Ninguém pode roubar seu futuro

Muitas vezes, a felicidade incomoda os tristes. O sucesso incomoda os que lutam sem resultados. Os que amam, incomodam os que se decepcionaram e os que sonham incomodam os que perderam a esperança.

Se você é parte do grupo que está incomodando, não se abata com as críticas. Desfrute de suas conquistas!

Se você é parte do grupo que fica incomodado, saiba que você também nasceu para viver muitos momentos felizes, nasceu para vencer, para amar e sonhar.

Suas decepções podem ter lhe tirado a alegria por algum momento, mas elas não têm, a menos que você permita, o poder de roubar o seu futuro. Ainda há muita água para correr e sempre é tempo de recomeçar.

 

Post publicado no blog Geração de Valor pelo Flávio Augusto.

Deixe o seu comentário aqui embaixo!

Falta de foco é um dos problemas mais comuns no trabalho

A busca por criar e formar uma equipe de vendas de sucesso tem nos treinamentos em técnica de vendas um de seus pilares, “porém, nos dias de hoje sofremos uma necessidade de algo a mais. Falta uma mudança de atitude, falta foco” comenta Sergio Ricardo Rocha, que trabalha como coach, consultor empresarial e palestrante.

Seja no comportamento individual ou seja como um todo, falta atitude de ser e não só querer ser. E, para isso, uma imensa coragem é requerida. As técnicas de vendas devem ser acompanhadas de técnicas comportamentais.

Prova disso são as mudanças que os estudos sobre o Coeficiente Emocional (Q.E.) e a Inteligência Emocional fizeram. Perceber a origem e a importância de nossas emoções e comportamentos é algo inspirador. Não é mais “Ah, a equipe comercial cuida das técnicas de vendas e o pessoal do RH cuida das comportamentais”.

O novo livro “Foco” do psicólogo americano Daniel Goleman destaca a existência de três tipos de focos: o foco interno (sobre nossas ações), o foco externo (sobre as situações) e o foco no outro (sobre as ações daqueles ao nosso redor), ressaltando que todos os três são importantíssimos.

Goleman afirma que, nos dias de hoje, devido à vivência intensa com as máquinas e redes sociais, nosso foco é perdido, pois nos distraímos muito fácil, não sabendo onde manter a nossa atenção.

O que isso significa? Significa que a empresa não deve mais se preocupar apenas com técnicas de vendas ou comportamentais, mas sim treinar seus funcionários sobre concentração e como manter o foco.

O cérebro, segundo o psicólogo, é incapaz de focar em duas coisas ao mesmo tempo – ou seja a crença de que podermos realizar várias tarefas ao mesmo tempo é errônea. O cérebro apenas consegue mudar o foco rapidamente. Para isso são sugeridos exercícios que estimulem a concentração – a disponibilização de espaços para auxiliar a produtividade com áreas de relaxamento é um exepmlo.

Goleman ainda sugere um tempo em nosso dia a dia para relaxarmos. Segundo ele, algumas horas de sua manhã são usadas para relaxar e meditar, assim, fortalecendo a concentração.

“Um dos maiores obstáculos para os empreendedores, empresários e vendedores é o comportamento de fazer muitas coisas ao mesmo tempo e não terminar as tarefas”, ressalta Rocha.

 

Post publicado no Portal Administradores pela Redação.

Deixe o seu comentário aqui embaixo!

Pequenos negócios: falta o Administrador profissional

Um dos mais respeitados estudiosos brasileiros da Ciência da Administração, Alberto Chiavenato, autor de diversas obras sobre o assunto e conselheiro do Conselho Federal de Administração (CFA), define negócio como “um esforço organizado por determinadas pessoas para produzir bens e serviços, a fim de vendê-los em um determinado mercado e alcançar recompensa financeira pelo seu esforço”.
Este empenho organizado de produção é praticado por milhões de brasileiros que formam um universo empresarial poderoso. Entre 1985 e 2005, Departamento Nacional de Registro do Comércio (DNRC) contabilizou exatas 8.915.890 empresas formalmente instaladas no Brasil. Projetando este número para a atualidade, o resultado é muito superior: em 2012 foram registradas 538.685 novas empresas. A esse portentoso universo empresarial devem ser computados, até dezembro de 2013, mais 3.659.781 microempreendedores individuais (MEIs) – figura jurídica criada pela Lei Complementar nº 128, de 19/12/2008, para pessoas que trabalham por conta própria e que se legaliza como microempresário – segundo balanço da Previdência Social.

Para se avaliar melhor este universo é preciso saber que cerca de 99% desses negócios, enquadradas como micro e pequenas empresas, são responsáveis por 20% do Produto Interno Bruto (PIB), equivalente a R$700 bilhões, além de gerar 56,4 milhões de empregos, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O segmento tem crescido de forma consistente, demonstra vitalidade, grande capacidade de produção, flexibilidade para se adaptar ao mercado, rapidez na instalação e se adaptam rapidamente às circunstâncias. Mas revela algumas fragilidades — a principal delas, o padrão de gestão do negócio, que nem sempre segue uma linha profissional. E os pequenos pagam caro por isso, especialmente em setores mais competitivos, onde é comum assistirmos a grandes fracassos por falta de uma gestão adequada.

Ao planejar seu negócio o empreendedor muitas vezes incorre em erros primários – falta de planejamento, desconhecimento do mercado, subestimar o investimento inicial, não ter um foco definido, dificuldade em lidar com riscos, descontrole do fluxo de caixa, falta ou inadequada divulgação do negócio, superestimar o volume de vendas, escolher erroneamente sócios e parceiros – e quando fracassa, tende a colocar a responsabilidade na excessiva carga tributária do governo, burocracia do serviço público, inflação, saturação do mercado, concorrência, juros altos, sazonalidade, setor em estagnação ou retração. É claro que fatores externos ao negócio podem ser críticos, mas a principal causa de falência está relacionada muito mais à inadequada administração.

Estudo do IBGE divulgado em 2010 revela que de cada cem empresas abertas no Brasil, 76 encerram suas atividades em um ano de funcionamento, 61 em dois anos, e quase a metade (48) encerram suas atividades no terceiro ano de funcionamento. A maioria das empresas que abriram ou fecharam suas portas em um ano são de micro e pequeno portes. O estudo conclui que há “uma relação direta entre o porte das empresas e a taxa de sobrevivência”, ou seja, quanto menor o empreendimento maior a possibilidade de fracasso.

A função do Administrador torna-se mais decisiva diante das deficiências gerenciais e administrativas. É preciso sensibilizar o setor sobre a importância de uma administração profissional e uma das formas de se fazer isto, por exemplo, é criando assessorias que visem a grupos de pequenas empresas. Insistimos na tese de que apenas uma nova cultura empresarial neste segmento será capaz de motivar o empreendedor a incluir em seu negócio, desde o início, a participação do profissional da Administração, contribuindo para uma vida longa e garantindo o sucesso do empreendimento. Ao agregar aptidões gerenciais específicas em sua formação, o Administrador é o diferencial necessário para incrementar o desempenho dos negócios de pequeno porte e contribuir de forma decisiva para a redução do índice de fracasso desses empreendimentos. E o mercado de trabalho neste segmento torna-se muito mais do que promissor.

 

Adm. Sebastião Luiz de Mello
Presidente do CFA

 

Post publicado no Portal Administradores pelo Sebastião Luiz.

Deixe o seu comentário aqui embaixo!