O que você quer fazer daqui a 5 anos? Suas atitudes atuais o levarão até lá?

As pessoas sempre se pegam pensando no futuro, desejando, esperando, implorando ou até mesmo orando para que tudo aconteça como programado, mas programação essa que geralmente é realizada apenas mentalmente, sem projeto e até mesmo pior, sem atitudes.

Lembro de minha primeira entrevista de emprego quando o recrutador me perguntou onde eu desejava estar daqui a 5 anos, fiquei uns 2 minutos pensando em qual resposta clichê o cara gostaria de receber, já que nesses momentos parece que a única coisa que importa é agradar, mesmo que distorça um pouco a realidade dos fatos.

Mas o que eu realmente quero está fazendo daqui a 5 anos?

Sinceramente ainda estou tentando responder essa pergunta, sabemos que tudo é mutável e com o decorrer do tempo nossas prioridades básicas aumentam e nossas carreiras tomam rumos que as vezes nos afastam de tentar descobrir “Qual seu talento?”.

Ou até mesmo a coisa fica mais grave quando temos o objetivo e o otimismo, mas falta o essencial, a atitude. Não adianta ter o caminho se tem preguiça de andar, em muitas ocasiões temos profissionais super talentosos que que preferem ficar sob o anonimato do conformismo disfarçado quando poderiam ser grandes empreendedores.

Diante de situações como essas podemos chegar numa simples conclusão, é até tolerável que não tenhamos uma resposta para primeira pergunta e falar a campeã das mencionadas em entrevistas de emprego, mas não podemos esquecer que a chave do mistério encontra-se na resposta na segunda.

Suas atitudes atuais o levarão até lá?

Por Celso Pereira Silva

 

Post publicado no Portal Administradores pela Daniele Paulino.

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Especial Startups: eles conseguiram

Editoria de Arte/ Administradores.com/ Revista Administradores
“Empreender não é fácil. Criar uma startup não significa ter uma ideia. É provar a si mesmo com números, um dia de cada vez, que a estratégia de hoje está convertendo mais vendas”
 

Foi promovida a propaganda de que empreender é fácil e que é uma alternativa tranquila ao emprego fixo. Isso gerou uma onda motivacional onde aspirantes a empreendedores pagavam para ouvir o que gostariam de ouvir. Afinal, basta ter uma boa ideia e conseguir o investimento, que os resultados virão, certo? Longe disso.

“Empreender não é fácil. Criar uma startup não significa ter uma ideia, juntar um time, pagar R$ 15 mil por um MVP feito em 10 dias e procurar investimento. É provar a si mesmo com números, um dia de cada vez, que a estratégia de hoje está convertendo mais vendas que as anteriores, e os custos não estão crescendo na mesma proporção”, afirma Yuri Gitahy, presidente da Aceleradora e investidor.

No especial da Revista Administradores “2014: o ano da sua Startup” fomos atrás desses empreendedores que suaram a camisa, correram atrás e, hoje, além de continuarem com muito trabalho, colhem os frutos de se aventurarem em uma startup. Veja as entrevistas feitas com o Thalis, Marcelo, Vivian, Mariana e o Eduardo.

Veja abaixo todas as matérias do especial: 

 

 

 

 

Post publicado no Portal Administradores pelo Eber Freitas e Fábio Bandeira de Mello.

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