O trabalho e a felicidade

Trabalho, palavra que liga ao esforço que todos nós fazemos para ganhar o pão de cada, busca de conquistas materiais e garantir o futuro de nossa família.

Felicidade, algo que os cientistas e estudiosos até hoje estudam e não chegam a um ponto em comum em suas decisões. O que é felicidade para mim não pode ser para você! Felicidade depende do esperamos de nossas vidas e o quanto estamos dispostos a valorizar nossas conquistas, seja elas, de âmbito profissional ou pessoal.

O que mais vemos nas reportagens hoje em dia são pessoas que abandonam toda a sua formação para fazer algo que nunca passou por sua cabeça, e lá encontra sua verdadeira felicidade. Como encontrar lógica nesses acontecimentos? O que faz uma pessoa dedicar 05, 06 ou mais anos de sua vida em busca de uma profissão e de um momento para outro abandonar tudo e ser feliz?

Nesse artigo não quero ser o dono da razão e sim despertar em nós a curiosidade de conhecermos o nosso outro eu, aquele que muitas vezes não damos a oportunidade de se comunicar com o nosso cérebro. Aquele que no qual guarda a nossa verdadeira felicidade.

Quem nunca se pegou viajando mentalmente para um lugar onde nunca pensou em estar e volta para a realidade com a sensação que lá é seu lugar. Como diz os estudiosos de psicologia, a tarefa mais difícil do ser humano é se conectar com o seu verdadeiro eu, fazer isso requer muito controle da nossa mente e limpeza de pensamento para que os fluidos sejam verdadeiros e constantes para nos gerar imagem do mundo ideal para nós.

De outro lado, vivemos em um mundo da adaptabilidade, pessoas que conseguem ser feliz com a sua formação conquistando tudo que deseja, porque condicionou seu cérebro que realmente ali está sua felicidade.

Todos nós temos sonhos, objetivos a serem alcançados e esses podem ser conquistados se estivermos dispostos a aceitar mudanças, sem essa palavra não conseguiremos chegar a felicidade.

Aceitar de fato o que faz e fazer daquele momento o único, faz toda a diferença para você ser um profissional de sucesso e alcançar a verdadeira felicidade.
Todo trabalho pode te gerar felicidade desde que você esteja disposto a ser feliz ali e fazendo o que faz, não adianta fazer por fazer, estar por estar, tem que fazer a diferença para você e para as pessoas que o cercam.

Não faça pelo dinheiro, faça pela sua realização e verá o resultado financeiro que virá, as vezes pode não ser no seu tempo, mas com certeza virá.

Força sempre e rumo ao sucesso, faça as escolhas corretas e sinta o prazer de desfrutar uma mente sempre com bons fluidos e irradiando energia as pessoas que te cercam.

Post publicado no Portal Administradores por Gilberto Racorte.

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Como controlar as finanças neste fim de ano

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Quitar dívidas, presentear, curtir as festas e férias sem comprometer os recursos para as despesas típicas do início do ano – IPVA, IPTU, matrícula e material escolar – e ainda poupar é possível.

Para não extrapolar as despesas de fim de ano e garantir recursos para 2015

Evitar compras por impulso: os consumidores devem se fazer algumas perguntas antes de comprar – Estou comprando por necessidade real ou movido por outro sentimento, como carência ou baixa autoestima? Se não comprar isso hoje, o que acontecerá? Tenho dinheiro para comprar à vista? Se comprar a prazo, terei o valor das parcelas? O acúmulo de parcelas coloca em risco a realização dos sonhos que foram priorizados com a família?

Planejamento do fim de ano: liste os ganhos do período (renda e ganhos extras como 13°, bonificações e férias). Liste todas as despesas – fixas e variáveis. Avalie sua situação financeira. Há margem para novos gastos? Há pendências financeiras? Faça um esforço para identificar excessos, que geralmente representam 30% das despesas das famílias brasileiras. Avalie quanto poderá reservar para comprar presentes, artigos das festas de fim de ano, preferencialmente à vista. Evite a todo custo entrar no limite do cheque especial e pagar a parcela mínima do cartão de crédito. Reserve parte do décimo terceiro para as despesas do início do ano como IPVA, IPTU, matrícula e material escolar. Cuidado ao parcelar viagens. Pense: será que vale a pena passar dificuldades o ano todo por alguns dias de diversão? Será que uma viage m mais barata e dentro do orçamento não trará satisfação?

Planejamento financeiro de 2015: é fundamental evitar parcelamentos das compras de final do ano. Na empolgação do consumismo típico da época, esquece-se que os rendimentos extras, também típicos do período, não persistirão pelo ano seguinte. Porém, se o parcelamento for inevitável, faça uma planilha em que o valor já comprometido esteja previsto nos meses correspondentes. Sem esse controle, é certo o acúmulo de dívidas e o risco da inadimplência. É assim que inicia-se o ciclo de endividamento que afasta a realização daquilo que realmente traz satisfação e agrega valor à vida das pessoas. Por isso, reúna-se com a família para definir os desejos de curto (um anos), médio (até cinco anos) e longo (mais de 10 anos) prazos ou aqueles que se pretende em realizar em 2015 e incorpore o valor mensal necessário para a realização dos mesmos no orçamento mensal do próximo ano. Subtraia o valor desses sonhos da receita. O saldo restante é o orçamento para as demais despesas mensais.

Para economizar e poupar sempre

Pesquisar preço e comprar à vista: Pode parecer difícil, mas, se planejando dá para comprar à vista o que se objetiva. Lembrando que prestações também são formas de endividamentos, já que comprometerá recursos futuros. Além disto, quem pesquisa o melhor preço paga menos e aumenta a chance de comprar à vista e obter desconto.

Pedir desconto: Um grande problema do brasileiro é a vergonha na hora de negociar, assim, deixe isso de lado, não há erro nenhum em buscar o melhor preço. Se um produto custa mil reais e pode ser parcelado em 10 vezes de 100 reais, certamente à vista custará de 10% a 20% menos.

Reter 10% dos rendimentos: para começar a construir a independência financeira, deve-se guardar 10% do que ganha. Com o tempo, pode-se partir para um plano de previdência privada para complementar o INSS.

Para ficar livre das dívidas

Qualquer que seja a dívida, o consumidor deve investigar o que está levando ele a gastar mais do que ganha, somando dívidas que não consegue pagar e que roubam recursos que deveriam ser destinados para a realização de sonhos. Fazer acordos para pagamentos de dívidas sem antes saber qual é a real capacidade de pagamento, sem cortar excessos, sem ajustar o orçamento ao verdadeiro padrão de vida é um grande risco, além de uma medida paliativa que apenas adia a solução da causa do problema. Abaixo, algumas medidas para ajudar a quitar dívidas e reequilibrar as finanças.

Cheque especial – cheque especial é uma das mais altas taxas de juros praticadas no mundo. Procure o gerente da conta e proponha imediato cancelamento dessa linha de crédito, mesmo que esteja utilizando. Proponha troca por uma linha de crédito que não ultrapasse 3% de juros mensais. Caso esteja pagando 100 reais de juros ao mês, proponha um parcelamento do mesmo valor, com prazo alongado. Isto fará com que não tenha mais que pagar juros mensais de 10% – isso faz sua dívida dobrar a cada 7 meses. Caso o gerente não aceite, o melhor a fazer é poupar para uma futura negociação.

Cartão de crédito – busque negociação com operadora do cartão ou banco. Proponha um parcelamento com juros que não ultrapassem 3% ao mês, e que estas prestações caibam no orçamento financeiro mensal. Caso a operadora ou banco não aceitem, não faça acordos que não conseguirá cumprir. Mesmo que o nome seja negativado, guarde dinheiro mensalmente para uma futura negociação. Outra estratégia é buscar crédito com taxas mais baixas como, por exemplo, o crédito consignado. Mas atenção: não resolve trocar um credor por outro, é preciso resolver e atacar a verdadeira causa do desequilíbrio financeiro.

Financiamento de casa – Para a maioria dos brasileiros a compra da casa própria é um sonho que só é possível realizar adquirindo uma dívida – o financiamento imobiliário. Em boa parte dos casos, o que impede o pagamento das prestações da casa são os gastos supérfluos. Se está difícil pagar as prestações, o melhor a fazer, além de cortar excessos de gastos, é procurar a financiadora e propor um alongamento da dívida, adequando a prestação à real capacidade de pagamento. Caso não consiga a renegociação, estude a possibilidade de trocar esse imóvel por um de preço inferior.

Carro – um veículo não é investimento e, sim, um bem de consumo. A prestação em si nem sempre é o motivo da dificuldade de custear esse bem – embora ao final do financiamento a pessoa tenha pagado por dois veículos e levado apenas um. O verdadeiro problema está na manutenção do veículo, cujo custo mensal equivale, em média, a 3% do valor do carro. A manutenção de um veículo de 20 mil reais, por exemplo, tem um custo de aproximadamente 600 reais mensais – gasolina, seguro, licenciamento, IPVA, entre outros. Portanto, é importante analisar o custo-benefício da compra do veículo. Se tê-lo é uma necessidade e está difícil pagar é melhor rever o orçamento e tentar renegociar o prazo da dívida com prestações que realmente caibam no bolso, considerando todas as demais despesas já assumidas . Se a renegociação também não for possível, o melhor é buscar um advogado e providenciar a devolução do veículo.

Post publicado no Portal Administradores por Reinaldo Domingos.

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O que você faria diferente se soubesse que vai viver 100 anos ou mais?

Ilustração: Fernando Brum

Há no mundo cerca de 340 mil centenários. Em quatro décadas, o número deverá subir para 3,2 milhões (hoje, a média da expectativa de vida no mundo está em 74 anos). E isso será só o começo.

Segundo o economista Ronald D. Lee, professor da Universidade da Califórnia, em Berkeley, e um dos demógrafos mais respeitados do mundo, estamos acrescentando 2,5 anos por década à nossa expectativa de vida. Ou seja, a cada hora, ganhamos 15 minutos.

Estudos mostram que, ao decorrer de sua vida, uma pessoa passa em média 18 mil horas na escola, ou 11 anos. O nível de retenção de tudo o que aprendemos nesses 11 anos na escola é de menos de 7%.

Quer dizer que, para nos mantermos atualizados e competitivos e termos dinheiro para pagar nossas contas até os 100 anos, vamos ter que trabalhar muito mais.

E podem esquecer aquela aposentadoria aos 60 ou 65 anos, e continuar estudando. Não para aprender a escrever, somar e diminuir, ou história e geografia. Mas para superar desafios aparentemente impossíveis.

Para isso, vamos ter que nos formar na “escola da vida”, onde só receberemos o diploma quando o juiz apitar o final da partida da vida e colocar a bola de baixo do braço.

Até que isso aconteça, temos a obrigação de suar a camisa, correr atrás da bola, driblar o time adversário e tentar marcar gols, sem dar explicações sobre por que não deu certo. Vamos errar tentando, e nunca desistiremos antes de chutar para o gol. Nem vamos nos arrepender, aos 45 minutos do segundo tempo, dos gols que deixamos de marcar em nossas vidas.

Post publicado no Portal Administradores por Ricardo Bellino.

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Crise e oportunidade

Quando nos deparamos com uma nova situação, aparentemente insuperável, ou de difícil superação, logo nos vem à mente que entramos numa crise. Seja no amor, no trabalho, nas nossas amizades, com nossos filhos… a crise quando chega, nos dá medo, paralisação. Por vezes nos faltam forças para seguir adiante. Mas e se ao invés de crise, enxergarmos uma oportunidade ?

Muitas pessoas não gostam de mudanças, resistem a conhecer o novo, ou a fazer algo novo por sua livre e espontânea vontade.

Outras seguem em frente e muitas vezes dão a cara a tapa, sem planejamento nenhum, sem medir as consequências, somente pelo impulso do novo.

Mas o mais interessante é que o ser humano é muito adaptável, ele tem uma capacidade de se adaptar surpreendente. Isto me lembra um pouco a parábola do monge que passou por uma família e eles reclamaram que moravam numa casa muito pequena e apertada e que não conseguiam mais conviver num espaço tão restrito. O monge sugeriu então que trouxessem a cabra que possuíam para dentro de casa, o que causo um espanto geral, pois se a casa já era pequena para seus habitantes, como seria com uma cabra a mais ?

A família obedeceu o monge, e em sua próxima visita, ele perguntou como estavam todos, recebendo de imediato a resposta de que estava mais insuportável ainda o convívio na casa, agora que também tinham que conviver com uma cabra. E então o monge sugeriu que tirassem a cabra de dentro de casa.

Em sua terceira visita, o monge perguntou como estavam todos, e não foi surpresa pra ele constatar que todos estavam muito felizes, a cabra não estava mais dentro de casa e a casa agora não parecia mais tão apertada como eles imaginavam.

Esta parábola ilustra bem como somos adaptáveis, como tudo é uma questão de ponto de vista. E eu acrescentaria ainda a reflexão de que o que está ruim ainda pode piorar – bem como, o que está bom também pode melhorar.

Por isso me ocorre que são nos momentos de maior crise que descobrimos nossas forças, que procuramos novas alternativas, novos caminhos para enfrentarmos a situação – e aí sim, transformamos a crise em oportunidade.

Quais os ganhos que tive com esta nova vida, com esta nova situação ? Pode ser um emprego novo, um novo amigo, ou um parente que se foi, ou um emprego que se perdeu…enfim, o que aprendi com esta nova situação ? Que forças eu descobri em mim que eu nem mesmo sabia que tinha ?

Estas são perguntas normais e frequentes quando enxergamos na crise novas oportunidades. Boa crise pra você !

Post publicado no Portal Administradores por Patricia Camargo.

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