Por que uma meta é importante?

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É muito comum uma pessoa ter desejos e sonhos e acreditar possuir uma meta.

Esse engano não é culpa da pessoa, provavelmente, ninguém a ensinou, corretamente, o que é uma meta ou porque uma meta é importante.

Claro, o desejo ou sonho também é importante, mas o diferencial é que uma meta possui um planejamento e plano de ação que permita a conquista de seu objetivo.

O conceito é muito parecido com a construção de uma casa: Para concluir uma construção, é necessário um planejamento sobre o que se deseja e um plano de ação para a conclusão.

Uma meta é muito importante, porque permite que você alcance um sonho ou desejo que possa parecer irreal nesse momento para você.

Com o correto planejamento e definição de metas, qualquer objetivo torna-se possível, desde conquistar sucesso profissional à melhorar sua saúde.

Isso acontece, porque uma meta é a criação de um passo a passo (também chamado de plano de ação) específico.

Ou seja, o desejo e um sonho é a “linha de chegada” da sua meta, algo que a principio pode ser visto como difícil, irreal ou incapaz. Conforme vamos definindo e executando passos menores, a dificuldade diminui e a cada passo o objetivo torna-se mais real e alcançável.

Uma meta é um desejo completamente específico. Deve estar completamente claro para você:

Onde você está (a linha de partida para a conquista da meta)
O que você vai conquistar (a linha de chegada da meta)
Como você vai conquistar (o planejamento, passo a passo, bem estruturado)
Como vai ser quando você conquistar (um dos fatores mais ignorados pelas pessoas).

É importante lembrar outra importância das metas: A realização pessoal.

Quando vivemos sem alcançar nossos sonhos, acumulamos frustrações e decepções na vida. Com certeza, você conhece alguém que tenha se arrependido de algo que não fez, não é verdade?
Isso acontece porque quando não construímos metas para nossa vida ou não buscamos realizarmos nossos sonhos e desejos, passamos a aceitar apenas o que a vida nos oferece e isso, muitas vezes, gera uma vida infeliz para as pessoas.

É importante notar que querer uma realidade melhor não é errado ou vergonhoso, muito pelo contrário é um fator muito importante para alcançar a auto realização, a mais alta necessidade humana definida pelo psicólogo americano Abraham Maslow em seu trabalho mais reconhecido: A pirâmide de Maslow ou Hierarquia de Necessidades.

Podemos concluir que estabelecer e definir metas é importante para a harmonia e realização em nossas vidas.

Após entendermos porque é importante transformar sonhos e desejos em metas, devemos entender como definir corretamente as metas.

Post publicado no Portal Administradores por Sergio Ricardo.

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Onde está o seu legado?

Pesquisas apontam que vivemos em média 80 anos. Um período curto comparado com o decorrer dos tempos, no qual temos a oportunidade de deixar a nossa marca, um legado para as novas gerações. Suponha que você tenha chego aos 100 anos de vida e está prestes a soprar as velinhas em comemoração com a família. De um lado a esposa, os filhos e netos. De outro alguns amigos e conhecidos. Você sabe que dali não viverá mais 10, 20 30 anos provavelmente. E naquele momento você pensa no que plantou, no que preparou, no que estará deixando de bom e de como será lembrado quando partir.

Pare por um minuto e tente identificar o legado deixado pelos seus ascendentes. Eles poderiam ter feito algo a mais? E nós, podemos fazer algo a mais pelas nossas gerações? Uma das coisas mais importantes da vida é o que deixaremos de bom aos nossos descendentes. Há alguns anos venho preocupando-me com o legado que deixarei quando eu tiver que partir. Questiono-me: O que eu posso fazer de útil para a humanidade? O que pode ser feito por de mim para que permaneça para o bem das novas gerações? Aquilo em que acredito, ou o que eu acho que sou permanecerá quando eu se for para o descanso eterno? Minhas sementes plantadas serão úteis às novas gerações? Meus filhos, netos, bisnetos e tataranetos se lembrarão de mim como um bom homem que deixou a sua marca, ou colocarão meu nome no rol do esquecimento?

Nós vivemos em prol de uma marca, quer seja positiva ou negativa. Nossas decisões escolherão o legado que iremos deixar. Nosso legado precisa transmitir dignidade e honra ao nosso povo, sem isso, não pode ser considerado um legado. O professor Mário Sérgio Cortela, homem que tanto admiro pela sua maestria e inteligência, certa vez disse: “Qual é a sua verdade? Qual a sua essência? No dia em que você se for, essas questões irão embora com você. O que permanecerá de você no mundo? Permanecerá o seu legado. Permanecerá aquilo que você ensinou, aquilo que “ensignou”, as marcas que deixou”.
Luisinho Soares, meu amigo músico e escritor, teve uma origem pobre no sertão nordestino. Em seu livro: O Nordestino Vencedor, ele relata a trajetória trilhada entre a miséria e a conquista. Seus pais não tiveram condições de dar-lhes, a ele e a seus irmãos, um conforto material, mas plantaram-lhes as sementes de caráter, persistência e coragem que brotariam anos mais tarde. Persistente e sonhador, Luisinho resolveu que queria ser doutor. No mar da vida, quando o vento soprava contrário e as tempestades eram muito fortes, mais ele persistia e rumava pelo caminho de seu legado.

Certa vez, enquanto ainda estava na faculdade, Luisinho se aproxima da professora e diz: “A senhora é muito inteligente.” Ao que ela retruca: “Inteligente é você Luisinho, quem cria. Eu não crio nada, somente repito; estudo e repasso para vocês alunos. Ao contrário, você cria, compõe lindas canções, escreve belas letras. Você cria e eu apenas repasso o já criado”.

Homens como o médico periodista, músico e escritor Luisinho Soares, o filósofo e professor Mário Sérgio Cortela, e milhares de pessoas que passaram e estão passando por esse mundo deixando a sua contribuição, o seu legado, precisam ser valorizados. Homens que nos ensinam na prática, com suas ações, que legado se ganha, mas legado também se constrói.

Aprendemos, com exemplos dos que deixam suas marcas, que legado não se limita a um produto materializado em que passamos de gerações em gerações. Que legado é a precedência positiva; a força motriz em que levará nossos descendentes a usufruir de um mundo mais humano, mais forte e mais capaz. O que vai contra isso não é legado, pois o que não beneficia não se pode ser considerado um legado.

Quando buscarem um norte, seremos a bússola. Quando sentirem-se presos, seremos a canção da liberdade. Que cresça em nosso peito o desejo de sermos feitores de um futuro promissor. Que possamos almejar a construção de um legado palpável.

Post publicado no Portal Administradores por Jackson da Mata.

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Que país é este? Até onde vai a maldade?

Uma amiga, aproveitando o carnaval, resolveu fazer uma viagem. Seria uma oportunidade de descansar, longe da folia e ao mesmo tempo poder conhecer novos lugares. Ela viajava em companhia de uma amiga, dirigindo em uma rodovia movimentada, quando ainda não se sabe porque, sofreu um grave acidente. Para quem aguarda o socorro, segundos e minutos parecem eternos. E foi justamente nesta eternidade que um casal ao presenciar o ocorrido, resolveu parar para ajudar e prestar os primeiros socorros. Viram então várias pessoas vindo também em direção ao carro.

Eram moradores da região. Afinal, então, há pessoas boas em todos lugares, certo? Não. Enquanto o casal de fato ajudava, as demais pessoas saqueavam o carro e roubavam tudo que estava ao alcance deles, inclusive objetos pessoais e documentos das vítimas, que acabaram espalhados no asfalto. O socorro, não demorou a chegar, mas a maldade se fez presente antes dele. Há pouco tempo, um vídeo que circulou bastante na Internet, mostrava um acidente envolvendo um caminhão. A vítima estava no asfalto, abandonada à própria sorte, enquanto o veículo era saqueado. Que país é este?

Antes que venham os especialistas em alguma coisa, de plantão, para tentar justificar o injustificável, com teorias que vão do estado de necessidade à desigualdade social, gostaria de completar dizendo que nada do que foi roubado, era para alimentar quem estava morrendo de fome e nenhuma desigualdade justifica o desprezo pela vida humana. Há sim, a certeza da impunidade. A banalização da violência e a “despersonificação” do ser humano. É querer tratar o semelhante como se não fosse ninguém ou nada.

Mata-se por tão pouco e as imagens parecem não incomodar mais. Tampouco, é um fenômeno restrito a uma determinada classe social. A Internet está igualmente repleta de vídeos que mostram pacientes morrendo na frente de hospitais e diante do pouco caso de médicos e outros profissionais de saúde. O juramento que fazemos ao concluirmos o curso de Medicina é o de Hipócrates, mas ao que parece, substituído por alguns, pelo juramento de hipócrita. Alguém se apresenta para dar uma justificativa? Melhor nem tentar. Porque não existe.

A imprensa também noticiou máfias de médicos envolvidos com comercialização de próteses. Pessoas sendo submetidas a procedimentos desnecessários e com uso de materiais vencidos, tão somente para enriquecer pessoas que jamais poderiam ser chamadas de profissionais da saúde…mas sim, da vergonha e da estupidez.

Não estamos falando de omissão de socorro. Mas de homicídio ou de tentativa de homicídio. Se alguém com conhecimento capaz de ajudar uma pessoa em situação crítica, deixa de fazê-lo, sabendo que com sua atitude, a vítima poderá morrer, não está apenas omitindo socorro, mas condenando a morte, quem deveria proteger ou ao menos tentar ajudar. É uma questão ética, moral e também caso de polícia.

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Talvez o problema seja justamente este. O Brasil há tempos vive uma grave crise ética e moral. Há uma “roubalheira” em todos setores. Muitos que deveriam cuidar do dinheiro público, pouco se importam com o esforço do contribuinte para pagar os impostos. É o exemplo, ou a falta dele, que vem de cima. Caso de polícia? O que dizer? O país possui índices galopantes de violência, corrupção e os policiais que querem realmente proteger a população, são com frequência perseguidos ou mesmo, mortos. “Que país é este?”, já dizia a conhecida música.

A maldade existe e está em todos lugares. Chama a atenção no entanto, a apatia e a capacidade de indignação que vem se perdendo no país. Tudo está banalizado. Se o exemplo deve vir de quem governa, o que esperar de uma governante que disse na ONU, que a solução para o fim da barbárie do autoproclamado Estado Islâmico está no diálogo? Estamos falando de radicais que estão assassinando mulheres e crianças em massa, queimando e enterrando pessoas vivas. Se isto não é capaz de sensibilizar a presidente do país, que deveria estar aliada aos que de fato querem por fim àquela aberração, o que podemos esperar da população governada por ela? Dialogar? As vítimas não dialogam, mas imploram…por suas vidas. Era isso que minha amiga tinha que fazer com os que a assaltavam enquanto ela agonizava?

O que esperar do país que tem registrado ataques de bandos fortemente armados a cidades do interior, como se estivéssemos no tempo do cangaço? Que país é este? Onde mais iremos parar? Não foi a toa que Edmund Burke, tornou célebre as suas palavras ao afirmar que “para que o mal triunfe basta que os bons fiquem de braços cruzados.” Parece que é isto que tem acontecido. Há tempos.

Fiquei bastante curioso em saber em quem os criminosos que assaltaram minha amiga, votaram nestas eleições. Quem eles elegeram para serem seus representantes? Se foram eleitos, é deles que aguardamos os bons exemplos .

Do jeito que a coisa anda, não demora muito para que a placa de “Bem-vindo ao Brasil”, colocada nos aeroportos, seja substituída por “Abandonai as esperanças, vós todos que aqui entrais”, tal qual dito por Dante Aligheri em sua Divina Comédia.

Que Deus proteja o país…. de seu próprio povo….

Post publicado no Portal Administradores por Luiz Hargreaves.

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Você é o chefe ou o líder no seu trabalho?

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Todo empreendedor que obteve um mínimo de sucesso e viu o seu negócio evoluir passou pela situação de selecionar, empregar e coordenar uma equipe de colaboradores. Se você se identifica com essa situação, com certeza ouviu os termos “chefiar” e “liderar” com relativa frequência, afinal, é esse o nível de relacionamento que você tem ou teria com essas pessoas. Mas você sabe qual a diferença entre os dois termos? E, melhor ainda, sabe qual dos dois — chefe ou líder — você é?

O chefe e o líder

Gerir uma equipe de colaboradores no sentido de metas e objetivos comuns não é nada fácil, e uma das primeiras lições a serem tomadas nesse processo é a de que chefe e líder são coisas bem distintas. A figura do chefe todo-poderoso, durão e mandão é bastante arcaica e tem por base o estímulo via coação moral e monetária. O líder, por sua vez, é figura central do “novo” modo de gerir pessoas, leva seu grupo a um status não só de otimização do processo e da produção, mas de autoconhecimento profundo.

No atual contexto econômico, quase não há mais espaço de crescimento para empresas que praticam a “chefia pura”, uma vez que o dinamismo inerente às equipes que possuem líderes capazes é necessário para que elas atendam a demandas de mercado, cada vez mais necessitado de cabeças pensantes que resolvam os problemas. E o combustível de tudo isso se resume em uma palavra mágica: motivação.

Liderar é sinônimo de motivar a equipe

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O líder de uma equipe ou de uma empresa trabalha a motivação das pessoas, em diversas frentes e aspectos. Uma máxima que corre o meio corporativo e que ilustra muito bem essa situação é: “enquanto um chefe diz vá, um líder diz vamos lá?”. O líder, assim, se incorpora ao corpo da equipe, chamando para si os mesmos desafios e enfrentando as mesmas dificuldades dos colaboradores, deixando-os motivados e estimulados a desempenhar um trabalho de qualidade.

Esse trabalho do líder de motivar as pessoas acontece de forma tanto direta quanto indireta, por meio de ferramentas simples, mas muito eficazes. Bons exemplos são o estímulo ao crescimento pessoal, ao conhecimento de si e da área na qual atua, e o mais importante: se torna amigo e confidente das pessoas com quem trabalha e convive, ajudando-os a transpor dificuldades profissionais e ensinando-os a trabalhar sempre melhor.

Chefiar versus liderar

A diferença entre chefiar e liderar reside sobre aspectos bastante significativos no cotidiano de uma empresa, e também pode ser resumida em dez assertivas que comparam o comportamento de ambos:

Chefes inspiram medo, líderes inspiram entusiasmo;
Chefes sabem como as coisas são feitas, líderes mostram como as coisas são feitas;
O chefe critica; o líder ensina;
O chefe demonstra orgulho, o líder demonstra humildade;
O chefe diz “eu”, o líder diz “nós”;
O chefe cobra que se chegue no horário, o líder chega antes de todos;
O chefe conduz pessoas, o líder as orienta;
O chefe usa autoridade, o líder usa empatia;
O chefe aponta culpados por um problema, o líder e sua equipe buscam resolver o problema;
O chefe ordena, o líder ouve e pede.

Post publicado no Portal Administradores por Marcelo Toledo.

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O medo do novo ameaça as novas conquistas

O novo ano sempre sugere recomeços e é oportuno para quem, com boa dose de determinação, disciplina e coragem, quiser rever posicionamentos, quitar débitos pendentes e transformar suas condições de trabalho.

Novos ciclos também oferecem a oportunidade de colheita. Mas, só colhe quem no tempo e do jeito certo semeou.

Muitos profissionais, diante da incerteza, preferiram, “por garantia”, cultivar o que já tinham ao invés de arriscar novas direções. O medo clássico de trocar o certo pelo que ainda é duvidoso.

Mas, na vida não existe garantia de nada. E quem não ousar fazer diferente e reinventar-se vai continuar colhendo o mesmo resultado do que sempre plantou.

E verdade seja dita, o que hoje vem sendo mantido como certo, muito em breve e à revelia pode não mais sugerir certeza.

Quando a configuração de trabalho não oferece o retorno esperado é hora de romper a barreira do medo que imobiliza e, consciente dos desafios vinculados ao novo, acolher o risco do incerto em busca do que faz feliz.

Quem acredita e trabalha com dedicação na construção da justa medida, com o tempo, supera as dificuldades, ganha maturidade e alcança a eficiência e o reconhecimento devido.

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Mas, é preciso querer sabendo o que, de fato, quer. O querer consciente é imperativo. É o que inquieta e torna possível enxergar outras direções.

Somente a inquietude confronta a inércia e provoca o movimento necessário para que os novos projetos saiam da intenção e ganhem uma identidade.

Esse reinício será decisivo para aqueles que se dispuserem a rever a direção e legitimar se o caminho escolhido atende ao desejo e acolhe a vocação.

Em certas fases da vida a saída está em fugir do convencional. Fazer diferente e testar novas aptidões. Investigar, reinventar e repaginar ate encontrar o diferencial.

Na percepção do mestre Cortella: “O enfrentamento do que nos amedronta exige reflexão, preparo e ação”.

É preciso fidelidade ao propósito e dedicação ao sonho. A hora da guinada é agora, não cabe desperdiçar mais tempo. É preciso fazer acontecer.

A história não garante, mas, indica que os ventos sempre sopram a favor daqueles que arriscam-se a encontrar o caminho que revela a missão.

Post publicado no Portal Administradores porWaleska Farias.

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Você está preparado para 2015?

Primeiramente é ter a consciência de economizar, já é um bom começo, depois são planilhar todas as receitas e despesas decorrentes do mês.

Estamos vivenciando uma época pelo qual o brasileiro encontra-se com alto índice de comprometimento mensal e inadimplência, isto tudo pelo crédito fácil, opções de produtos, parcelamentos a perder de vista. Segundo pesquisa pela Boa Vista SCPC, a maior dívida do brasileiro está com relação a carnês/boletos 31%, seguidos de cartão de crédito com 29%. Fiquei surpreso ao ler que o ranking das dívidas (inadimplência) o primeiro lugar está sendo ocupado por produtos eletrônicos com 20%, produtos como geladeiras, TVs, eletro-eletrônicos em geral como celulares. Falando em celulares, o Brasil está com 280 milhões de linhas ativas, ou seja, existem mais celulares ativos que habitantes neste Brasil.

Fiz questão de mencionar dados como citar os problemas, pois 25% das nossas compras são com despesas supérfluas. Hoje ter celular chamado “TOP” não é questão de necessidades básicas, mas de auto-realização, vejo adolescentes com os melhores celulares, ostentando assim “eu tenho também, faço parte deste grupo”. Para acadêmicos de administração, utilizamos muito as teorias das necessidades de Maslow, ou também conhecida como Pirâmide de Maslow, ali você pode ter uma idéia que hoje a geração Y e Z estão focadas somente na realização pessoal ou na sua auto-realização.

Dr. Augusto Cury (médico, psiquiatra e escritor de inúmeros livros), conta que estamos vivenciando uma era no quais as pessoas estão mais infelizes buscando estímulos a sua motivação, estímulos estes com produtos como celulares, jogos, redes sociais substituindo a forma de relacionar do ser humano.

Com todo este cenário explanado tenho o intuito de melhorar as condições financeiras de você que lê como de sua família, reduzindo o endividamento e melhorando o fluxo de caixa familiar, começar hoje é ideal.
Relacionei algumas dicas que julgo ser primárias e essenciais a família de todos brasileiros.

DICAS PARA 2015

1.Não utilize o cheque especial para comprar presentes.

2.O cartão de crédito tem os maiores percentuais de juros, use somente quando necessário no qual você possa pagar a fatura posteriormente.

3.Pague o total da fatura do cartão de crédito, caso contrário torna-se uma bola de neve ou uma bola de prejuízos.

4.Faça ou baixe uma planilha com todas suas receitas e despesas, anote tudo, atualize a planilha diariamente.

5.Tenha uma reserva financeira para emergências.

6.Seu emprego ou negócio pode não durar para sempre, então tenha uma reserva financeira para custear em caso de demissão as despesas essenciais do mês. O ideal é ter no mínimo poupado 3 meses dos valores dos gastos mensais.

7.Defina suas metas para curto prazo, médio prazo e longo prazo. Com isto suas compras tornaram objetivas, suas economias farão sentido. Comprar um carro ou trocar seu imóvel necessita-se de planejamento familiar.

8.Títulos de capitalização não são investimentos, os objetivos da capitalização é a premiação e não a correção por juros.

9.Tem alguma conta com altos juros, ou várias contas? Procure juntar todas elas e faça um empréstimo único, eliminando assim os juros maiores, empréstimo consignado é uma das opções neste caso.

10.Relacione sua vida financeira em seu planejamento para 2015, invista em sua carreira, até porque você precisa criar além de formas de economizar, formas e modelos de ganhar mais dinheiro.

Tenho certeza que a prática determinará o seu sucesso nos itens acima.

Lembre-se não é o que você ganha, mas o que você gasta!!

Sucesso, excelente 2015. Deus te abençoe.

Post publicado no Portal Administradores por Moris Kohl.

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As dificuldades da pequenas e médias empresas endividadas

Segundo, a Serasa Experian, num estudo o país tem mais de 7 milhões de empresas sendo que 3,57 milhões estão endividadas. Destas 70% dos empresários tem o nome negativado.

As empresas endividadas 99% representam pequenas e médias. Sendo que 47,2% comércio, 42,6% serviços e 9,1% da indústria.  52,2% dos empregos são formais e destes 91% são inadimplentes neste setor.

As regiões aonde se concentram as maiores empresas endividadas, 51% estão no Sudeste, 18% no Nordeste, 17% na Região Sul, 8% no Centro-oeste e 6% no Norte.

O mais preocupante é que os donos de empresas devedoras também estão inadimplentes e chegam a representar 2,5 milhões de pessoas.

O principal motivo destas empresas estarem endividadas é porque muitas vezes o crédito é muito restrito. Além de serem caros, devido as altas taxas ofertadas. Um exemplo, é um desconto de duplicatas, que acabam prejudicando o empreendedor.

Isso faz com que o empreendedor vendo estas dificuldades ele acaba apelando para empréstimos na pessoa física, e assim pode fazer o negócio dele crescer. Hoje 44% dos empresários buscaram este meio.

Para termos uma idéia a comunidade européia, 70% é de pequenas empresas. Enquanto lá 70% do PIB vem de pequenas empresas aqui no Brasil este número é de 27%.

Aqui no Brasil não há um foco na pequena média empresa, pois não há um investimento, um apoio, um incentivo. É muito difícil para um empreendedor, por mais que seja um grande sonho dele atingir.

O nosso país precisa urgente de mudanças para fortalecer o empreendedor e buscar uma forma que dê mais incentivos e apoio aos micro pequenos empresários. Precisamos reduzir os juros, os bancos serem menos seletivos, diminuir o crédito para não ficar assim tão difícil para estas empresas.

O empreendedor precisa ser incentivado e fazer com que tenha mais certeza do futuro, e assim realizar o sonho de crescer no seu negócio!

Post publicado no Portal Administradores por Eduardo Thorell.

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