Você vai se surpreender quando descobrir qual graduação mais forma bilionários

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A plataforma online britânica Approved Index, que assessora empresas em operações de B2B, divulgou no último dia 25 o relatório de um levantamento que realizou sobre os bilionários do mundo. A pesquisa levantou dados como países que mais geram super ricos, os setores da economia e quais os cursos universitários que mais formaram magnatas. Nesse último aspecto, um detalhe chamou atenção: os sem graduação são maioria entre os que têm mais dinheiro.

De acordo com o levantamento, 32% dos bilionários do mundo não têm nível superior, o que coloca a categoria “Sem graduação” no primeiro lugar do ranking. Em segundo aparece Engenharia, área em que 22% dos super ricos são formados. A formação em “Negócios”, o que inclui os cursos de Administração, é a terceira, com 12%.

Abaixo, o top 10 das graduações dos bilionários do mundo:

1 – Nenhuma (32%)
2 – Engenharia (22%)
3 – Negócios (12%)
4 – Artes (9%)
5 – Economia (8%)
6 – Finanças (3%)
7 – Ciências (2%)
8 – Matemática (2%)
9 – Direito (2%)
10 – O somatório de outras graduações corresponde a 8% do total.

Os bilionários que ganham mais dinheiro

Quando a pergunta é “Bilionários com quais graduações ganham mais dinheiro?”, a coisa muda um pouco de figura e a Engenharia assume o topo da lista. Os sem graduação são os segundos mais ricos e os formados em Negócios aparecem na terceira posição. Veja o ranking completo abaixo:

1 – Engenharia (US$ 25,77 bilhões/bilionário)
2 – Nenhuma (US$ 24,03 bilhões/bilionário)
3 – Negócios (US$ 22,5 bilhões/bilionário)
4 – Economia (US$ 22,1 bilhões/bilionário)
5 – Artes (US$ 20,51 bilhões/bilionário)
6 – Matemática (US$ 17,75 bilhões/bilionário)
7 – Finanças (US$ 15,83 bilhões/bilionário)
8 – Direito (US$ 13,2 bilhões/bilionário)
9 – Ciências (US$ 12,05 bilhões/bilionário)
10 – Entre outras graduações, a média é de US$ 19,66 bi por bilionário

Post publicado no Portal Administradores pela Redação.

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Como lidar com a timidez?

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Quem nunca sentiu aquele frio na barriga na hora de conhecer pessoas novas ou quando precisa se expor? Essa nunca é uma situação fácil – e se torna ainda mais complicada quando se trata de pessoas que sofrem com a timidez.

Vale lembrar que ser tímido é algo comum: uma sensação inerente ao ser humano, e nada mais é do que o surgimento do medo quando é preciso interagir com outras pessoas. No entanto, o problema começa quando esse medo impede alguém de ter uma vida “normal” ou de conquistar seus objetivos, devido à timidez excessiva.

Andreia Rego, Psicanalista e Coach de Desenvolvimento Humano, comenta que um dos grandes problemas da timidez excessiva é que ela geralmente vem acompanhada de outras características não positivas, como a baixa auto-estima e falta de confiança, a preocupação com o julgamento do outro e o fato de achar que estão sempre sendo observadas. “Essas características fazem com que essas pessoas muitas vezes deixem passar oportunidades por medo de fracassarem ou de ‘darem a cara a tapa’. Porém, no mundo atual, aqueles que não demonstram ser proativos e a fim de conquistar seus objetivos podem ser passados para trás por pessoas que nem sempre possuem as mesmas habilidades e competência, contudo, são corajosas e estão dispostas a errarem ou a nem sempre agradar o outro”, explica.

Mas ser tímido não é o fim do mundo. De acordo com pesquisas feitas pela PUC-RS, com 30 mil internautas em 2013, os tímidos apresentam algumas vantagens: são pessoas silenciosas que estudam mais, que se formam mais na faculdade; são mais controlados com o lado financeiro; a renda financeira é maior; possuem menores chances de desemprego; têm mais discrição nos ambientes; são mais observadores; bons ouvintes; mais concentrados no que fazem, etc. “Ressaltando que isso não quer dizer que extrovertidos também não tenham essas vantagens e diversas outras. Tudo é questão de saber aproveitar o que existe de melhor dentro dessas qualidades”, comenta.

A principal dica que Andreia Rego oferece é: tire proveito de suas características. “Entenda que a timidez é uma característica, e não um defeito. Quando sentir essa sensação, faça um esforço para reconhecer a emoção e se perguntar o motivo de estar se sentindo assim num determinado momento. Encontrando respostas, baixamos as pressões em nós, passando a entender melhor o que acontece dentro da gente”, comenta a profissional, que trabalha com algumas dicas do Coaching para fazer com que a pessoa torne-se menos tímida. “Alguns ‘exercícios’ com os coachees (clientes) são: escolher algum horário do dia e puxar conversa com um conhecido para falar algo do seu interesse; fazer esportes em grupo para trabalhar relação interpessoal; não se cobrar tanto, permitindo-se erros e acertos de forma normal; não se preocupar demais com julgamento dos outros; ser mais otimista; aceitar elogios; acreditar em si e melhorar sua auto-imagem com autoconhecimento e até roupas, cortes de cabelo que lhe agradem”, sugere.

Para a especialista, o ideal é sair da zona de conforto e encarar de frente os medos – porém, se essa atitude parecer muito complicada de ser feita sozinha, a pessoa deve procurar um profissional que lhe auxilie nesse caminho. “É preciso compreender que a timidez não é uma doença e que há várias maneiras de lidar para solucioná-la. Basta a pessoa estar motivada e a fim de ultrapassar essa barreira”, conclui Andreia Rego.

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As 4 palavras mágicas do relacionamento humano

Existem quatro palavras mágicas que, quando as empregamos, exercem efeito especial sobre as pessoas. São elas: com licença, por favor, desculpe e muito obrigado.

Todos sabemos que elas são muito importantes para o nosso relacionamento, entretanto, parece que muitas pessoas sofrem de amnésia crônica e precisam ser lembradas diariamente disso. Utilizá-las é uma atitude que temos de adotar todos os dias até integrá-las automaticamente ao nosso comportamento. Quando as usamos demonstramos, não apenas, sentimento de consideração pelos outros mas, sobretudo, de boa educação e humildade.

As pessoas querem ser reconhecidas e tratadas com apreço e respeito. As palavras mágicas auxiliam muito no diálogo com as pessoas de nosso relacionamento, e também com todas as outras com quem nos deparamos durante o dia – quando temos que falar com elas -, seja motorista de ônibus, atendente de lanchonete, gari, telefonista ou qualquer outra pessoa.

Ao dizer “com licença”, estamos solicitando permissão para interromper alguém, fazermos ou falarmos algo e, junto com isso, uma mensagem subliminar de que respeitamos a pessoa e gostaríamos de dizer ou perguntar algo. No entanto, o tom de voz é que dirá se estamos pedindo “com licença” de forma humilde e respeitosa, ou se estamos fazendo de maneira arrogante e mal-educada. Cabe a nós nos policiarmos quanto ao modo correto de fazê-lo se quisermos evitar complicações desnecessárias.

Quando falamos “por favor” emitimos a mensagem de que precisamos ajuda ou atenção de alguém, ou como um simples gesto de polidez.

“Desculpe” é uma palavra que demonstra não somente educação, mas também maturidade de quem a pronuncia, porque nem sempre as pessoas gostam de admitir que erraram ou que fizeram algo inadequado.

“Muito obrigado”, pronunciado de forma aberta e sincera, é o melhor gesto de reconhecimento que podemos expressar quando somos auxiliados ou beneficiados em algo. A propósito, você tem o hábito de agradecer às pessoas com quem você convive em casa, no trabalho, em sua comunidade? Se não o faz desafie-se a fazê-lo todos os dias, em todas as circunstâncias que a situação se apresente.

As palavras mágicas são tão essenciais no relacionamento humano quanto o ar que respiramos, pois representam demonstrações de respeito, humildade e atenção às pessoas, e são expressões universalmente reconhecidas e apreciadas por todas as pessoas e povos em qualquer lugar do mundo.

A mais especial das palavras
É bom lembrar que as pessoas têm nome. Então, não deixe de fazer uso do nome delas sempre que conversar com alguém pessoalmente, por telefone ou e-mail. Dale Carnegie, autor de vários best-sellers sobre relações humanas, disse certa vez que o som mais suave e agradável que existe para alguém é o seu próprio nome. Lembrar-se do nome de uma pessoa que você pouco conhece, ou não vê há muito tempo, é algo que encanta qualquer um. Ao dizer o nome dela você está demonstrando estima por esse alguém, e quanto o tem em consideração, pois está registrado em sua memória.

As palavras certas podem provocar milagres
Um cego estava a pedir esmolas na rua e, ao seu lado, uma placa de papelão onde se lia: “Sou cego, por favor me ajude”. As pessoas passavam e, de quando em vez, uma ou outra moeda era lançada na latinha. Um pedestre caminhava apressadamente para o trabalho e, quando já havia passado pelo pedinte, parou subitamente, olhou em sua direção, e voltou. Pegou a placa de papelão e, do outro lado, escreveu algo. Enquanto fazia isso falou simpaticamente com o cego e depositou uma moeda no recipiente. Em seguida colocou o papelão ao lado do cego e foi embora sem dizer mais nada. Não demorou muito e o pedinte começou a ouvir o tilintar das moedas caindo sem parar na sua latinha, até entupi-la. E assim aconteceu por várias vezes. Horas depois o mesmo pedestre, voltando do trabalho, perguntou ao cego se tudo estava bem com ele. Reconhecendo a voz, o pedinte perguntou ao homem o que ele havia escrito no papelão. Este respondeu: “Escrevi a mesma coisa, só que com palavras diferentes. Pus na placa ‘Hoje está um lindo dia, mas não posso vê-lo porque sou cego’.”

Texto extraído e condensado do livro O Livro das Relações Humanas – Seu Manual para Obter Sucesso com as Pessoas, de Ernesto Berg, Juruá Editora. Para acessar o conteúdo ou adquirir o livro visite o site http://www.quebrandobarreiras.com.br seção de LIVROS

Post publicado no Portal Administradores por Ernesto Berg.

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Sucesso

O que seria pior que o fracasso? O falso sucesso. Por quê?

Analisemos primeiramente o fracasso. Quando você faz algo que acaba não dando certo, você pode tentar corrigir a situação. Caso não seja possível, pode levar como aprendizado. Numa próxima vez você se sairá melhor. Afinal, uma forma de aprendermos é errando.

Já o falso sucesso é diferente. É uma ilusão, pois parece que você está se saindo bem, mas, na verdade, está se prejudicando. Quando você finalmente perceber que precisa fazer mudanças, poderá ser tarde demais.

Veja um exemplo. A despeito de todas as controvérsias envolvendo este personagem histórico, é inegável reconhecê-lo como líder e o maior homem que já viveu. Falo de Jesus Cristo. Ele certa vez perguntou: “Que adianta uma pessoa ganhar o mundo inteiro e perder a sua própria vida?” (Mateus 16:26, Bíblia Fácil de Ler)

Essa pergunta contém um alerta, bem como a revelação de uma atitude típica do falso sucesso. Deixar que a vida gire em torno da busca de dinheiro e de bens materiais. O consultor de carreiras Tom Denham escreveu: “Pensar sempre em subir de cargo na empresa, em ganhar mais dinheiro ou em comprar mais coisas não nutre a alma. Medir o sucesso simplesmente em termos financeiros é superficial e, a longo prazo, você só vai sentir um grande vazio.”

Muitas pessoas concordam com essas palavras. Numa pesquisa realizada nos Estados Unidos, “ter muito dinheiro” ficou em 20.° lugar numa lista de 22 “fatores que contribuem para uma vida bem-sucedida”. Perto do topo da lista estavam “boa saúde”, “bons relacionamentos” e “um trabalho de que você gosta muito”.

Pelo visto, muitas pessoas sabem a diferença entre falso sucesso e verdadeiro sucesso — pelo menos na teoria. Mas, na prática, é mais difícil tomar decisões que reflitam o conceito correto de sucesso.

Resta a pergunta (e claro, a reflexão sincera): “Como você mede o sucesso?”

Há que se considerar que o falso sucesso se baseia em aparências. Já o verdadeiro sucesso se baseia nos valores corretos.

Levando isso em conta, se você procurar ser responsável e trabalhador, você vai gostar mais de seu trabalho. A Ph.D. em psicologia Madeline Levine escreveu: “Considerar-se bem-sucedido no que faz envolve ser bom nisso; e ser bom no que faz geralmente envolve esforço e persistência.”

Algo que ajuda nisso é o desenvolvimento de uma competência fundamental, a resiliência. Dentre as muitas definições de resiliência, a mais aceitável é que ela é capacidade de lidar de forma positiva com as dificuldades e dar a volta por cima. Esforce-se em ser bom no que faz e, quando surgirem obstáculos, não desista.

“Melhor está o cão vivo do que o leão morto”, diz um provérbio bíblico. Seu trabalho deve fazer parte de sua vida, em vez de ser sua vida. Imagine só, você está no topo de sua carreira, mas perdeu sua saúde ou o respeito de sua família. Ou até mesmo a família! Você poderia realmente se considerar bem-sucedido? Pessoas realmente bem-sucedidas procuram manter um bom equilíbrio entre trabalho, saúde e vida familiar.

Cuide-se. Descanse o suficiente. Não vale a pena ser um viciado em trabalho e sacrificar tudo — saúde, família e amigos — por um sucesso que acaba sendo falso.

Post publicado no Portal Administradores por Eduardo Nunes.

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Quem disse que você sabe de tudo?

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Um dos principais fatores para os jovens saírem da universidade com medo está na arrogância com que percorreram essa jornada
Há muito tempo eu li uma dessas mensagens de internet que dizia: “O pior cego é aquele que não sabe ouvir.” Nossa, sabe quando você para e fica pensando sobre o assunto por um bom tempo? Aconteceu comigo. Fiquei matutando sobre o que isso queria dizer.

Porventura, tive alguns amigos que tiveram sérios problemas nos olhos e acabaram perdendo a visão e, quando resolvi perguntar para eles sobre isso, a resposta girava em torno de “já que não podemos enxergar, o tato e a audição são nossos sentidos mais importantes para nos comunicarmos com o mundo. A audição ainda mais, precisamos ouvir muito.”

Depois de quebrar a cabeça um bocado, pensei: “E se essa for a forma como, muitas vezes, os jovens estão entrando no mercado?”

Existe aquela euforia de quando entra na faculdade, o mundo novo, a libertação, o poder de ser visto como um adulto e todo o potencial existente que será desenvolvido em alguns longos anos que, no entanto, com o andar da carruagem, parecem ser bem mais curtos e o resultado esperado acaba por ser muito diferente.

No final da jornada, o medo domina, pois normalmente os jovens sentem que as oportunidades não são tantas, ou pelo menos eles não aprenderam a encontrar essas tantas que realmente existem. A concorrência é cruel, ou pelo menos eles não conseguiram desenvolver seu diferencial a ponto de não se preocuparem. No entanto, a grande verdade é que, no apagar das luzes, a maioria não está pronta, deixando a dúvida: o que aconteceu?

A resposta à pergunta acima é exatamente o que falamos no início do artigo: eles entraram de olhos fechados e ouvidos tapados. Ou seja, prepotência. De todos os eventos, pesquisas, conversas que tive com empresários a vida inteira, a maior reclamação da nova geração que entra no mercado é, disparada: “eles acham que sabem tudo, são arrogantes, parecem não querer aprender”. Sim, eu sei, existem exceções. Mas estamos falando da maioria e, infelizmente, essa grande parte se encaixa no ditado.

Essa euforia de tantas possibilidades, da supervalorização de jovens talentos que conseguiram o mundo (normalmente, por suarem além do imaginável), às vezes deixa as pessoas com um falso senso de “super expertise”. O que quer dizer: acham que sabem mais do que realmente sabem. E o problema disso é que quem sabe tudo não tem mais o que aprender. Mas os jovens, que são mais novos e têm menos experiências, não deveriam ser os que mais buscam aprendizados?

Viu? Temos uma incoerência.

Em um mercado tão dinâmico, com novos conhecimentos surgindo a uma velocidade inimaginável, saber aprender e aproveitar aquilo que os outros querem e precisam nos ensinar é vital, sem falar que é mais inteligente. Afinal, quem não aprende, não evolui, e quem não evolui não tem chance alguma.

Acredito que ao final da jornada acadêmica esse medo tão grande seria bem menor – mas não inexistente – se a maioria tivesse mais pé no chão, sem querer chegar às empresas já querendo ser gerente.

Se você é jovem, lembre-se de que quando você pensar “Isso eu já sei” pode ser que esteja perdendo uma chance maravilhosa de aprender algo novo e evoluir. E se você já é um pouco mais experiente, não tenha medo de puxar algumas orelhas.

No fim das contas, o que posso dizer é: “A mente de uma pessoa que não precisa mais aprender é limitada como uma viseira muito estreita. Já a mente aprendiz é infinita em possibilidades e conhecimentos”. Faça suas escolhas.

Post publicado no Portal Administradores por Bruno Perin.

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Liderança feminina: mulheres lideram melhor?

Se a data foi instituída após grandes manifestações pelas péssimas condições de trabalho a que eram submetidas, hoje percebemos que cada vez mais as mulheres assumem postos de liderança e com significativas vantagens em relação aos homens.

Já falei sobre isto em palestras e geralmente sou aplaudido pelas mulheres enquanto os homens têm os comportamentos mais diversos que vão desde um inicio de vaia até uma fisionomia de inimigos para sempre. Nestas oportunidades costumo dizer da necessidade que nós homens temos em aprender um pouquinho (ou muito?) com as mulheres.

Em 1978 Kip Tindell, CEO da Container Steore já afirmava: “As mulheres em geral são melhores líderes do que os homens”.

Faço esta afirmação baseado em alguns comportamentos das mulheres e que são essenciais no exercício da arte de liderar:

• Mulheres têm boa comunicação com equipes heterogêneas

• Mulheres sabem escutar melhor os problemas dos outros

• Mulheres têm espirito colaborativo

• Mulheres trabalham melhor em equipe

Em uma recente palestra Max Gehringer pediu para os homens olharem ao seu redor e fazer um elogio às mulheres próximas. Após a maioria dos homens ter atendido a sua solicitação ele explicou o motivo: Ela poderá ser sua chefa amanha….. Uma brincadeira com a plateia, mas que encerra uma grande verdade. Nós homens estamos um tanto estacionados em nosso estilo de liderança enquanto o sexo “frágil” vem se inovando a cada dia.

Talvez seja interessante analisarmos a razão desta escalada das mulheres em cargos de liderança e observarmos que se todos incorporarem estes comportamentos, certamente profissionais e empresas serão beneficiados.

Mulheres lideram melhor por terem estes comportamentos:

• Costumam tomar a iniciativa mais facilmente

• Preocupam-se com o autodesenvolvimento

• Estão atentas com a sua Integridade

• Tem facilidade em coordenar equipes multi tarefas

• Preocupam-se com o desenvolvimento dos outros. Por terem autoconfiança conhecem a sua força, isto é, não temem muito a concorrência profissional

• São experts em construir relacionamentos

• Inspiram as pessoas ao seu redor

Se observarmos o que aqui foi escrito veremos que tudo se resume a algumas habilidades que são mais comuns nas mulheres que nos homens, e por serem habilidades, são passíveis de aprendizado, o que é encorajador para nós homens.

Sugiro que os profissionais coloquem estes comportamentos como metas de curto prazo, para que, com o auxilio de um Coach seja possível exercer cargos de liderança sem turbulências em um futuro próximo.

Post publicado no Portal Administradores por Cleyson Dellcorso.

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Quando a gente decide tomar um novo rumo na vida

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Quando a gente decide tomar um novo rumo na vida, acontece um movimento natural de buscar reforços. A gente lê, faz cursos, participa de grupos, se mune de conteúdos que apoiem nossa transformação. Porém chega um momento em que toda essa carga vai transbordando.

A gente pode entrar numa ansiedade tremenda, querendo que as coisas caminhem rápido, afinal começa a soar um alarme interno de muito tempo perdido. Quando a gente começa a se aprofundar e a remexer nos baús, parece que a vida virou uma enorme bagunça. A gente quer mudar tudo aqui e agora. Mas não há organização que possa começar por todos os lados ao mesmo tempo, só que a gente não sabe por onde começar.

O copo transborda.

Nessas horas a gente quer alguma luz, busca respostas por todos os lados, um conselho, uma dica. E vai acumulando mais carga e o copo transborda ainda mais. Daí a gente começa a questionar a nossa capacidade, as teorias e até as pessoas que nos estenderam as mãos. A gente passa a buscar, questionar, debater com tudo que está fora. Mas o turbilhão está dentro.

– Pausa para respirar –

Quantas vezes ao dia você respira profundamente? Quantas vezes ao dia você sequer percebe a sua respiração? Se hoje, não houve nenhuma pausa assim, que essa seja a primeira. Perceba o ar entrando pelas narinas mais frio, saindo pela boca mais quente, o peito se estendendo depois relaxando. Ocupe seu lugar no momento presente.

Quando a gente quer tomar um novo rumo, na melhor das intenções, a gente começa um movimento. Mas a gente começa, muitas vezes, uma movimentação que só nos consome energia, um movimento que não nos move a lugar algum. Simplesmente porque não ouvimos a nossa voz, não refletimos qual horizonte será o nosso norte, nem sentimos nossos pés pisando o solo que está aqui e agora.

Então, respire!

Você não está numa corrida ou numa luta contra o tempo. Não! Faça do tempo seu aliado. Você não está atrasada. Você está no exato momento perfeito para saber o que você sabe e os recursos chegaram na hora em que você estava pronta para receber. Essa é a sua hora! Você nunca mais será tão jovem quanto é agora (isso vale se você tiver 17 ou 63 anos), nem nunca teve a consciência que você tem agora. E mais, você só tem o agora. Então, desfrute-o. Não encha seu agora com cobranças pelo que foi, nem com medo pelo que virá. Senão, seu agora vai virar uma ilusão, uma miragem.

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Pare, respire. Comece por um ponto. Um pequeno passo. Abra um pequeno espaço na sua agenda e comece a cuidar de você, que sejam 15 ou 20 minutos por dia. Comece a escrever um Diário da Gratidão. Esvazie a mente. Cante ou dance. Faça algo que eleve sua energia e bem estar. Com o tempo, esses 15 ou 20 minutos já serão sagrados. Você conseguirá abrir mais algum tempo, 1 hora quem sabe. Até que você consiga enxergar sua presença em todos os momentos e em todas as escolhas.

Eu sei, você tem fome de vida! Você quer preencher sua existência com tudo de belo que você almeja. Você quer sentir seus olhos brilhando e o coração batendo dentro do peito. E você quer isso agora! Mas se você não desacelerar, o que você vai sentir é só o coração batendo ansioso e a respiração curta e pouco profunda, enchendo seu peito de angústia – o contrário de tudo que você sonha.

Comece pelo seu “porquê”. Por que você quer realizar essa transformação profunda? Qual é o significado disso para você? Por que você quer levantar todos os dias de manhã? Qual é a diferença que você quer fazer? Qual é o seu lema de vida? E também aqui: respire! Comece pelos pequenos “porquês”, não se exija achar a revelação do suprassumo do universo. Podem ser coisas simples, como “eu quero ser colo e aconchego”, “eu quero inspirar as pessoas a serem elas mesmas”, “eu quero ser quem eu sou e me sentir presente na vida” ou alguma outra frase simples que espelhe o seu “porquê” nesse momento, como ele veio para você.

A partir desse “porquê” é que deve se assentar o restante. Dele é que vem o “como”. Como você vai expressar esse “porquê”, seu propósito, seu lema de vida. Depois vem “o quê”, o que você vai fazer, quando, de que maneira. A partir daí, você tem critérios mais sábios (da sua sabedoria interna) para tomar decisões, para comparar as propostas com os seus valores, para planejar ações, para traçar seu mapa e seguir a caminhada.

Enquanto essas bases não se clareiam, não existe super ferramenta de produtividade que aprume as coisas, nem guru que ilumine as ideias. Ah, mas também não espere “se conhecer completamente” antes de dar os primeiros passos. Muitas vezes o seu “porquê” vai se revelar para você no cotidiano, nos acontecimentos corriqueiros, em alguma frase que vai lhe parecer nova, na medida que você diz sim às coisas que lhe acendem. Clareie as bases e vá definindo os próximos passos, com calma e inteireza. Vá pra vida e esteja atent@!

O que acontece é que a gente sai à procura de algo que nem sabe o que é, nem sabe como, muito menos o porquê. Como você vai reconhecer a resposta, se nem sabe qual é a pergunta? Então, se asserene, acolha as perguntas, aprenda a amá-las. Comece procurando as respostas que vêm de dentro, observe seu movimento interno e comece a clarear as coisas. Procurar por respostas para aplacar a sua ansiedade, alimentando mais ansiedade… Bem, assim você só vai ter mais respostas desse mesmo nível. Se a gente quer soluções diferentes, precisa fazer diferente.

Deixe que flua, deixe ser fácil.

Muitas vezes basta que a gente faça um pequeno ajuste no nosso jeito de pensar, que a gente pare de resistir e controlar, que a gente pare de dificultar. E aí, as coisas fluem.

A gente é que complica. Então, a gente também pode simplificar, facilitar, permitir.

Respire, se escute, se acolha. Não se cobre tanto, viu? Você está fazendo um lindo caminho! Reconheça isso!

Post publicado no Portal Administradores por Juliana Garcia.

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