Um pedaço de nós começa a morrer quando…

1 – Paramos de sonhar

2 – Perdemos a vontade de recomeçar

3 – Permitimos que frustrações alterem nossa ousadia

4 – Não acreditamos mais nas pessoas porque alguém nos decepcionou

5 – Reclamações tomam o lugar da gratidão

6 – Esquecemos que somos autores e passamos a nos comportar como vítimas

7 – Acordar de manhã se torna mais difícil do que vencer a insônia

8 – Somos mais atraídos pelo passado do que pelo futuro

9 – Acreditamos que estamos aqui por acaso

10 – A consciência fica cauterizada e nos tornamos insensíveis aos valores que um dia fizeram todo sentido

Um pedaço de nós revive quando tomamos a decisão de viver, de sairmos de cima da cama, de olharmos para a frente, de perdoarmos, de perdoarmos a nós mesmos, quando paramos de olhar para o próprio umbigo e descobrimos que somos úteis e capazes de fazer a diferença.

Não é necessário ser enterrado para morrer, mas é fundamental tomarmos uma decisão de lutarmos por um ideal a fim de vivermos de verdade.

Eu acredito em você e por isso estou aqui todos os dias.

 

Post publicado no blog Geração de Valor pelo Flávio Augusto.

Deixe o seu comentário aqui embaixo!

Um vídeo para inspirar você

Eu fiquei absolutamente emocionado quando assisti a este vídeo. Ele é uma aula de mentalidade GV na veia e nos desafia a sairmos de nossa autopiedade para explorarmos o nosso potencial e construirmos uma história absolutamente fantástica sobre o lixo. Seja um lixo literal, o lixo emocional, o lixo social ou o lixo familiar. Seja qual for o tipo de lixo em que sua vida possa estar sustentada neste momento, eu desafio você a usar este lixo para escrever um linda história que poderá inspirar a muitos.

Você pode muito mais do que imagina!

Vídeo publicado no You Tube e compartilhado no blog Geração de Valor pelo Flávio Augusto.

Compartilhe esse vídeo, para que inspire pessoas assim como eu, você e ajude acreditar

mais no seu potencial e não ficar reclamando das dificuldades.

Faça de um limão, uma bela limonada.

Deixe o seu comentário aqui embaixo!

Florescendo no deserto

Na hora de empreender, não espere ajuda dos bancos. A missão deles é gerar lucro para os seus acionistas. Se você não apresenta potencial econômico, logo representará um risco para eles. Na hora de empreender, não espere ajuda de governos. Eles querem ganhar votos e popularidade da opinião pública. Se você não apresenta potencial econômico, representará para eles nada mais do que um a mais na multidão.

O seu grande desafio é, no início da vida, romper as enormes barreiras sociais para apresentar pequenos resultados que representarão para eles, bancos e governos, bons indícios de que você é uma pessoa competente. Com esses resultados nas mãos, você se destacará da multidão e será disputado pelos bancos, investidores e até governos.

A propósito, quem são os investidores? Qualquer pessoa, pequena ou grande, física ou jurídica, disposta a apostar em seu projeto. Pode ser um fundo de investimentos, mas também pode ser o seu vizinho, primo ou amigo, dispostos a venderem seu carro, bicicleta ou periquito, na expectativa de gerarem os lucros que o seu projeto promete.

Sempre foi assim, é e sempre será. Não se iluda e crie caminhos. Não fique se lamentando e se convencendo de que não tem QI, que não tem capital ou se convencendo de que só chega lá quem tem favorecimento. Uma parcela muito importante dos empreendedores de sucesso saiu do zero como você.

Lembre-se de que ninguém investe em ideias. Investidores investem em pessoas. Que tipo de pessoas? Aquelas que já são capazes de mostrar um pequeno resultado. Pessoas que comprovaram com resultados que são competentes e criativas a fim de florescer no meio do deserto.

Fácil? Não. Para muitos é o suficiente para buscar um caminho aparentemente mais fácil.

Possível? Sim. Para um empreendedor decidido a mudar de vida é o suficiente para jamais desistir.

 

Post publicado no blog Geração de Valor pelo Flávio Augusto.

Deixe o seu comentário aqui embaixo!

Afinal, o que é que você quer?

Alguém pode, por mera casualidade, conquistar algum sucesso uma vez. Será muito pouco provável que consiga numa segunda oportunidade. Mas ser bem sucedido novamente por casualidade, pela terceira, quarta ou quinta vez, será uma raríssima exceção.

Agora, quando os resultados positivos são conquistados com consistência por vários anos, não será uma coincidência que tenha sido a um custo de muito trabalho, de uma mentalidade empreendedora, visão diferenciada, forte liderança, além de uma capacidade para escolher e formar uma boa equipe de competentes executivos.

Não há atalhos e nem fórmulas mágicas. Por isso, quem já conhece o caminho realizará com êxito seus novos projetos quantas vezes desejar. Sendo assim, a mais importante lição do GV é que o sucesso é uma ciência exata que todos podem aprender. É claro que nem todos serão milionários, mas todos, sem exceção, podem aprender o caminho do êxito, progredir financeiramente e ganhar a segurança necessária para construir o seu projeto de vida de forma digna.

Os capítulos desse aprendizado não são difíceis, mas exigem uma profunda mudança na forma de pensar, no comportamento e no referencial de dedicação necessária para transformar ideias em realidade. Essa mudança é fundamental, porque, afinal, dentro da sociedade em que vivemos e de todo sistema de ensino que frenquentamos, desde o ensino fundamental até a universidade, em meio ao amontoado de informações, muitas sem propósito, a mentalidade transmitida nas entrelinhas filosóficas deste sistema, infelizmente, quase sempre é o oposto da mentalidade que precisa ser desenvolvida para sair do fluxo com destaque.

Costumo dizer que destacar-se da multidão chega a ser fácil ou então é impossível. Fácil porque as mudanças necessárias são simples, porém trabalhosas e exigem coragem. Mas também considero impossível, porque infelizmente poucos se dispõem a promover essas mudanças em suas vidas. Raros são os dispostos a quebrar paradigmas, a sair da zona de conforto – que de confortável não tem nada – e a correr alguns riscos. Claro, nada maior do que o risco de não mudar nada em seu comportamento, continuar a seguir o fluxo e, por isso, passar toda uma vida estagnado.

Se o sucesso não é uma casualidade e é possível aprender como conquistá-lo, por que vagar por sua existência à margem de melhores resultados?

Afinal, você está por aqui para construir seus projetos ou apenas para dar um “rolezinho”? Decida. O que você veio fazer por aqui?

 

Post publicado no blog Geração de Valor pelo Flávio Augusto.

Deixe o seu comentário aqui embaixo!