Ser bom não é ser bonzinho

Ser bom não é ser bonzinho

O capital intelectual tem sido muito comentando nesse mundo tão competitivo e tecnológico e, aqueles que tiverem esse talento, mais rápido alcançarão os melhores cargos em grandes corporações. Nesse meio, alguns profissionais acham que para conseguir algum destaque dentro de uma empresa, é preciso bajular, puxar saco de superiores, ser fofoqueiro etc.

Às vezes, o excesso de bondade não leva o profissional a lugar nenhum. Ainda é muito comum os profissionais que não sabem dizer ‘NÃO’ para os colegas de trabalho e sempre fazem tudo para todos. É o famoso ‘bonzinho’ que não nega nada para ninguém.

Manter a imagem de funcionário bonzinho exige chegar sempre na hora certa no trabalho, nunca faltar, estar sempre prolongando sua jornada de trabalho, mas a verdade é que essa imagem não é garantia de sucesso para ninguém. O profissional ‘bonzinho’ nunca diz nada, não reclama de nada e sempre ajuda todo mundo.

Em geral o profissional ‘bonzinho’:

– É ouvinte e não dá palpites;
– Sempre concorda com tudo;
– Para não causar discórdia nunca desafia ninguém;
– Não gosta de aparecer.

O funcionário bonzinho é sempre um bom colega que todos querem ter por perto, já que é muito simpático, não faz intriga, nem puxa o tapete de ninguém. Porém tudo isso, faz com que este profissional fique na inércia.

Para sair dessa situação não é preciso ser uma pessoa ruim nem agressiva com os outros, porém, precisa ter uma postura diferente. Precisa saber negar quando preciso, ter um pouco de coragem e discordar quando algo vai contra o que você pensa. Conheça outras pessoas, faça cursos, agregue mais valor ao seu currículo e aumente o seu capital intelectual, isso vai fazer com que a empresa olhe pra você de uma maneira diferente.

Seguir a vida de casa pro trabalho e do trabalho pra casa, faz com que as pessoas percam a noção do mundo e em um mundo globalizado e tecnológico são muitas as oportunidades, mas aqueles que têm uma visão mais futurística, acabam saindo na frente.

Observe o seu potencial, procure analisar se em seu ambiente de trabalho você não está apagado por fata de capital intelectual e conhecimentos, ou mesmo por colegas mais espertos que acabam se beneficiando de sua bondade. Saiba dizer não, com jeito e educação, mas com firmeza.
Se você é bom, então só precisa deixar de ser bonzinho.

 

Post publicado no Blog do IBC.

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