7 dicas do fundador do PayPal para inovar nos negócios

Endeavor Brasil

Para Peter Thiel, cofundador do PayPal e investidor em diversas startups de alta inovação, como o Facebook, o próximo Bill Gates não criará um sistema operacional. O próximo Larry Page ou Sergey Brin não desenvolverá um mecanismo de busca. E o próximo Mark Zuckerberg não criará uma rede social. Se você está copiando essas pessoas, não está aprendendo com elas. É mais fácil copiar um modelo que inovar e criar algo novo.

O progresso vem do de um conhecimento inovador, não da competição. Se você faz o que nunca foi feito e consegue fazer melhor do que qualquer um, tem uma espécie de monopólio — e qualquer negócio tem mais chances de ser bem-sucedido quando não pode ser copiado. Mas quanto mais você compete, mais se torna parecido com todo o resto. A competição destrói os lucros dos indivíduos, das empresas e da sociedade como um todo.

Em 2014, Peter lançou o livro De zero a um: O que aprender sobre empreendedorismo com o Vale do Silício. Ele não oferece fórmula para o sucesso. O paradoxo de ensinar empreendedorismo é que tal fórmula não pode existir. Como cada inovação é única, nenhuma autoridade consegue prescrever em termos concretos como inovar. Toda inovação vai de 0 a 1.

Confira as principais ideias abordadas por Peter Thiel no livro:

 1) Pense em quais empresas ou negócios ainda não foram criados. Empreendedores precisam pensar no diferente, naquilo que ainda não é oferecido no mercado. Competir é para fracassados. É preciso focar em inovar, ser único.

2) Para Thiel, ensinar empreendedorismo é um paradoxo, uma vez que tal fórmula não pode existir. Toda inovação vai de 0 a 1, na medida em que passa a ocupar uma fatia do mercado que antes era inexistente.

3) Existem apenas dois tipos de empresas no mundo: aquelas que estão em uma competição acirrada e aquelas que detêm algum conhecimento totalmente novo. As melhores empresas investem em deter o conhecimento do que ela criou.

4) Empresas e pessoas diferenciadas serão mais importantes na definição do futuro do que aquilo que está na moda ou é segmentado. Mas não é preciso ter medo de estar em um setor badalado, apenas certifique-se de estar criando/produzindo algo único. As melhores oportunidades estão nos problemas sem solução. Aprenda a fazer as perguntas certas para descobri-las.

5) É preciso ter uma tecnologia que seja a melhor. Só assim a empresa ganha tempo e evita que alguém a copie. Quando se começa uma empresa, é preciso começar pequeno e mirar um mercado pequeno, mas tendo espaço para sonhar grande e crescer.

6) A maneira como a equipe trabalha é muito importante. Uma startup de sucesso é sempre resultado de uma combinação de três elementos essenciais: pessoas certas, boa tecnologia e um plano de negócios. Uma empresa bem-sucedida não é resultado de um voo solo.

7) A empresa nunca deve ser burocrática. Ela precisa ser dinâmica. Os papeis precisam ser bem definidos, mas podem ser redefinidos.

Sobre Peter Thiel

Peter Thiel é cofundador do Paypal e da Palantir Technologies, uma empresa de software especializada em análise de dados. Investiu em centenas de startups, incluindo o Facebook. É sócio da Founders Fund, empresa de capital de risco que financiou startups como SpaceX e Airbnb. Fundou a Thiel Fellowship, cujo objetivo é estimular jovens a colocar o aprendizado acima da escolaridade. No Brasil, investiu na Oppa, loja de móveis.

Post publicado no Portal Administradores por Endeavor Brasil.

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As dificuldades, na verdade, são grandes oportunidades

Que o ano de 2015 está repleto de desafios, isso não é nenhuma novidade. Existe um iminente risco de racionamento de água e energia elétrica, assim como a crise econômica que o país atravessa devido o baixo crescimento, escândalos de corrupção no governo e os seus impactos diretos como a falta de confiança dos investidores e empreendedores no país, aumento da taxa de juros e consecutivamente os níveis de desemprego também aumentam, alta da inflação, entre outros fatores são alguns desses desafios.

Um grande sentimento de preocupação e receio com o futuro que está por vir devido essas dificuldades tem estimulado organizações, famílias e indivíduos a refletirem como se adequar e se preparar para enfrentar esse período.

Diante das dificuldades, existem dois comportamentos muito comuns de se observar: a desistência e a busca por culpados depositando no outro a responsabilidade pelos insucessos, ou a prática da auto – motivação para assumir a responsabilidade pela vida e os objetivos para enfrentar os desafios procurando alternativas através da inovação que resultará no alcance de novos níveis de realizações.

Uma mesma situação pode ser vista por dois ângulos, o que diferenciará é a maneira pela qual os indivíduos a enxergam. Quando a forma de se enxergar o problema é positiva, os esforços são direcionados para as soluções e dessa forma surgem as melhorias e as oportunidades de aprendizado.

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Diversos são os exemplos de grandes realizações que somente foram possíveis através de um desafio ou uma dificuldade. David Hall McConnell, era um jovem vendedor de livros de porta em porta em pleno coração de Manhattan, em Nova York. Para que as pessoas aceitassem ao menos ouvir suas apresentações, afinal ele não era muito bem recebido nas casas onde tocava a campainha, ele teve uma ideia brilhante que mudaria sua vida. Ele começou a oferecer um frasco de perfume como brinde para seus clientes que aceitassem ouvir sua apresentação. As fragrâncias fizeram tanto sucesso que ele percebeu que seria melhor mudar de ramo e nasceria assim a Avon.

Trazendo para a nossa realidade, podemos observar também aprendizados que podemos extrair de dificuldades diárias, como por exemplo, a crise hídrica nos estados do sudeste. Certamente com os impactos que a população vem sofrendo devido à falta de água, fez com que muitos hábitos fossem alterados, dentre eles o tempo que se gasta para tomar banho ou até mesmo escovar os dentes com a torneira aberta. Muitos já mudaram esse hábito, mesmo assim não deixaram de suprir essas necessidades, ou seja, acabou sendo uma oportunidade para que mais pessoas se tornassem conscientes quanto ao consumo e a importância da preservação da água, ou seja, no futuro quando esta situação estiver amenizada, certamente perceberemos mudanças que perdurarão na cultura dessas populações.

Devemos acreditar que muitas vezes as dificuldades e situações negativas podem ser transformadas e extraídas o melhor, tudo depende da maneira de enxergar as oportunidades do modo correto.

“Quando tiraram o chão dele, descobriu que podia voar.”

Post publicado no Portal Administradores por Marcos Lima.

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Você é o chefe ou o líder no seu trabalho?

iStock

Todo empreendedor que obteve um mínimo de sucesso e viu o seu negócio evoluir passou pela situação de selecionar, empregar e coordenar uma equipe de colaboradores. Se você se identifica com essa situação, com certeza ouviu os termos “chefiar” e “liderar” com relativa frequência, afinal, é esse o nível de relacionamento que você tem ou teria com essas pessoas. Mas você sabe qual a diferença entre os dois termos? E, melhor ainda, sabe qual dos dois — chefe ou líder — você é?

O chefe e o líder

Gerir uma equipe de colaboradores no sentido de metas e objetivos comuns não é nada fácil, e uma das primeiras lições a serem tomadas nesse processo é a de que chefe e líder são coisas bem distintas. A figura do chefe todo-poderoso, durão e mandão é bastante arcaica e tem por base o estímulo via coação moral e monetária. O líder, por sua vez, é figura central do “novo” modo de gerir pessoas, leva seu grupo a um status não só de otimização do processo e da produção, mas de autoconhecimento profundo.

No atual contexto econômico, quase não há mais espaço de crescimento para empresas que praticam a “chefia pura”, uma vez que o dinamismo inerente às equipes que possuem líderes capazes é necessário para que elas atendam a demandas de mercado, cada vez mais necessitado de cabeças pensantes que resolvam os problemas. E o combustível de tudo isso se resume em uma palavra mágica: motivação.

Liderar é sinônimo de motivar a equipe

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O líder de uma equipe ou de uma empresa trabalha a motivação das pessoas, em diversas frentes e aspectos. Uma máxima que corre o meio corporativo e que ilustra muito bem essa situação é: “enquanto um chefe diz vá, um líder diz vamos lá?”. O líder, assim, se incorpora ao corpo da equipe, chamando para si os mesmos desafios e enfrentando as mesmas dificuldades dos colaboradores, deixando-os motivados e estimulados a desempenhar um trabalho de qualidade.

Esse trabalho do líder de motivar as pessoas acontece de forma tanto direta quanto indireta, por meio de ferramentas simples, mas muito eficazes. Bons exemplos são o estímulo ao crescimento pessoal, ao conhecimento de si e da área na qual atua, e o mais importante: se torna amigo e confidente das pessoas com quem trabalha e convive, ajudando-os a transpor dificuldades profissionais e ensinando-os a trabalhar sempre melhor.

Chefiar versus liderar

A diferença entre chefiar e liderar reside sobre aspectos bastante significativos no cotidiano de uma empresa, e também pode ser resumida em dez assertivas que comparam o comportamento de ambos:

Chefes inspiram medo, líderes inspiram entusiasmo;
Chefes sabem como as coisas são feitas, líderes mostram como as coisas são feitas;
O chefe critica; o líder ensina;
O chefe demonstra orgulho, o líder demonstra humildade;
O chefe diz “eu”, o líder diz “nós”;
O chefe cobra que se chegue no horário, o líder chega antes de todos;
O chefe conduz pessoas, o líder as orienta;
O chefe usa autoridade, o líder usa empatia;
O chefe aponta culpados por um problema, o líder e sua equipe buscam resolver o problema;
O chefe ordena, o líder ouve e pede.

Post publicado no Portal Administradores por Marcelo Toledo.

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O medo do novo ameaça as novas conquistas

O novo ano sempre sugere recomeços e é oportuno para quem, com boa dose de determinação, disciplina e coragem, quiser rever posicionamentos, quitar débitos pendentes e transformar suas condições de trabalho.

Novos ciclos também oferecem a oportunidade de colheita. Mas, só colhe quem no tempo e do jeito certo semeou.

Muitos profissionais, diante da incerteza, preferiram, “por garantia”, cultivar o que já tinham ao invés de arriscar novas direções. O medo clássico de trocar o certo pelo que ainda é duvidoso.

Mas, na vida não existe garantia de nada. E quem não ousar fazer diferente e reinventar-se vai continuar colhendo o mesmo resultado do que sempre plantou.

E verdade seja dita, o que hoje vem sendo mantido como certo, muito em breve e à revelia pode não mais sugerir certeza.

Quando a configuração de trabalho não oferece o retorno esperado é hora de romper a barreira do medo que imobiliza e, consciente dos desafios vinculados ao novo, acolher o risco do incerto em busca do que faz feliz.

Quem acredita e trabalha com dedicação na construção da justa medida, com o tempo, supera as dificuldades, ganha maturidade e alcança a eficiência e o reconhecimento devido.

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Mas, é preciso querer sabendo o que, de fato, quer. O querer consciente é imperativo. É o que inquieta e torna possível enxergar outras direções.

Somente a inquietude confronta a inércia e provoca o movimento necessário para que os novos projetos saiam da intenção e ganhem uma identidade.

Esse reinício será decisivo para aqueles que se dispuserem a rever a direção e legitimar se o caminho escolhido atende ao desejo e acolhe a vocação.

Em certas fases da vida a saída está em fugir do convencional. Fazer diferente e testar novas aptidões. Investigar, reinventar e repaginar ate encontrar o diferencial.

Na percepção do mestre Cortella: “O enfrentamento do que nos amedronta exige reflexão, preparo e ação”.

É preciso fidelidade ao propósito e dedicação ao sonho. A hora da guinada é agora, não cabe desperdiçar mais tempo. É preciso fazer acontecer.

A história não garante, mas, indica que os ventos sempre sopram a favor daqueles que arriscam-se a encontrar o caminho que revela a missão.

Post publicado no Portal Administradores porWaleska Farias.

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Como você está administrando o seu tempo?

O tempo é um dos maiores bem que se possa ter e está à disposição de todos, independente de classe social, idade ou qualquer outra classificação. Seja rico ou seja pobre, jovem ou idoso, todos nós dispomos de 24 horas por dia para aproveitarmos da maneira que entendermos ser melhor.

Tal é a sua importância, que se pensarmos em todos os nossos bens e se, em alguma eventualidade os perdermos, seria possível recuperá-los com grande esforço e muito trabalho, já o tempo perdido, por mais que busquemos recuperá-lo, jamais conseguiremos.

Diante disso, devemos sempre refletir sobre como estamos empregando o tempo em nossas vidas, pois o que é feito com o tempo interferirá inclusive na qualidade de vida de uma pessoa.

A responsabilidade sobre a maneira pela qual utilizamos o tempo é sempre individual, dependendo somente das escolhas e atitudes de cada um. É muito comum ouvirmos justificativas ou até mesmo lamentações sobre a falta de tempo, sempre atribuído a fatores externos ou a terceiros e muito pouco a si próprio.

Convido você a refletir como tem tratado desse bem em sua vida. Como você tem administrado o seu tempo para atender todas as demandas da vida? Com qual frequência você tem se dedicado ao planejamento do seu tempo? E quanto do seu tempo tem dedicado a você e sua família?

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São indagações que devemos nos fazer diariamente para que possamos continuamente buscar o equilíbrio em todas as áreas nas quais estamos inseridos.

Devemos nos atentar também a fatores que estão consumindo nosso tempo, se de fato são situações relevantes que agregarão para nossas vidas ou simplesmente são desperdícios de tempo. Cada um agora poderá encontrar em seu cotidiano situações como essa, por exemplo, o excesso de tempo que se gasta na internet ou tv, ou ainda com situações que não agregam.

Cada vez mais percebemos que os dias, os meses e os anos estão passando mais rápido. Porém, a concepção cronológica do relógio não muda, mas sim o comportamento e as necessidades da sociedade contemporânea que nos tem impelido a esse sentimento. Cabe a nós o desafio de gerenciar essa nova tendência.

Segundo autores e pesquisadores da área de produtividade e gestão de tempo, a grande diferença do novo paradigma de gestão do tempo não está em aprender controlar o relógio, mas sim utilizar mais a bússola, pois o que determinará o sucesso e o alcance dos resultados é a priorização e a definição dos objetivos, portanto não basta cronometrar atividades, mas sim identificar se essas atividades estão condizentes com os objetivos, metas e missão de vida traçados.

Portanto, aproveite a vida, valorize cada instante do seu tempo com questões que lhe tragam satisfação, não importa qual for a fase da vida, viva-a plenamente, assuma o papel de responsável por suas escolhas e colha os frutos que a vida lhe reserva.

Post publicado no Portal Administradores por Marcos Lima.

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O segredo para chegar ao topo

Independente de qualquer que seja a profissão, todo bom profissional almeja chegar ao topo e ser o bam bam bam da sua área. Não há nenhum mal nisso, visto entender que somos seres humanos e que buscamos a todo custo evoluir. O que precisamos compreender é que todo processo de evolução seja ele pessoal, espiritual ou até mesmo profissional é gradativo e requer de nós muito empenho, sendo assim, chegar ao topo pode ser bem mais difícil do que pensamos. Então, sabe qual é o segredo para chegar ao topo?

Preparação: Podemos até acordar e decidir subir uma montanha, no entanto, sabemos que não é como ir ao shopping. Subir uma montanha requer de nós preparação e muita dedicação. Antes de dar início, precisamos adaptar o nosso corpo à altitude. O ar rarefeito exige capacidade extra do organismo para funcionar com menos oxigênio. Sem a preparação, há riscos de edemas pulmonar e cerebral que podem levar à morte. Manter o corpo sempre hidratado é fundamental para minimizar os sintomas de enjoos, cansaço e dor de cabeça.

Na vida profissional chegar ao cume de uma montanha, também requer de nós preparação e dedicação. Para isso é preciso manter o foco e ter consciência de que no ambiente de trabalho damos a largada e diariamente percorremos esse caminho rumo ao cume. E à medida que caminhamos, temos a oportunidade de conhecer o trajeto, afinal de contas, nenhum de nós quer percorrer um caminho desconhecido e encarar perigos imagináveis. A caminhada muitas vezes é longa, mas é necessário percorrê-la convictos de que não conseguiremos fazer isso sozinhos.

O ambiente de trabalho é bastante competitivo, no entanto não é inteligente olhar para os outros profissionais como se fossem inimigos, transformando o ambiente num verdadeiro campo de batalha, pois sem perceber, direcionamos o foco, deixando de investir em nós, na nossa preparação, para gastar energias impedindo que o colega avance. Qual o problema do colega avançar? Ele tem um objetivo e não podemos puni-lo por isso.

Essa caminhada, não é uma caminhada que se faz sozinho, precisamos de pessoas que estejam andando na mesma direção que nós, dispostas a nos ajudar, pois não se trata de um caminho que se percorre em um dia. É importante aprender a valorizar o trabalho em equipe. Trabalhando em equipe, temos mais chances de alcançar o nosso alvo, pois são pessoas diferentes, com qualidades e talentos diferentes, unidos e decididos a alcançar um único objetivo, chegar ao topo.

Se por acaso hoje decidisse escalar o Everest, teria coragem de fazer isso sozinho? Por quê? Tenho certeza que a resposta seria não. Não dá para fazer isso sozinho, não é mesmo? É perigoso, podemos passar mal, sermos atacados e até roubados e também corremos um grande risco de errar o caminho, mesmo que estejamos com um mapa. O que fazer? Quem é a pessoa mais indicada para nos acompanhar? Acreditamos que a pessoa ideal seria um guia, alguém que conhece o caminho e que possa de maneira segura levar-nos até o nosso alvo.

No ambiente de trabalho, quem é a pessoa ideal para ser o nosso guia? O nosso líder. Se quiser chegar ao topo, siga os passos de alguém que já chegou lá, no entanto, fique atento a um pequeno detalhe, não ensoberbeça a ponto de chegar à determinada parte do caminho e achar que pode seguir sozinho, como já dizia Friedrich Nietzsche: A vida vai ficando cada vez mais dura perto do topo. Quanto mais perto do topo nos aproximamos, mais ajuda, precisaremos. Estar perto do topo significa um longo caminho percorrido; este é um momento em que o cansaço aparece. O caminho até então amplo, torna-se estreito, íngreme e cheio de pedras que tendem a desestabilizar os nossos pés. Os passos precisam ser mais lentos e cuidadosos e é aí que o desafio realmente começa.

Infelizmente muitos profissionais tendem a dispensar a ajuda do líder no momento mais importante, perto do topo. É perto do topo que os ventos são mais fortes, as pedras insistem em rolar, a temperatura e o nível de oxigênio começam a baixar. Precisamos respirar com bastante cuidado, e logo o coração começa a acelerar. Com o nível de oxigênio baixo, a atividade cerebral é afetada e a capacidade de julgamento pode ser alterada. Pensamentos, ilusões se misturam e é bastante provável que venham os devaneios. E como passar por tudo isso sozinho? Neste momento precisamos de alguém experiente ao nosso lado, que transmita segurança e nos dê as devidas orientações para que não venhamos a perecer.

Muitos profissionais ficam muito perto do topo, mas não o alcança pelo simples pensamento arrogante de achar que já está pronto e que pode prosseguir sozinho, assim sem preparação, o cérebro é gravemente afetado pela altitude.

Post publicado no Portal Administradores por Mônica Bastos.

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Assuma responsabilidade

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Ser feliz, não quer dizer que você não vai ter problema na sua caminhada. Pelo contrário, você vai se deparar com muitos problema, mas a forma como você vai lhe dá com eles é que vai te fazer uma pessoa feliz, realizada.

Portanto, pare de se fazer de coitadinho, de vítima, de que é culpa do acaso, ou sei lá mais do que. Meu amigo (a), você é a única pessoa que pode mudar essa situação, vamos lá levanta a cabeça, bate a poeira e vá em frente.

Post publicado no Genário blogando por Genário Pinheiro.

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