Lemann figura entre os 50 mais ricos do mundo

Sergio Lima/FolhaPress/Veja

Jorge Paulo Lemann

Jorge Paulo Lemann: segundo a Forbes, brasileiro é o 34ª homem mais rico do mundo

São Paulo – Jorge Paulo Lemann é o único brasileiro a aparecer na lista dos 50 mais ricos do mundo da revista Forbes. Lemann aparece na 34ª posição, com fortuna estimada em US$ 19,7 bilhões. Também na lista, que inclui 1.645 bilionários, aparecem os nomes de mais 64 brasileiros, com destaque para Joseph Safra, em 55º lugar, e Marcel Herrmann Telles, em 119º.

Bill Gates, com fortuna de US$ 76 bilhões, voltou a liderar o ranking da Forbes no lugar do mexicano Carlos Slim, que liderou a lista nos últimos quatro anos e agora aparece em segundo lugar, com US$ 72 bilhões.

Em seguida, aparecem o empresário espanhol Amancio Ortega, com US$ 64 bilhões, o megainvestidor norte-americano Warren Buffet, com US$ 58,2 bilhões, e o também norte-americano e fundador da Oracle, Larry Ellison, com US$ 48 bilhões.

O fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, foi, de acordo com o ranking da Forbes, o bilionário que mais faturou em dólar no ano passado, cuja fortuna saltou de US$ 15,2 bilhões para US$ 28,5 bilhões, após o IPO da rede social. Zuckerberg aparece em 21º lugar.

Juntos, os 1.645 bilionários da lista da Forbes somam fortuna de US$ 6,4 trilhões, valor superior aos US$ 5,4 trilhões somados em 2012. No total, existem 172 mulheres entre os mais ricos do mundo ante 138 registradas um ano antes.

 

Post publicado no Exame.com pelo Marcelle Gutierrez.

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NÃO LIGUE O AR CONDICIONADO DO CARRO ATÉ PRESTAR ATENÇÃO NISSO…

Isso é para todos lerem e compartilharem… pode salvar uma vida.

É muito interessante! O manual do meu carro diz para abaixar as janelas para que todo o ar quente saia antes de ligar o ar condicionado. POR QUE?

Não é de admirar que tem mais gente morrendo de câncer do que nunca. Queria saber de onde isso vem, mas aqui está um exemplo que explica muito dos incidentes que têm causado câncer.

Muitas pessoas estão nos seus carros a começar pela manhã, e por último a noite, 7 dias por semana.

Ler isso me faz sentir culpado e doente. Por favor passe essa informação para quantas pessoas for possível. Nunca é tarde demais para fazer algumas mudanças!

Por favor, NÃO ligue o ar condicionado assim que entrar no carro.

Abra as janelas ao entrar no carro e depois de alguns minutos, LIGUE o ar condicionado.

Aqui está o motivo: de acordo com pesquisas, o painel do carro, os assentos, dutos do ar condicionado, na verdade todos os objetos de plástico em seu veículo emitem Benzeno, uma toxina que causa câncer. Uma substância MUITO cancerígena. Separe um tempo para observar o cheiro de plástico aquecido em seu carro quando você abri-lo, e antes de ligar o motor.

Além de causar câncer, Benzeno intoxica os ossos, causa anemia e reduz as células brancas do sangue. Uma exposição prolongada pode causar leucemia e aumenta o risco de alguns tipos de câncer. Ele também pode causar aborto em mulheres grávidas.

O nível “aceitável” de Benzeno em lugares fechados é de 50mg por pé quadrado (144 polegadas quadradas, medida utilizada nos estados unidos).

Um carro estacionado em lugar fechado, com as janelas fechadas, irá conter de 400 a 800 mg de Benzeno – 8 vezes mais que o aceitável.

Se estacionado em lugares abertos ao Sol, numa temperatura de 16˚C (converti, o texto dizia 60˚F), o nível de benzeno vai para 2000 a 4000 mg, 40 vezes a mais que o aceitável.

Quem entra no carro mantendo as janelas fechadas, vai inalar quantidades excessivas de toxina Benzeno.

O Benzeno é uma toxina que afeta seus rins e fígado. E o pior, é extremamente difícil para o seu corpo para expulsar esse material tóxico.

Então amigos, por favor abram as janelas e portas do seu carro, dê um tempo para arejar o interior (dissipar o conteúdo mortal) antes de entrar no veículo.

Pensei: “Quando alguém compartilha algo de valor com você e você se beneficia com isso, você tem a obrigação moral de compartilhar com os outros.”

fonte:https://www.facebook.com/GarneroAlvaro

via http://www.donadecasaperfeita.com/author/vanessa/

 

Post publicado no blog jornaldapukka pela Pukka.

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O desafio de compreender as pessoas e seu potencial

Shutterstock
 

Entender e usufruir de nosso potencial são duas ações bastante difíceis, especialmente porque dependem de um grau de autoconhecimento elevado, bem como de um norte (princípios e valores) muito claro. O exercício de diagnosticar perfis, portanto, requer cuidados, ainda que seja válido como oportunidade de reflexão.

Assim, minha intenção neste texto não é generalizar, nem tampouco rotular ninguém, mas apenas discutir de forma mais profunda o comportamento humano diante do eterno conflito entre desejos, necessidades, expectativas e pressões sociais. Em uma rápida conversa com um mentor, identificamos dois grupos de pessoas, a saber:

Pessoa “IA”

Aquele tipo que costuma ficar preso no passado e costuma falar coisas tipo: “Na sua idade, eu corria 10km em 40 minutos” ou “Eu fazia cada coisa legal antes de trabalhar nesta empresa”. Trata-se de um sujeito predominantemente defensivo, desconfiado da capacidade dos demais, especialmente se um dia ele já foi bom no tema em discussão. Acaba que fica sempre difícil executar tarefas ao seu lado.

Esse perfil geralmente comemora pouco as vitórias dos demais por sustentar um desejo de ter sido mais disciplinado e persistente nas suas tarefas de excelência do passado. A sensação que tenho é que dói saber que há capacidade (a realização passada prova isso), mas pouca motivação.

Pessoa “SE”

Aquele tipo que depende de algum evento (ação, pessoa, aprovação etc.) para se mexer. É um sujeito que justifica a inércia com um acontecimento. Suas falas costumam ser “Se eu não tivesse me casado tão cedo, teria aberto meu próprio negócio” ou “Quando eu finalmente conseguir ganhar mais, vou começar a guardar dinheiro” e por ai vai. Ou diz “Sim” pra tudo, ou o contrário. O equilíbrio sempre depende de algo “fora de seu controle”.

Esse perfil vive ancorado em expectativas dos outros, o que gera angústia e ansiedade, ainda que não aceite (ou até mesmo refute!) essa realidade. Tratam a falta de ação na exploração do próprio potencial como produto do sistema, tendendo sempre a criar desculpas e justificativas para metas não alcançadas. São vítimas da vitimização, que por sua vez é parte da cultura predominante no modelo de inclusão pelo consumo.

Qual seria o perfil ideal?

Que tal aquele tipo que responde aos seus desejos e/ou problemas com otimismo, ações e atitudes? Ele diz “Sim” para o que precisa ser feito e sabe definir e respeitar prioridades, ainda que isso cause certo desconforto – temporário, é preciso frisar – a si mesmo e aos mais próximos.

O ponto chave é que a pessoa “OK” é capaz de dizer “Não” com a mesma personalidade e diligência com que diz “Sim”, o que é essencial para manter em dia o senso de urgência e, consequentemente, a lista de afazeres e responsabilidades do dia a dia. Costumam ser bons ouvintes, porque afinal gostam de serem ouvidos. Além disso, lidar com pessoas não é visto como uma tarefa, mas como parte do processo.

Ora, todos temos momentos e decisões tomadas com base nesse “perfil ideal”, mas agir assim o tempo soa um pouco artificial demais, não é mesmo?

Generalizações merecem cuidado!

O ser humano perfeito, direto dos livros de autoajuda, não parece factível. Mas deve ser perseguido se quisermos ir mais longe, creio eu – e viver majoritariamente, e inflexível, como “IA” ou “SE”, bem, não vai ser muito útil.

Os perfis apresentados aqui podem se misturar e aparecer em maior e menor grau em todos nós. Não tenho nenhuma pretensão de batizar tais “descobertas”, mas como venho enfrentando certa dificuldade com os grupos “IA” e “SE” em meu dia a dia como empresário, achei por bem abrir a discussão para aprender mais e melhor sobre o tema.

Você já vivenciou alguma dessas situações? Outros perfis, derivados ou não, devem constar de uma avaliação que envolva principalmente comportamento e atitude diante de desafios? Gostaria de sua opinião para aprimorar a conversa. Obrigado e até a próxima.

 

Post publicado no Portal Administradores pelo Conrado Navarro.

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