motivo destas empresas estarem endividadas é porque muitas vezes o crédito é muito restrito. Além de serem caros, devido as altas taxas ofertadas. Um exemplo, é um desconto de duplicatas, que acabam prejudicando o empreendedor.

Isso faz com que o empreendedor vendo estas dificuldades ele acaba apelando para empréstimos na pessoa física, e assim pode fazer o negócio dele crescer. Hoje 44% dos empresários buscaram este meio.

Para termos uma idéia a comunidade européia, 70% é de pequenas empresas. Enquanto lá 70% do PIB vem de pequenas empresas aqui no Brasil este número é de 27%.

Aqui no Brasil não há um foco na pequena média empresa, pois não há um investimento, um apoio, um incentivo. É muito difícil para um empreendedor, por mais que seja um grande sonho dele atingir.

O nosso país precisa urgente de mudanças para fortalecer o empreendedor e buscar uma forma que dê mais incentivos e apoio aos micro pequenos empresários. Precisamos reduzir os juros, os bancos serem menos seletivos, diminuir o crédito para não ficar assim tão difícil para estas empresas.

O empreendedor precisa ser incentivado e fazer com que tenha mais certeza do futuro, e assim realizar o sonho de crescer no seu negócio!

Post publicado no Portal Administradores por Eduardo Thorell.

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