E se você fosse o outro?

E se você fosse o outro?

empatia emocional

Segundo o dicionário Aulete Digital empatia é “nas inter-relações pessoais e sociais, capacidade de alguém de se ver como os outros o veem, de ver outrem como os outros o veem e também como ele mesmo se vê”, ou seja, a capacidade psicológica para sentir o que sentiria outra pessoa caso estivesse na mesma situação vivenciada por ela.

É o colocar-se no lugar do outro.

Penso também que a função primordial para estarmos neste planeta é justamente para aprendermos a conviver uns com os outros, afinal não é possível amar a nós mesmos ou a Deus sem amar o próximo.

Este amar deve ser entendido como a capacidade profunda de compreender as atitudes dos outros, mesmo que com ela não concordemos.

E as dificuldades de relacionamento se avultam justamente nas situações mais íntimas ou de grande ligação: nos relacionamentos afetivos (namoro, casamento, união estável, etc.), familiares (pais, filhos, irmãos, etc.); e também naqueles que passamos grande parte de nosso tempo útil: trabalho, igrejas, movimentos sociais, etc.

A maneira mais direta de avaliar a capacidade de relacionamento de uma pessoa com o grupo é ver o nível de reclamação que ela tem dos demais. Quanto mais reclama, mais dificuldade tem de conviver, e, portanto, de aprender com o fato.

Sim, porque as pessoas difíceis são para nosso aprendizado, até mesmo porque certamente somos as pessoas difíceis e complicadas para os outros também.

Como se trata de aprendizado logo é uma oportunidade de crescimento, portanto, um benefício pelo qual temos que ter a necessidade de gratidão por isso.

Mas juntando todos estes ingredientes: relacionamentos, dificuldades e a gratidão, exercitar a empatia é quase que obrigatório, pois devemos tentar compreender de uma forma racional os sentimentos e emoções que levam às atitudes do outro.

Infelizmente uma grande parcela de nós ainda tem a oferecer somente cobrança, intolerância e uma exigência absurda por perfeccionismo (do outro, claro!).

Portanto, gostaria de deixar algumas reflexões a este respeito:

  • Se você estivesse no lugar de seu marido ou esposa, você é o cônjuge que desejaria que ele fosse para você?
  • Você que é empregado, coloque-se no lugar de teu patrão e pergunte-se se você é o empregado que gostaria de ter?
  • Ou você que está na função de patrão: se fosse empregado, você é o chefe que gostaria de obedecer e seguir?
  • Se você é líder em uma igreja ou organização religiosa: você consegue transmitir a vivência e consegue realizar o trabalho que gostaria de seguir?
  • Se você é esta espécie de trabalhador em organização religiosa, você é o companheiro que todo líder gostaria de ter no grupo? Ou seja, você gostaria de se liderar?

São questões singelas e de fácil análise, mas gostaria que pensasse seriamente se você consegue doar-se e realizar na mesma proporção com que tem feito cobranças, se é que você as faz.

 

Post publicado no blog Pensamentos, ideias e ideaispelo Elder Cardoso.

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