MINHA EQUIPE DIRETA DE TRABALHO SE CHAMAVA PELICANOS. SAIBA O PORQUÊ.

MINHA EQUIPE DIRETA DE TRABALHO SE CHAMAVA PELICANOS. SAIBA O PORQUÊ.

(Este é o tipo de texto que sempre gera muita choradeira nos comentários)

No início do século XX, durante o apogeu da indústria da pesca na Costa Oeste dos EUA, era muito comum ao final do dia, observar muitos pelicanos voando ao redor dos barcos de pesca, afinal, a comida era abundante e de fácil acesso. Gerações inteiras de pelicanos desenvolveram este hábito de fazer uma boquinha no convés das grandes embarcações recheadas de peixes no final da tarde.

No entanto, com o desaquecimento da economia, muitas dessas empresas enfrentaram fortes dificuldades econômicas, levando a falência algumas delas. O número de embarcações diminuiu drasticamente, fazendo com que a abundância outrora encontrada pelos pelicanos da Costa Oeste agora se transformasse num cenário de escassez e por isso, os navios passavam a proteger os seus peixes dos visitantes esfomeados e indesejados.

Por mais de uma década, os pelicanos deixaram de pescar e simplesmente comiam os peixes no convés das grandes embarcações de pesca, mas agora passavam fome, o que gerou uma grande taxa de mortalidade de pelicanos em toda Costa Oeste americana. 

Os biólogos, preocupados com este problema, ao indentificarem as causas dessa mortalidade, iniciaram uma pesquisa com os pelicanos da Costa Leste, onde a pesca não era uma atividade muito desenvolvida. Lá, perceberam que os pelicanos sabiam pescar, passavam todo o dia em busca de peixes, fazendo mergulhos rasantes na água em busca de comida. 

Os biólogos resolveram levar para Costa Oeste uma pequena população de pelicanos da Costa Leste. Ao soltarem esses pelicanos na Costa Oeste, a expectativa era que, ao vê-los pescando no Oceano Pacífico, os pelicanos da Costa Oeste aprendessem a pescar e pudessem assim, perpetuar a sua espécie na região. Depois de muitas mortes de pelicanos, experiência deu certo e os pelicanos aprenderam a pescar e não dependiam mais dos peixes dos navios.

Moral:

1. Nem tudo que é fácil é o melhor;

2. Não dependa de ninguém porque um dia pode faltar;

3. Não dependa do governo porque um dia ele pode entrar numa grande crise;

4. Governo que mantém as pessoas dependentes não está bem intencionado. Esta é a maneira mais fácil de ter votos em troca;

5. É impossível um Governo manter toda uma população com base em processos assistencialistas por muito tempo. No dia da crise, e ela sempre acontece porque é cíclico, não haverá dinheiro para cumprir os compromissos e as dificuldades serão enormes. Quando isso acontece, não adianta protestar pois não haverá recursos para suprir`as necessidades de todos. 

6. Todos são capazes de pescar, desde que dependam disso, estejam treinados e estimulados.

7. A condição para viver uma vida pescando o seu próprio peixe, sem que se espere algo vindo de terceiros, é apreciar muito mais a liberdade do que a facilidade.

8. A melhor forma de controlar uma população é fazê-la dependente, tirando dela o seu anseio por liberdade para tomar iniciativas, correr riscos e sonhar com algo melhor.

9. A maior igualdade não é financeira, pois isso pode variar a depender de uma maior ou menor dedicação que cada indivíduo teve durante o tempo que esteve pescando no dia. Quanto maior a dedicação e a técnica desenvolvida, mais peixes serão pescados. A maior igualdade numa sociedade deve ser em seus direitos fundamentais. Por exemplo, é totalmente justo que um deputado preso seja hospitalizado porque esteja passando mal, mas definitivamente não é justo que as outros presos sejam ignorados, morrendo de tuberculose e pneumonia dentro dos presídios Brasil afora. Esses fatos são um flagrante de como não existe igualdade no Brasil.

10. Empreendedorismo é para todos. Todos são capazes de pescar. Empreendedorismo é democrático e meritocrático. Quanto mais pessoas empreenderem, mais os salários dos que optaram em ter um emprego vão subir, porque por lógica, a oferta de profissionais vai diminuir, aumentando o seu valor. Quanto mais pessoas empreenderem, mais empregos e impostos serão gerados, o que sustenta a máquina pública e o desenvolvimento do País. Um País empreendedor é um País que sabe pescar. 

Alguns podem perguntar: “Mas o que acontece se todos abrirem uma empresa, quem vai trabalhar?” Estatisticamente, isso jamais vai acontecer, pois assim como os pelicanos da Costa Oeste, muitos já estão acostumados a comerem o peixe no convés. O melhor é que para ser um empreendedor não é necessário ter uma empresa. Afinal, tá cheio de empresário miserável e medíocre, da mesma forma que frequentemente encontramos alguns empregados prósperos e empreendedores.

 

Post publicado no Geração de Valor pelo Flávio Augusto.

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