Afinal, o que é que você quer?

Afinal, o que é que você quer?

Alguém pode, por mera casualidade, conquistar algum sucesso uma vez. Será muito pouco provável que consiga numa segunda oportunidade. Mas ser bem sucedido novamente por casualidade, pela terceira, quarta ou quinta vez, será uma raríssima exceção.

Agora, quando os resultados positivos são conquistados com consistência por vários anos, não será uma coincidência que tenha sido a um custo de muito trabalho, de uma mentalidade empreendedora, visão diferenciada, forte liderança, além de uma capacidade para escolher e formar uma boa equipe de competentes executivos.

Não há atalhos e nem fórmulas mágicas. Por isso, quem já conhece o caminho realizará com êxito seus novos projetos quantas vezes desejar. Sendo assim, a mais importante lição do GV é que o sucesso é uma ciência exata que todos podem aprender. É claro que nem todos serão milionários, mas todos, sem exceção, podem aprender o caminho do êxito, progredir financeiramente e ganhar a segurança necessária para construir o seu projeto de vida de forma digna.

Os capítulos desse aprendizado não são difíceis, mas exigem uma profunda mudança na forma de pensar, no comportamento e no referencial de dedicação necessária para transformar ideias em realidade. Essa mudança é fundamental, porque, afinal, dentro da sociedade em que vivemos e de todo sistema de ensino que frenquentamos, desde o ensino fundamental até a universidade, em meio ao amontoado de informações, muitas sem propósito, a mentalidade transmitida nas entrelinhas filosóficas deste sistema, infelizmente, quase sempre é o oposto da mentalidade que precisa ser desenvolvida para sair do fluxo com destaque.

Costumo dizer que destacar-se da multidão chega a ser fácil ou então é impossível. Fácil porque as mudanças necessárias são simples, porém trabalhosas e exigem coragem. Mas também considero impossível, porque infelizmente poucos se dispõem a promover essas mudanças em suas vidas. Raros são os dispostos a quebrar paradigmas, a sair da zona de conforto – que de confortável não tem nada – e a correr alguns riscos. Claro, nada maior do que o risco de não mudar nada em seu comportamento, continuar a seguir o fluxo e, por isso, passar toda uma vida estagnado.

Se o sucesso não é uma casualidade e é possível aprender como conquistá-lo, por que vagar por sua existência à margem de melhores resultados?

Afinal, você está por aqui para construir seus projetos ou apenas para dar um “rolezinho”? Decida. O que você veio fazer por aqui?

 

Post publicado no blog Geração de Valor pelo Flávio Augusto.

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